🔥 Mês do Cliente: Assine o Digital por R$ 9,90/mês e tenha conteúdo exclusivo na palma da sua mão!

Bolsas se recuperam, ironicamente, na sexta-feira 13

Ações do Twitter, porém, desabam no pré-mercado em NY após Elon Musk anunciar repentinamente que o acordo de compra está “temporariamente suspenso”.

Por Bruno Carbinatto 13 Maio 2022, 08h18 | Atualizado em 16 dez 2024, 16h07
-
 (Laís Zanocco e Tiago Araujo/VOCÊ S/A)
Continua após publicidade

Dia de azar? Não para todos, aparentemente. Nesta sexta-feira 13, o mercado mundial ensaia uma recuperação após dias sangrentos nas bolsas. Os índices americanos futuros apontam para cima, assim como as bolsas europeias e asiáticas.

Depois de tantas perdas, os chamados dip buyers parecem aproveitar a agenda vazia desta sexta-feira e buscam ir às compras em busca de pechinchas. Tanto que a maior alta nesta manhã entre os futuros fica para o Nasdaq (1,60%), o índice que mais sofreu nessa semana, com perdas de 6,4% até o fechamento desta quinta. Claro: os pregões foram dominados por temas como inflação e aumento de juros, que são mais sensíveis para companhias com alto potencial de crescimento.

O destaque aqui, porém, fica para o Twitter: as ações do passarinho azul chegaram a cair mais de 20% no pre-market de Nova York nesta manhã, e, até agora, continuam em queda forte. O motivo? Se você chutou que envolve Elon Musk, acertou. O dono da Tesla tuitou avisando que seu acordo de US$ 44 bi para comprar a rede social está “temporariamente suspenso”, deixando todo mundo sem entender o que está acontecendo direito.

Continua após a publicidade

Tudo o que o bilionário realmente disse é que “o acordo do Twitter temporariamente suspenso por pendências em detalhes que sustentam que contas falsas de fato representam menos de 5% dos usuários”, citando uma reportagem da Reuters.

Em seu último balanço, o Twitter estimou que as contas falsas representaram apenas 5% dos seus usuários no trimestre. Mas admitiu que o número é apenas uma estimativa, e a proporção pode ser bem maior. Musk, por sua vez, já deixou claro que combater bots e perfis de spam é uma de suas prioridades na rede. Ele já sugeriu, por exemplo, que todos os “seres humanos reais” sejam autenticados na rede. 

Continua após a publicidade

Com a suspensão repentina do acordo, uma dose de incerteza foi injetada no mercado. Há quem especule que o homem mais rico do planeta sequer vai completar realmente a compra do Twitter.

O pessimismo, porém, parece estar restrito às ações do Twitter. Pelo menos por enquanto. Afinal, nunca se sabe – é sexta-feira 13.

Continua após a publicidade

Bons negócios.

Continua após a publicidade
humorômetro: o dia começou com tendência de alta
(VCSA/Você S/A)

Futuros S&P 500: 1,06%

Futuros Nasdaq: 1,65%

Continua após a publicidade

Futuros Dow: 0,72%

*às 7h57

Europa

Índice europeu (EuroStoxx 50): 1,50%

Bolsa de Londres (FTSE 100): 1,64%

Bolsa de Frankfurt (Dax): 1,41%

Bolsa de Paris (CAC): 1,69%

*às 07h59

Fechamento na Ásia

Índice chinês CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 0,75%

Bolsa de Tóquio (Nikkei): 2,64%

Hong Kong (Hang Seng): 2,68%

Commodities

Brent*: 1,86% , a US$ 109,45

Minério de ferro: +0,65%, a US$ 131,00 por tonelada em Cingapura

*às 7h59

Agenda

Dia de agenda esvaziada.

market facts

Meta vs fake news eleitorais

A Meta, empresa que controla o Facebook, WhatsApp e Instagram, anunciou nesta quinta-feira quais ações está tomando para combater as notícias falsas e a desinformação nas eleições deste ano aqui no Brasil. Entre as medidas, está a criação de um um “centro” para monitorar o conteúdo publicado por usuários nas redes sobre o tema. O foco será retirar de circulação conteúdos “inautênticos”, feitos por perfis fakes com o intuito de enganar o leitor. Publicações contendo a data errada da eleição ou que troquem o número do candidato, por exemplo, serão deletadas pela Meta. Postagens que incentivem a violência também. Outros conteúdos fake, porém, podem ser apenas sinalizados pela plataforma e terem seu alcance diminuído, mas não serão necessariamente excluídos das redes. As medidas vêm como resposta a uma pressão maior, inclusive de autoridades eleitorais, para controlar a circulação de notícias falsas nas redes.

Vale a pena ler:

Tristeza para os unicórnios latinos

A América Latina se tornou um caldeirão de startups bem-sucedidas nos últimos anos. Mas a inflação alta e os juros subindo fazem os investidores correrem de mercados emergentes e de risco. Nisso, os unicórnios latinos – Brasil incluso – passam por uma fase amarga. Veja aqui, na Bloomberg

-

Balanços de Cemig, Cosan, Cyrela e Raízen, após o fechamento do mercado.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

10 grandes marcas em uma única assinatura digital