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Minério sobe 5%, petróleo cai 2% e bolsas operam em alta

Expectativa de que Opep+ aumente a produção faz o barril cair, e injeta ânimo nos mercados.

Por Alexandre Versignassi 2 jun 2022, 08h09

Bom dia!

O barril amanheceu em queda de 2,43%, a US$ 112,46. O mercado espera que os 13 membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) aumentem sua produção, para encherem seus cofres com o barril acima de US$ 100. A expectativa é a de que outros 9 grandes exportadores façam o mesmo, à exceção da Rússia (que perde sua capacidade para isso conforme as sanções aumentam). O conjunto dos 23 países forma a Opep+.  

Com isso, os futuros dos EUA abrem em alta: 0,48% para o S&P 500 no início da manhã.  

Ao mesmo tempo, os estímulos monetários na China fazem o minério subir grossos 5,34%. Boa notícia para Vale, CSN, Usiminas e Gerdau.

Boa notícia também para a inflação por aqui. O índice IPC-Fipe, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, que mede os preços na cidade de São Paulo, desacelerou a 0,42% em abril, ante 1,62% em maio. 

Freada da inflação na União Europeia também. O Producer Price Index (“preços ao produtor”, uma espécie de IGPM deles) avançou 1,2% em abril, contra 5,3% em março. Bem menos do que a expectativa do mercado (2,3%). 

Bons negócios.

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humorômetro: o dia começou com tendência de alta
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Futuros Nasdaq: 0,63%

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*às 7h50

Europa

Índice europeu (EuroStoxx 50): 0,54%

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Fechamento na Ásia

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Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 0,16%

Bolsa de Tóquio (Nikkei): -0,16%

Hong Kong (Hang Seng): -1,00%

Commodities

Brent:  2,43%, a US$ 112,46

Minério de ferro: 5,34%, a US$ 141,10 por tonelada

*às 7h24

Agenda

Ao longo do dia: Reunião da Opep+ na Áustria

9h IBGE divulga o PIB do 1º trimestre 

9h15: Relatório da ADP sobre a criação de empregos no setor privado dos EUA em maio

9h30: Sai o número de pedidos de seguro-desemprego nos EUA na semana encerrada em 28/05

12h: Estoques de petróleo nos EUA

market facts

Rublo: alta de 16,5% em maio

O rublo tem valorizado com força: 16,5% em relação ao dólar no mês de maio, e 33% na comparação com o câmbio pré-invasão da Ucrânia. Isso aconteceu depois que Putin passou a exigir que as “nações inimigas” (membros da Otan e simpatizantes) pagassem em rublos pelo pelas commodities russas – gás, petróleo, grãos, fertilizantes, metais, carvão. 

O normal é o pagamento em dólar ou em euro. Ao exigir que seja em rublos, o governo russo cria demanda para a moeda do país. Com mais demanda, a moeda valoriza. E quando a moeda valoriza os produtos russos ficam mais caros para todos os países, incluindo os “amigos”. 

É o caso da China. Ela não precisa fazer esse câmbio, e yuans são bem vindos na Rússia – 13% das reservas do país são em moeda chinesa. Ao comprar commodities do “amigo” com o rublo valorizado, as empresas chinesas precisam pagar mais yuans para a Rússia do que pagavam antes. A ver se o governo chinês topará esse jogo por muito mais tempo.

Vale a pena ler:

Biden no New York Times: “consequências severas”

“Que fique claro: qualquer uso de arma nuclear neste conflito, em qualquer escala, será completamente inaceitável para nós e para o resto do mundo, e levará a consequências severas”, escreveu Joe Biden num artigo para o New York Times no dia 31 de maio. Trata-se de uma resposta às bravatas nucleares de Putin, que não se cansa de lembrar o poderio atômico da Rússia. Leia a íntegra aqui.

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