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Válvula de Escape: diretor da Alcon pilota aviões para combater estresse

Rodrigo Saez, diretor de RH da Alcon, conta como pilotar aviões ajuda a combater o estresse

Por Por Bárbara Nór Atualizado em 17 dez 2019, 15h24 - Publicado em 20 jan 2016, 07h53

SÃO PAULO – Na edição 209 da Você S/A, mostramos na matéria Válvula de Escape (p.34) que uma das maneiras mais eficientes de se combater o estresse e manter a calma para lidar com as demandas do dia a dia no trabalho é ter um hobby ou praticar esportes nas horas vagas. Profissionais renomados contaram como essas atividades serviram para ajudá-los e mesmo a ter alguns insights sobre a atuação deles no trabalho. A seguir, você vê o relato de Rodrigo Saez, 40 anos, diretor de RH na Alcon Brasil, que encontrou na aviação amadora uma válvula de escape para o estresse.

Desafio nas alturas 

Rodrigo Saez, 40 anos, de São Paulo

Diretor de RH na Alcon Brasil

O que faz: “Desde 2005, piloto aviões aos finais de semana. Minha família toda é ligada à aviação, meu pai era piloto. Quando era mais jovem, fui profissional de paraquedismo e me tornei instrutor aos 18 anos. Mas logo vi que queria seguir uma carreira corporativa e manter minha paixão como um hobby.”.

Rodrigo Saez quando fazia paraquedismo. Hoje, pilota aviões aos fins de semana

Por que pratica esse esporte: “É pela adrenalina, pela emoção diferente. Eu fico próximo dos pássaros, do clima, isso muda a maneira como eu encaro meu dia a dia. Quando pouso, me sinto bem. Gosto do frio na barriga, e durante a semana, até comecei a andar de moto para conseguir emoção. Acho que todo mundo precisa fazer algo que não tenha nada a ver com o trabalho para se equilibrar”.

O que aprendeu: “Na aviação, se diz que todo acidente é 100% evitável e ocorre por uma reação em cadeia. Eu trago isso para o meu dia a dia ao entender o impacto das minhas ações. No escritório, ali na mesa com ar condicionado, é difícil perceber como sua decisão vai afetar o chão de fábrica. No avião, uma decisão errada pode ser fatal. Tem que ser rápido, mas certeiro. Acabo me condicionando para trabalhar dessa forma”.

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