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Claudio Lottenberg Médico oftalmologista, é presidente do conselho do Hospital Albert Einstein e do Instituto Coalizão Saúde. Também atua como conselheiro da Unicef.

Quais são suas resoluções para a carreira em 2022?

Não há um número ideal de metas. O segredo é saber priorizar.

Por Cláudio L. Lottenberg Atualizado em 17 jan 2022, 11h21 - Publicado em 17 jan 2022, 11h20

Somos movidos por expectativas. Claro, existem medos e desejos, curiosidades e paixões, frustrações e alegrias. E a lista continua. Tudo isso acaba desaguando no que esperamos de cada projeto que elaboramos, de cada plano que colocamos em prática. Quando o ano termina, lembramos que ainda tínhamos muitos deles por cumprir.

Os dois últimos anos foram, talvez, os mais difíceis de nossas vidas, e continuarão bastante desafiadores no futuro próximo. Mas nesse período, vimos as vacinas chegarem e as pesquisas se multiplicarem. Em 2022, ainda vamos precisar de um esforço contínuo no combate à Covid-19, com suas variantes (as que já circulam e as que podem estar por vir), é verdade. Mesmo assim, estamos em condição de fazer novos planos, de pensar no que queremos conquistar, nessa nova volta que daremos ao redor do Sol.

Você já tem uma ideia de quantos itens terá em sua lista de resoluções? Talvez antes de começar, ou mesmo se a tiver começado, seja o caso de considerar que: resolução nenhuma se realiza da noite para o dia — pode mesmo levar mais de um ano, aliás; vá com calma, pois se a meta exigir muito esforço ou gerar expectativas em excesso, maior é a chance de que seja abandonada. E uma lista longa de resoluções é um convite ao abandono. Não há um número exato de resoluções a se adotar, no entanto. O segredo está em saber priorizar.

E o que queremos para nossas vidas profissionais talvez devesse ganhar prioridade nas nossas listas de resoluções. Uma pesquisa publicada na revista científica PLOS One mostrou que apenas 9% do que decidimos fazer no ano que começa está relacionado ao crescimento pessoal — e que pouco mais da metade dessas resoluções (55%) é bem sucedida em seus objetivos – independentemente do assunto. Mas não precisa ser assim, é claro. Se posso fazer sugestões, aqui vão algumas para tentar ajudar nos planos para sua vida profissional em 2022, e mesmo depois:

Se você está no ponto de escolher a carreira em que quer atuar, busque conhecer a área. Pesquise: o que é preciso estudar? Como esse mercado está hoje e como poderá estar ao tempo em que você estiver se formando? Ajuda se você tiver oportunidade de conversar com um profissional do setor para ter um conhecimento prático, também.

Não feche o foco em uma única profissão. Avalie suas aptidões e interesses. Não é algo que seja necessário decidir em um dia. Além disso, toda carreira tem prós e contras. Se o que o trabalho considerado tem de negativo não o afasta do sonho, pode ser um bom sinal.

Leitura, cursos, workshops, congressos. Se já é um profissional e quer ver sua carreira avançar, investir em formação, aprimorar habilidades e conhecimentos e sondar o mercado de trabalho são considerações a se fazer para descobrir em que ponto estão os seus conhecimentos na área. A partir deles, você poderá pensar que passos serão necessários para chegar a posições mais altas.

E se você pensa em mudar de carreira, a fase preparatória será provavelmente ainda mais longa, e exigirá mais comprometimento. Terá que se dividir entre a sua atual ocupação e o estudo. Então, planejar é essencial: horários, compromissos, família e orçamento doméstico têm de encontrar o equilíbrio ideal. 

Em 2022 talvez não vejamos o fim da pandemia. Os obstáculos econômicos continuarão diante de nós. Faça da sua lista de resoluções de fim de ano, ao menos no aspecto da vida profissional, um plano estratégico, seja para ingressar numa carreira, para avançar na atual ou para iniciar uma nova. Em todos os casos, metodologia e tranquilidade vão fazer a diferença para concretizá-las.

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