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10 coisas que você precisa saber se quiser trabalhar na Cognizant

Multinacional presente em 35 países, a Cognizant mantém sua operação a todo o vapor em meio à pandemia para acelerar a digitalização de seus clientes

Por Monique Lima 18 ago 2020, 09h05

Especializada em transformação digital, a multinacional Cognizant está no Brasil há mais de uma década. Com faturamento global de 16,4 bilhões de dólares em 2019, a companhia figurou, por nove anos consecutivos, no ranking da Fortune 500, que lista as maiores empresas americanas em termos de receita.

De espírito jovem, a companhia tem até um conselho global formado por 45 funcionários que tenham entre 23 e 35 anos. Os participantes do Millennial Council, como o grupo é chamado, passam por um processo seletivo interno e têm a missão de apresentar ideias inovadoras para projetos e colaborar no desenvolvimento de soluções tecnológicas. “São peças-chave para trazer melhorias”, diz Tatiana Porto, diretora de RH da Cognizant. O Brasil é representado por dois jovens profissionais.


1  Mentores de todo tipo

Há mentorias mensais que acontecem de duas formas: a tradicional, com um funcionário experiente contando suas histórias e tirando dúvidas sobre carreira, e a reversa, na qual quem comanda o bate-papo é um jovem.

2  Está na mão

A empresa criou o selo “Você pediu e fizemos”, que fica atrelado aos benefícios incluídos no pacote por demanda dos empregados. Algumas ações implementadas por desejo das equipes são a previdência privada, a reforma da cafeteria para que o pessoal possa almoçar marmitas e a parceria de descontos com a plataforma de benefícios Allya.

3  Pais e mães preparados

Funcionários que estão esperando um bebê — não importa se homens ou mulheres — são convidados a participar do programa BBLearn, que oferece livros, palestras, rodas de conversa e aulas sobre cuidados com o recém-nascido.

4  Falta padronizar

O home office sempre foi uma política informal na companhia: os funcionários alinham diretamente com os chefes, mas não há uma regra geral. Com a pandemia, está todo mundo em casa, só que o procedimento ainda não foi formalizado.

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5  Busca por inclusão

Comitês internos para tratar da luta de minorias estão em construção. Os mais avançados são os de mulheres, LGBT+ e PCDs, que contam com uma comissão que já conduz programas e palestras de conscientização. Os negros ganharam uma iniciativa recentemente.

6  Cuidado com a comunicação

As reuniões mensais com o country manager continuam na quarentena de maneira online — e as pautas discutidas são elaboradas pelos funcionários.

7  Na cola do chefe

Os funcionários podem acompanhar de perto a rotina dos diretores da companhia. Para isso, se inscrevem num programa interno e escolhem um dos chefes participantes. Os selecionados passam um dia inteiro com o executivo, aprendem sobre estratégias de negócios, responsabilidades e o papel exercido por ele na empresa.

8  Papo em dia

No isolamento social, dá para conversar com os colegas diariamente às 17 horas. nesse horário, um voluntário está disponível para falar sobre um assunto de interesse próprio — que nem sempre tem a ver com o trabalho. Já aconteceram bate-papos sobre educação financeira, filmes e até cultivo de
mini-hortas.

9  Atendimento completo

A Cognizant global possui um serviço de atendimento ao funcionário de apoio financeiro e jurídico. O programa se estende a familiares e ocorre por meio de um canal sem intermediação da empresa.

10  De olho na liderança

Na plataforma de avaliação de empresas Glassdoor, ex-funcionários afirmam que “há gestores despreparados”, o que geraria falhas de liderança. Tatiana, diretora de RH, afirma que a empresa está trabalhando para desenvolver a chefia. Durante a quarentena, houve treinamentos online sobre comunicação, primeira liderança e negociação.

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