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Dani Almeida Especialista em comunicação e fundadora da agência Rugido Digital.

Comunicação Humanizada: mais conexão, mais autoridade e mais vendas nas suas redes

É instintivo: o que move as pessoas é a conexão com outras pessoas. Não adianta mostrar só os seus produtos, seus serviços, seu currículo.

Por Dani Almeida Atualizado em 26 Maio 2021, 10h40 - Publicado em 17 fev 2021, 19h10

Este texto é pra você que tem vergonha de aparecer nas redes sociais, que tem receio de ser chamado de blogueirinha(o) ou de aparecer nas redes da sua empresa.

Preciso te avisar que, enquanto grandes empresas se desdobram pra atingir uma comunicação mais humanizada no digital, alguns profissionais e empreendedores estão perdendo a chance de conexão, de fidelização, e de fortalecer sua marca (pessoa física ou jurídica). Com isso, estão perdendo oportunidades e vendas.

O Magazine Luiza é um dos casos mais incríveis de uso estratégico das redes sociais. Como uma boa empresa focada em pessoas, desde os primórdios do ecommerce do Magazine, foi criada uma bonequinha virtual pra mostrar alguns produtos, a Lu do Magalu.

Recentemente, a Lu do Magalu se tornou uma influenciadora virtual e, com seus 5 milhões de seguidores, ganhou a condição de dona do perfil da empresa no Instagram.

Lu do Magalu
Magalu/Reprodução

Isso sem falar da própria Luiza Helena Trajano, a fundadora da marca, que, com maestria, se tornou uma influenciadora de carne e osso.

No mundo das pequenas empresas, um caso interessante de humanização da comunicação é o da hamburgueria Patties Burger (@pattiesburger no Instagram). O dono aparece contando os bastidores de todo negócio, desde a criação de um novo produto até a instalação de uma nova franquia. Sempre com muito humor – o que tem a ver com a marca da empresa, importante observar.

Ok, mas por que humanizar a comunicação é tendência?

De certa forma, sempre foi. Ao longo da evolução das espécies, boa parte das formas de vida desenvolveram a habilidade de juntar forças. Se não, não conseguiriam se alimentar, se proteger dos predadores, se reproduzir.

Seja você uma sardinha ou um Homo sapiens, esse comportamento impregnado aí dentro. Tá registrado no nosso cérebro reptiliano, a parte mais primitiva da massa cinzenta, e que compartilhamos com animais bem menos complexos. É instintivo que a gente queira e, mais que isso, sinta uma necessidade quase incontrolável, de se conectar a outros seres humanos.

Corta para a época das cavernas

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Por causa desse comportamento o ser humano, desde a época das cavernas, passou a andar em bando pra caçar e se alimentar, viver em segurança, proteger os filhos e, claro, perpetuar a espécie.

Esse impulso o que chamamos de pertencimento. E é daí que vem o sucesso (também) das redes sociais.

Portanto, não adianta nada querer usar as redes sociais postando um conteúdo panfletário, só mostrando produtos, só mostrando serviços.

Tenho certeza de que você criou seu primeiro perfil no Facebook ou sua conta no Instagram pra se conectar com alguém da família, um colega da época de escola ou da faculdade. E não pensando: “puxa, acordei com uma vontade de comprar de hoje…”

Quando eu me conecto a outro ser humano e passo a me sentir inspirado por ele, passo a conhecer melhor essa pessoa eu gero o quê? Confiança. E geralmente as pessoas compram de pessoas e de marcas nas quais elas… Confiam.

Agora, volta pro momento atual, com um mundo vivendo uma pandemia em que a humanidade precisou se isolar, abrir mão de abraçar e de conviver em grupo.

Nunca as pessoas desejaram tanto se conectar.

Até tu, LinkedIn?

Essa mesma tendência de comunicação humanizada também chegou ao LinkedIn, tradicionalmente mais sisudo que outras redes.

Se antes o post sobre a mudança de emprego começava daquele jeito burocrático “hoje me despeço de x anos na empresa y, blá blá blá”, agora os posts são praticamente uma miniatura da jornada do herói. Falam da superação, de como chegaram até ali, de como a nova oportunidade afeta a vida pessoal.

Antes restritos ao feed do Facebook, posts mostrando os filhos entrando na faculdade, textos filosofando sobre a dificuldade de estar longe dos familiares nas festas de fim de ano, entre outros temas, agora povoam o LinkedIn.

Empresas passaram a postar iniciativas no terceiro setor, engajar seus funcionários. Dirigentes levantam as bandeiras de suas marcas. Quem quer falar de lançamentos comerciais, mesmo? A conexão vende.

É como se aquela velha máxima de que empresas são feitas de por pessoas tenham sido finalmente compreendida. Mas será que você e a sua empresa já entenderam isso?

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