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Dani Almeida Especialista em comunicação e fundadora da agência Rugido Digital.

Conteúdo pessoal nas redes do seu negócio? Claro!

"Mas quem quer saber da minha vida?", você poderia perguntar. A resposta: to-do mundo. Veja três motivos pelos quais você PRECISA aparecer. 

Por Alexandre Versignassi Atualizado em 20 set 2021, 15h43 - Publicado em 20 set 2021, 15h37

Eu estava em uma palestra. Quatro horas depois de um conteúdo super técnico sobre comunicação nas redes sociais, abrimos para perguntas e fui surpreendida com essa pergunta – na verdade, estava mais pra uma voadora cheia de irritação do que para uma pergunta.

“Não aguento mais as pessoas perguntando a cor do meu esmalte nas minhas redes sociais. Qual é o propósito disso?” Juro que por três segundos deu tela azul. Travei. Senti toda a frustração daquela mulher: uma empresária matando não sei quantos problemas por dia no peito e se sentindo resumida à cor do esmalte que usava.

Respirei fundo e respondi. “Na verdade, não é sobre a cor do esmalte que você usa. É sobre você ter estudado mais que a média pra empreender. Sobre você acordar às 6h da manhã pra se arrumar, levar os filhos na escola e ir para o seu negócio. É sobre a sua coragem. As pessoas (seguidores, clientes nas suas redes, não importa)… Elas querem um pouco do que você é. E o jeito que elas encontram de ser um pouco você é, por exemplo, usar o mesmo esmalte.”

Esse é o resumo do poder da influência nas redes sociais. E também o poder de você ser a imagem do seu negócio no online. Fica comigo que vou te contar os motivos pelos quais empresários como, Luiza Helena Trajano (Magazine Luiza), Alexandre Costa (Cacau Show), Carla Sarni (Grupo Salus) e tantos outros terem topado se tornar a imagem do seu negócio, misturando conteúdo de negócios e conteúdo pessoal nas suas redes.

Pessoas se conectam com pessoas

Esse é meu mantra desde 2016, quando comecei a fazer consultoria de comunicação online para empresas e empreendedores. “Dani, quem quer saber da minha vida?” Resposta: to-do mundo.

Sabe aquele cliente que quando chega à sua empresa faz questão de dar um oi, ou até de tomar um cafezinho com você, pergunta sobre a família, quer saber onde você vai passar as próximas férias e pede dica de restaurante?

O conteúdo pessoal é o cafezinho nas redes sociais. Somos seres programados, na parte mais primitiva do nosso cérebro, para nos conectarmos a outros seres humanos – de modo a sobreviver.

A gente adora uma boa história

Histórias colocam informações numa ordem que faz sentido. Logo, nosso cérebro gasta menos energia pra consumir um conteúdo. Ele adora uma boa história.

Pegue talvez o maior influenciador de todos os tempos, Jesus Cristo (o personagem histórico, não o religioso, ok?!). Ele usava histórias que faziam multidões segui-lo. A trajetória de Martin Luther King o ajudou a arrastar uma multidão para um dos discursos mais famosos em todo mundo. A foto na garagem dos pais de Steve Jobs, no que seria o início da Apple, deu coragem a não sei quantos talentos do Vale do Silício a empreenderem do zero. Aliás, a vida do Jobs deu origem a pelo menos três filmes. O que me lembrou de uma história.

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Outro dia estava almoçando no evento de um grupo de empresários que participo e uma mulher sentou ao meu lado. Conversa vai, conversa vem, ela me conta que um dia acordou devendo mais de R$ 20 milhões, e me diz que outra empresária, muito famosa, a ajudou a não perder a empresa dela e do marido. Fiquei presa na narrativa de uma forma que era só admiração por aquela mulher.

Bem, eu não sabia, mas aquela mulher era a Dra. Carla Sarni, dona do Grupo Salus e uma das maiores franqueadoras de todo Brasil. E a história dela e do marido, Dr. Cleber Soares, também virou filme. Se eu a conhecesse simplesmente falando sobre os números do seu negócio, ela seria apenas mais uma empresária, mais uma empresa. Entendeu a força da sua jornada?

A palavrinha mágica que gera vendas

Pessoas se conectam com pessoas. Porque pessoas sabem que precisam de pessoas. Logo, pessoas cofiam em pessoas. E qual a palavrinha mágica que faz a venda acontecer?! Confiança.

Não importa se você confia em uma marca pessoal ou em uma marca pessoa jurídica. A compra é um ato de confiança. E pessoas tendem a confiar mais em pessoas que em logotipos. Lembra que falei da comunicação humanizada em outra coluna? Estamos saindo de uma pandemia mundial, na qual fomos privados do contato humano. Estamos sedentos por abraços e toques sem medo. Estamos sedentos por conexão.

Quanto mais a sua marca tiver uma comunicação humanizada, mais vendas você terá como resultado. E você pode fazer isso pelo seu negócio sendo a imagem dele.

Te encontro nas redes!

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