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Integração na cultura corporativa favorece o engajamento de colaboradores

Depois de se tornar uma rede integrada que entrega saúde de forma preventiva, preditiva e personalizada, Dasa apresenta seus novos valores

Por Abril Branded Content Atualizado em 7 Maio 2022, 13h41 - Publicado em 5 Maio 2022, 17h51

Criar um ambiente em que as pessoas se sintam protagonistas de um propósito único, onde haja liberdade para ser quem são e, assim, possam expressar de forma apaixonada todo o seu potencial, é um desafio para qualquer empresa. Em uma companhia de saúde do tamanho da Dasa, com mais de 50 000 colaboradores e 900 unidades distribuídas por todo o país, essa missão ganha ainda mais importância. Em abril de 2021, a Dasa anunciou uma grande mudança cultural. A empresa, antes conhecida como líder em medicina diagnóstica no Brasil, tinha em seu portfólio hospitais importantes e outros serviços médicos. Nesse contexto, integrar suas diferentes operações para atuar em um ecossistema de saúde tornou-se prioridade.

Até então, Dasa, Ímpar e GSC, embora sob o guarda-chuva de um mesmo grupo, se posicionavam como marcas independentes, o que causava uma fragmentação cultural.

A mudança estrutural resultou em uma única marca, a Dasa. Mas era preciso ir além da transformação do branding: ouvir os colaboradores e torná-los agentes do processo de reformulação dos valores da companhia era essencial para a adesão ao novo momento.

Nesse período, os times começaram a ser incentivados a buscar um novo padrão de interação, em que todos atuassem unidos por um propósito comum: ser a saúde que as pessoas desejam e que o mundo precisa.

E, embora essa transformação tenha começado em meio a uma das maiores crises sanitárias da história, com parte das equipes trabalhando de forma remota e parte na linha de frente do combate ao coronavírus, a Dasa conseguiu ouvir 1 000 vozes. “Esse movimento de evolução cultural foi marcado por uma profunda reflexão sobre quem somos, como somos, a forma como conduzimos nossas relações e as sinergias. Configuramos grupos focais, equipes de trabalho, pesquisas de percepção, workshops de cocriação, entre muitas outras ações que nos deram condições de desenhar nosso modelo de cultura”, explica Fabio Rosé, diretor-geral de Pessoas & Cultura da Dasa.

Fabio Rosé, diretor-geral de Pessoas & Cultura da Dasa
Fabio Rosé, diretor-geral de Pessoas & Cultura da Dasa Dasa/Divulgação

Entre as informações coletadas com os colaboradores, foram identificadas o orgulho de pertencer à empresa, a paixão pelas pessoas e pelo cuidar e uma grande diversidade de perfis. Os gestores tiveram certeza de que a Dasa era formada por talentos de diversas raças, religiões, ideologias, orientações sexuais, enfim, uma pluralidade de pessoas com vontade de fazer a diferença e com grande potencial para inovar.

“Nossos valores incluem a paixão pelas pessoas, o poder dos nossos talentos para transformar, a confiança plena uns nos outros, a ousadia para inovar e o ecossistema dando o tom. E eles não foram criados top-down, vieram de um processo horizontalizado, emergiram dos próprios colaboradores”, descreve Venâncio Guimarães, diretor de Produtos-Pessoas e Cultura da Dasa.

O resultado desse trabalho feito a muitas mãos foi apresentado oficialmente em dezembro de 2021, na live de lançamento dos novos valores de cultura da Dasa, transmitida para milhares de colaboradores de todo o país.

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Pulso Dasa

A cultura da Dasa preconiza que o colaborador, independentemente da unidade de negócio, função ou especialidade, não entrega apenas diagnóstico, pesquisa ou tratamento: ele entrega saúde.

A comunicação com os times, crucial durante a construção da nova cultura, vem sendo mantida e monitorada. Para isso, a empresa lançou uma rápida pesquisa quinzenal, a Pulso Dasa, que convida todos os colaboradores a responder, de forma anônima, perguntas que ajudam a promover iniciativas contínuas para cuidar do clima interno e melhorá-lo.

“Esse monitoramento frequente permite identificar situações que podem desencadear crises, assim como reconhecer bons exemplos dentro da companhia. Já conseguimos ajudar equipes que estavam com uma alta demanda de trabalho a não entrar em um pré-burnout, por exemplo. Fizemos o time parar, respirar, ajudamos a estabelecer prioridades. Esse é só um de muitos exemplos da eficácia dessa ferramenta”, diz Guimarães.

Contudo, ouvir apenas não basta, é preciso também agir. Pensando assim, a empresa deu início ao Programa Liderança DNA, produzido em parceria com a HSM e a Singularity University, com conteúdo customizado, flexível e adaptável para apoiar os gestores a se desenvolver e crescer junto com a companhia. “Muitos líderes do ecossistema da Dasa vieram de outras empresas. Transmitir nossa cultura para eles é crucial”, explica Rosé.

Além disso, para desenvolver os líderes, a Academia de Liderança Dasa apresenta módulos de treinamento para desenvolvimento de competências, separados por nível. A empresa deu início também ao Potentialife, um processo de conversas e experiências comportamentais que auxiliam os colaboradores de diversos graus de hierarquia no desenvolvimento do autoconhecimento.

Venâncio Guimarães, diretor de Produtos-Pessoas e Cultura da Dasa
Venâncio Guimarães, diretor de Produtos-Pessoas e Cultura da Dasa Dasa/Divulgação

Cuidar de quem cuida

Outra frente de atuação é focada na atenção ao bem-estar e à saúde física, mental e social dos colaboradores. “Cuidar de quem cuida das pessoas é nossa prioridade”, afirma Rosé. Para valorizar diversidade, inovação, empreendedorismo, humanização, modernização, desierarquização e, principalmente, felicidade, a empresa lançou uma área dedicada exclusivamente a olhar a diversidade e inclusão. Também implementou ações focadas no bem-estar, como o Esquadrão do Encantamento, em que um time de colaboradores contribui para a elevação dos índices de satisfação e cordialidade dos clientes em suas unidades de atendimento. O Programa Gestar, por sua vez, acompanha de perto a saúde das mães colaboradoras e seus bebês. E o Programa Mais Leve ajuda a realizar mudanças de hábitos alimentares, prática de atividade física e consciência corporal.

Como resultado desse esforço, em 2020 a Dasa conquistou o selo Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas para trabalhar em 2020. Além disso, em 2021 a companhia foi reconhecida como o sexto maior Índice de Investimento em Capital Humano, entre as quase 250 organizações que participaram da segunda edição da pesquisa Excelência em Gestão de Pessoas, promovida pelo Grupo Gestão RH e pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Também aparece entre as 49 empresas brasileiras certificadas com o selo global Top Employer, que destaca as melhores práticas de recursos humanos entre aproximadamente 1 800 empresas, de 123 países. “Nosso inconformismo nos levará a fazer melhor e diferente, sempre”, completa Fabio Rosé. “Sabemos da responsabilidade em cuidar das mais de 50 000 pessoas que compõem o nosso ecossistema e em oferecer as condições para que alcancemos juntos nosso propósito.”

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