Como solicitar a linha de crédito da Caixa criada para socorrer pequenos

Linha de crédito do Pronampe começou a ser operada nesta terça-feira pela Caixa. Confira quem pode pedir o financiamento e como fazer isso

São Paulo – A Caixa começou a operar nesta terça-feira, 16, a linha de crédito do Programa de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) que oferece empréstimos de até 30% da receita anual registrada em 2019.   

Voltado para socorrer micro e pequenas empresas, os financiamentos têm prazo total de 36 meses _ sendo 8 meses de carência para começar a pagar e financiamento em 28 parcelas. A taxa de juros anual máxima é igual à taxa básica de juros (Selic) + 1,25%ao ano.  Confira qual o público alvo do Pronampe:

Porte Receita bruta anual
MEI até R$ 81 mil
Microempresa igual ou inferior a R$ 360 mil
Empresa de pequeno porte igual ou inferior a R$ 4,8 milhões

O dinheiro pode ser utilizado para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento. Além de poderem realizar reformas e adquirir máquinas e equipamentos, as micro e pequenas empresas também poderão utilizar os recursos para despesas operacionais, como pagamento de salário de empregados, compra de matérias-primas, mercadorias, entre outros.  Mas quem solicitar o crédito não pode demitir funcionários até o recebimento da última parcela.

O financiamento pode ser contratado pelo site da Caixa (http://www.caixa.gov.br/pronampe). É preciso preencher um formulário de interesse ao crédito e um gerente da região entrará em contato por telefone para ofertar o pacote de soluções financeiras do banco. Também é possível solicitar o crédito nas agências bancárias.  Confira exemplos de limites de operações

Porte Receita bruta anual Limite da operação
MEI R$ 40 mil R$ 12 mil
MEI R$81 mil R$ 24,3 mil
Microempresa R$ 200 mil R$ 60 mil
Microempresa R$ 360 mil R$ 108 mil
Empresa de pequeno porte R$ 800 mil R$ 240 mil
Empresa de pequeno porte R$ 4,8 mil R$ 1,44 milhão

A ordem de atendimento seguida pela Caixa começa comoptantes pelo Simples. Em seguida, serão atendidas as empresas não optantes e, logo após,  microempreendedores individuais (MEI), conforme a disponibilização dos dados pela Receita Federal.  

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