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Portugal atrai trabalhadores brasileiros e outras notas sobre mundo

Um giro por cinco ações, de diferentes empresas, atualiza o que está acontecendo no mercado de trabalho ao redor do mundo

Por Redação VOCÊ S/A Atualizado em 19 dez 2019, 15h29 - Publicado em 9 ago 2019, 06h00

PORTUGAL 

De portas abertas

Dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) de Portugal, divulgados em junho, indicam que a nação continua a atrair imigrantes. Em 2018, foram registrados 121,2 mil estrangeiros trabalhando no país, o que representa uma alta de 12,6% em comparação com o ano anterior.

O número é também o mais expressivo desde 2008. De acordo com o governo, esses trabalhadores são atraídos por vagas que não despertam o interesse dos portugueses, geralmente com salários e benefícios mais baixos e em setores como turismo e serviços.

O número de brasileiros no país também acompanha a curva de crescimento e, só em 2018, cerca de 100 000 profissionais vindos do Brasil trabalhavam em terras lusitanas. Contudo, entre os imigrantes do Brasil estão até mesmo pessoas mais qualificadas, que saem daqui por causa da situação política e econômica atual.


GLOBAL

Se os salários e as oportunidades de emprego fossem mais igualitários, as mulheres refugiadas poderiam aumentar o PIB global em 1,4 trilhão de dólares por ano. Pelo menos é isso que aponta um estudo divulgado em julho pelo Instituto Georgetown para Mulheres, Paz e Segurança (GIWPS), em colaboração com o Comitê Internacional de Resgate (IRC).

Segundo o relatório, que teve como foco Turquia, Uganda, Líbano, Jordânia, Alemanha e Estados Unidos, países que concentram quase metade da população refugiada no mundo, a participação média de mulheres imigrantes no mercado de trabalho dessas nações é de apenas 6%.

Mesmo em países em que a empregabilidade é mais alta, como nos Estados Unidos, onde cerca de 40% das refugiadas possuem trabalho, as disparidades salariais persistem. Por lá, elas recebem cerca de 29 centavos / dólar ganho menos do que as não imigrantes, por exemplo.


COLÔMBIA

Quando o racismo tem tom

Quanto mais claro o tom de pele, mais bem tratados se sentem os cidadãos colombianos quando necessitam de serviços públicos do país. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada no início do ano pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e pela ONG colombiana Corpovisionarios.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores questionaram 6 825 pessoas, de seis cidades da Colômbia, ao final de cada atendimento em alguma instituição pública.

Em paralelo, o próprio entrevistador registrava a tonalidade da pele do participante. Após o cruzamento desses dados, verificou-se que 36% das pessoas de pele clara se sentiram acolhidas pelos servidores públicos, enquanto apenas 17% dos cidadãos de pele escura fizeram a mesma afirmação.

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ANGOLA

Empregos na mina

Em julho, o governo de Angola restituiu 241 títulos de exploração de diamantes para empresas do país. Com a ação, o governo pretende reduzir o índice de desemprego nas regiões extratoras do minério, crescente principalmente entre a população jovem.

Estima-se que até o final do ano 20 000 postos de trabalho sejam criados após a medida. A licença de exploração exige também que as empresas mineradoras prestem serviços sociais básicos às comunidades das áreas próximas, como assistência médica, construção de escolas e sistemas de fornecimento de água potável.

As concessões anteriores foram caçadas em setembro de 2018, após uma operação de combate ao tráfico de diamantes e à imigração ilegal.

Mina de diamantes em Angola: país espera gerar 20 000 empregos com a restituição de licenças para explorar o mineral | Foto: Getty Images

ESTADOS UNIDOS

Credibilidade em xeque

Segundo um levantamento, divulgado em julho, pelo Instituto de pesquisas Pew Research Center, os americanos estão menos simpáticos em relação às empresas de tecnologia e seus impactos no país.

A pesquisa, que entrevistou 1 502 cidadãos dos Estados Unidos, apontou que cerca de 50% deles avaliam como positiva a atuação dos gigantes do setor.

Em contrapartida, há quatro anos esse número era de 71%, por exemplo. Além das companhias de tecnologia, outras instituições estão em baixa com os americanos, como os bancos e as grandes corporações.

Ícones: The Noun Project | Toque para ampliar
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