Vida como frila, Xeque-Mate, metas de Ano-Novo e burnout são temas da 1ª edição da Você S/A em 2025
A revista, agora em formato digital, já está disponível exclusivamente para assinantes do Go Read. Confira quais são as reportagens da primeira edição do ano.

Ser frila é um estilo de vida profissional. Em vez de ter um chefe ou empresa fixos, quem trabalha como freelancer escolhe trabalhar para diversos clientes em uma pá de áreas diferentes.
Segundo um estudo publicado na Harvard Business Review, mais de um quarto da força de trabalho global faz algum trabalho freelancer – consultores, coaches, designers, jornalistas, entre outros.
No Brasil, com a reforma trabalhista de 2017, que tornou os vínculos empregatícios mais fluidos, muita gente partiu para a vida de frila em vez de responder a um mesmo chefe, fazer sempre a mesma coisa, e ter de negociar suas condições de trabalho com quem tem muito mais poder para estabelecer as regras: os empregadores. A reforma permitiu que as organizações contratassem trabalhadores terceirizados para atividades-fim da empresa. E também a contratação de autônomos, sem vínculo empregatício, para outros serviços.
Antes de pedir as contas do seu trampo CLT e se aventurar pela selva da carreira de frila, é preciso entender o que essa vida de profissional autônomo vai exigir de você em termos de planejamento, disciplina e soft skills. Será que esse modelo de trabalho combina mesmo com seu estilo? Quais são as suas vantagens e desvantagens? Você confere as respostas para essas perguntas, além de dicas para se sair bem no mercado freelancer, na matéria de capa da nossa nova edição, que você pode ler aqui.
Confira outros destaques da edição de novembro.

Amigo, tem Xeque Mate?
Xeque-Mate no xadrez é sinal de que a partida acabou. Xeque Mate no bar é uma bebida feita com mate, rum, limão e guaraná, que vem numa latinha verde característica.
Com 8% de teor alcoólico, a bebida com nome enxadrista foi criada pelos amigos Alex Freire e Gabriel Rochael em 2016. Ela começou a ganhar espaço nos carnavais de Belo Horizonte, migrou de terras mineiras para São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, e está desafiando um setor concorridíssimo e dominado por empresas gigantes e consolidadas. Foram 25 milhões de latas produzidas em 2024 e um prêmio de Bebida Oficial do Carnaval.
A bebida Xeque Mate conquistou fãs, e a empresa Xeque Mate quer conquistar novos mercados. Você confere esse caso de empreendedorismo boêmio aqui.

Como fazer (e atingir) suas metas de Ano-Novo
Toda virada de ano é a mesma coisa: você faz suas metas, tenta cumpri-las por um mês e pouco, se desanima, deixa para lá e faz as mesmas metas no ano seguinte.
O Ano-Novo é percebido pelo nosso cérebro como um botão de reset – é uma chance de deixarmos nossas falhas nas mãos da nossa versão passada e olharmos para o futuro como uma página em branco. Metas são importantes para que aproveitemos esse gás, direcionando nossa vida rumo a nossos objetivos.
Mas se você está com dificuldade em fazer (ou atingir) suas metas de Ano-Novo, talvez uma ajudinha da psicologia e neurociência possam te colocar no rumo certo. Descubra como construir suas metas de um jeito eficaz, baseado em técnicas que vão te auxiliar a finalmente cumpri-las, aqui.

Burnout – Parte 1, 2 e 3
Emily Ballesteros define o burnout como “um estado de exaustão, estresse e desalinhamento (com os rumos que a vida está levando) durante um período prolongado”.
O estresse e a pressão – muitas vezes exercida pelo indivíduo sobre si mesmo – atrapalham o desenvolvimento da vida profissional. Vale lembrar que a carreira é uma maratona, e não um sprint. Estar cansado na metade é um mau sinal
O burnout também causa diversos problemas de saúde, como distúrbios do sono, depressão, dores musculares, doenças cardiovasculares, entre outros. “Tudo isso acontece porque o burnout submete o corpo e a mente ao estresse constante, que os expõe diariamente a hormônios como o cortisol, que é saudável em doses curtas, mas eleva a pressão arterial e o açúcar no sangue e provoca inflamação quando em doses gigantescas”, explica a autora.
Em seu livro A Cura do Burnout, Ballesteros tipifica os três principais tipos de burnout – além de como identificá-los. Ficou curioso? Leia um trecho do livro aqui.