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Dani Almeida Especialista em comunicação e fundadora da agência Rugido Digital.

Os piores erros ao criar um conteúdo digital

"O que postar nas redes sociais?". Cuidado para não cair em certas armadilhas na hora de responder essa pergunta.

Por Dani Almeida Atualizado em 7 jan 2022, 11h10 - Publicado em 7 jan 2022, 10h57

Entra ano, sai ano, e a pergunta que eu mais ouço é: o que postar nas redes sociais? E geralmente quem pergunta espera que o Mar Vermelho se abra e que eu revele todos os mistérios da humanidade… A verdade é que não existe uma fórmula mágica que funcione para todo empreendedor ou toda empresa.

Mas existem (sim!) alguns erros cruciais que a grande maioria das empresas comete ao criar e fazer a gestão de conteúdo no digital e que fazem com que elas não tenham resultados – ou, pior, que elas rasguem dinheiro.

Assim como existem passos e indicadores para um conteúdo fera. Aquele que vai gerar autoridade, posicionamento, desejo de consumo e, por fim, vendas de serviços ou produtos para o seu negócio.

Nesse texto, vou me concentrar nos piores erros para que você não caia nessas armadilhas.

Conteúdo panfletário

Vai parecer exagero, mas não é. Acredite, 9 a cada 10 empreendedores ou empresas que me procuram sofrem do que eu chamo de “conteúdo panfletário”, uma epidemia causada por um vírus com sintomas como legendas do tipo “compre Batom” (se você não viveu os anos 80, joga no Google, rs) e imagens que mais lembram panfletos daqueles que há uns 20 anos a gente distribuía e até funcionava.

Esqueça artes mega elaboradas com a sua paleta de cores e o logotipo da empresa. As pessoas vão para as redes sociais para se relacionar com outras pessoas, não com empresas. Não fosse assim, seriam “redes comerciais”, não “redes sociais”. Posto isso, a sua logomarca pode ser maravilhosa, incrível, disruptiva. Mas ela afasta as pessoas de interagirem com seu conteúdo porque o subconsciente humano logo acende um alerta: “espertinho, tá querendo vender pra mim!”.

A palavra-chave pra usar as redes sociais no seu negócio é “relacionamento”. Antes de mais nada, o seu conteúdo precisa fazer com que o público se relacione com a sua marca. Autoridade, posicionamento e vendas são consequência.

Copiar o que “está dando certo”no concorrente

Segredinho: nem sempre a grama do vizinho é mais verde. Muitas vezes ela é sintética.

Daí você vê um post da concorrência bombando em cliques e comentários, mas não vê que aquele conteúdo pode estar atraindo o público errado para o negócio dele, ou acabando com a autoridade da sua marca (seja ela pessoa jurídica ou pessoa física). O que nos leva a outro erro…

Nem tudo que viraliza vende

Essa é a máxima que adotamos na Rugido. Não adianta sair fazendo vídeo de dancinha, copiando todos os memes que surgem na internet ou seguir a manada em qualquer outra tendência se isso não tem a ver com os valores da sua marca, com o posicionamento que você busca e com o seu cliente ideal.

Já vi relatos e relatos de pacientes que deixaram de ir a médicos, por exemplo, ou que deixaram de comprar de empresas por que consideram algum conteúdo de rede social apelativo. O limite entre o bom humor e o escracho muitas vezes é tênue. Nem sempre o conteúdo que viraliza vai te aproximar dos seus objetivos como marca, ou mesmo comerciais.

Audiência é ouro. Conexão é diamante

Sempre disse que audiência é ouro. Quanto maior a sua audiência nas redes, maior o potencial de construir uma marca forte e gerar vendas.

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Mas entre uma audiência grande e uma audiência conectada com a sua marca (pessoal ou jurídica), prefira o segundo. Lembra do caso da influenciadora com milhões de seguidores que não vendeu 30 camisetas? (contei nesta coluna aqui)

Não é fácil gerar conexão, ainda mais quando falamos de empresas. Mas é possível com conteúdo humanizado e estratégico.

Síndrome do especialista

Muitos empreendedores que são especialistas em algum tema (médicos, advogados e afins) sofrem do que eu chamo de síndrome do especialista.

Eles geram um conteúdo tão técnico, mas tão técnico e cheio de jargões que acabam atraindo apenas concorrentes e não conseguem se conectar com o público final.

Tudo certo se o cliente ideal deles são os concorrentes. Mas e quando esse não é o caso?!

Vale o lembrete: conteúdo precisa ser profundo o suficiente para gerar autoridade e raso o suficiente para ser compreendido por qualquer pessoa da sua audiência.

 

Sair postando. Afinal, é de graça…

As pessoas acham que as redes sociais são gratuitas, já que elas não pagam nada ao acessar o Instagram, Facebook, YouTube, LinkedIn ou TikTok. Será mesmo? Na verdade você paga com o seu tempo e a exposição a anúncios. Tanto que, hoje, as redes sociais brigam pela sua atenção. Elas concorrem com os serviços de streaming como Netflix, com jogos e até mesmo com os reality shows na mídia tradicional. Saímos da Era da Informação para a Era da Atenção.

Por isso, sair postando qualquer coisa, sem um plano estratégico de conteúdo, copiando o que você acha que tá bombando na concorrência ou o que virou a última moda na internet só vai te fazer desperdiçar tempo… e rasgar dinheiro.

Espero que a sua empresa não esteja cometendo esses erros nas redes sociais. E se estiver também não é o fim do mundo, ok?! Na próxima coluna, vou te dar o passo a passo para um conteúdo fera nas suas redes sociais.

Te encontro nas redes!

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