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Bolsas sobem com estímulos chineses à Xangai

A semana deve começar com um pregão de liquidez reduzida, já que é feriado nos EUA.

Por Bruno Carbinatto 30 Maio 2022, 07h47

Bom dia!

Hoje é Memorial Day nos EUA, o feriado o que significa que não há pregão na bolsa e a liquidez do mercado deve ser reduzida por aqui também.

As notícias que começam movimentando a semana vêm da China. Por lá, o governo de Xangai, maior cidade e capital econômica do país, indica que o fim definitivo do lockdown pode estar perto – várias medidas de restrição já estão sendo removidas gradualmente. Também animam investidores o fato de que os casos de Covid-19 na China vem caindo nos últimos dias.

Mais: autoridades anunciaram um plano para reerguer a economia da cidade depois do rigoroso e prolongado lockdown. Entre as medidas anunciadas, estão a retomada do trabalho presencial para todos os setores, o corte de impostos para negócios e subsídios para a compra de carros elétricos, por exemplo.

As bolsas asiáticas fecharam no azul com as notícias positivas, e as bolsas europeias também operam em alta nesta manhã. O setor de varejo de luxo, que tem forte demanda chinesa, é especialmente beneficiado com a abertura do país asiático: as ações da francesa Hermès sobem quase 5% hoje, enquanto as também francesas L’Oréal e Louis Vuitton também tem altas de mais de 3%. Já o CAC, índice da bolsa da França, sobe quase 1%.

Sem grandes novidades, o mercado parece seguir a ótima otimista que dominou na semana passada e levou às bolsas americanas a uma forte recuperação, depois de sete semanas de baixas e quase cair no bear market. Na semana, o payroll de sexta-feira pode voltar a mexer no ânimo dos investidores (para o bem ou para o mal). Na quarta, o Fed deve começar a enxugar o seu balanço de quase US$ 9 tri.

Bons negócios.

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humorômetro: o dia começou sem tendência definida

Feriado, sem pregão nos EUA.

Europa

Índice europeu (EuroStoxx 50): 0,82%

Bolsa de Londres (FTSE 100): 0,04%

Bolsa de Frankfurt (Dax): 0,60%

Bolsa de Paris (CAC): 0,67

*às 7h43

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Fechamento na Ásia

Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 0,69%

Bolsa de Tóquio (Nikkei): 2,19%

Hong Kong (Hang Seng): 2,06%

Commodities

Brent*: 0,32%, a US$ 119,81

Minério de ferro: 1,41%, cotado a US$ 134,95 por tonelada em Cingapura

*às 07h28

Agenda

Dia de agenda esvaziada.

market facts

Denúncia (de novo)

O Grupo alemão Volkswagen está enfrentando acusações de prática de escravidão no Brasil durante a ditadura militar, no período entre 1974 e 1986. A denúncia veio da  imprensa alemã neste fim de semana. A segunda maior fabricante de automóveis do mundo é acusada de ter utilizado “práticas análogas à escravidão” e “tráfico de pessoas” em sítios agrícolas na Amazônia onde centenas de trabalhadores temporários foram contratados para desmatar a área. Vários documentos mostram que os direitos humanos eram constantemente violados no local, incluindo com tortura, abuso físico e sexual.

Não é a primeira vez: a Volkswagen já foi acusada de violação de direitos humanos na época da ditadura brasileira e de ter colaborado com o regime de repressão. Em 2020, a empresa concordou em pagar R$ 36,3 milhões para ex-trabalhadores da empresa presos, perseguidos ou torturados no período.

Vale a pena ler:

É a economia, estúpido

Faltando cinco meses para as eleições, cerca de 3 em cada 10 brasileiros poderão mudar sua intenção de voto até o dia do pleito. E o critério principal para essa escolha é um só: a inflação. Dados do Datafolha mostram que a economia é a principal pauta do brasileiro e poderá mudar o resultado eleitoral dependendo da evolução do cenário nos próximos meses. O percentual dos dispostos a mudar de voto é maior entre jovens e desempregados, e também entre os eleitores de Bolsonaro. Veja os dados completos aqui, na reportagem da Folha

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