Driblando sites de processo seletivo, emojis no trabalho, brain rot e amizades de firma nesta edição da VC S/A

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Por Da Redação
Atualizado em 18 mar 2025, 18h20 - Publicado em 18 mar 2025, 18h00
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 (Design e colagens: Brenna Oriá/VOCÊ S/A)
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Todo mundo que já teve que usar uma plataforma de processo seletivo sabe que o tal do processo pode ser bem frustrante. A falta de transparência e a impessoalidade tornam a busca por emprego bem cansativa.

E o que não falta são conteúdos que oferecem fórmulas milagrosas para “vencer” os processos seletivos online. Acumulando milhares de visualizações e centenas de perguntas, não é difícil encontrar comentários saudosistas, pedindo o retorno do currículo impresso. Bater na porta da empresa de mala, cuia e currículo em mãos anda parecendo mais atraente do que inserir algumas informações no computador e lançar sua sorte aos polêmicos robôs-recrutadores.

Os números corroboram o burburinho virtual. Em uma pesquisa realizada no começo do ano, o LinkedIn calculou que 60% dos 22 mil profissionais entrevistados – três a cada cinco deles – queriam um novo emprego em 2025. A intenção vem acompanhada de algumas frustrações: mais da metade afirmou que encontrar oportunidades está ficando cada vez mais difícil, e 40% disseram que os requisitos das vagas estão irreais.

Além disso, 62% deles afirmaram que os recrutadores nunca oferecem respostas sobre os processos seletivos. Por essa razão, a técnica de 42% dos candidatos é atirar para todos os lados, tentando o maior número de vagas possível.

Acontece que o levantamento do LinkedIn também conversou com profissionais de RH. 72% dos 8 mil entrevistados afirmaram que o mercado está se tornando cada vez mais desafiador. Comprovado por outras duas porcentagens: 35% gastam entre três e cinco horas por dia analisando candidaturas, enquanto 81% afirmam que menos da metade das aplicações recebidas atendem aos critérios das vagas.

Isso é receita para o desastre: Candidatos se frustram com os requisitos das vagas, priorizam volume de candidaturas em vez da qualidade das informações e acabam não tendo retorno dos profissionais de recrutamento. Esses, por sua vez, recebem uma torrente pouco ortodoxa de currículos, não conseguem avaliar (nem retornar) apropriadamente os candidatos, e apertam o cerco nas qualificações da vaga para tentar diminuir o volume de candidaturas sem sinergia.

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Não dá para garantir que você vai sempre vá sair ganhando na sua partida contra essas plataformas. Contudo, é possível, sim, conquistar seu emprego dos sonhos por meio delas. Na matéria de capa desta edição da Você S/A, nossa repórter Sofia Kercher conversou com especialistas e com os executivos que encabeçam os principais serviços de recrutamento e seleção do país “para te ajudar a fazer um golaço pela sua carreira em 2025”.

Você pode acessar o texto aqui.

Confira outros destaques da edição:

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(Design e colagens: Brenna Oriá / Fotos: Getty Images/Você S/A)

Tudo o que você precisa saber sobre o brain rot – e como revertê-lo

Em 2024, a Universidade de Oxford elegeu brain rot como a Palavra do Ano. “O brain rot descreve uma suposta deterioração do estado mental ou intelectual do indivíduo, especialmente como resultado de um consumo exacerbado, (hoje, particularmente, conteúdo online) considerado trivial ou pouco desafiador”, afirmou Oxford.

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Segundo o Instituto de Newport, primeira organização científica a reacender o debate sobre o fenômeno, adotar um tempo de tela mastodôntico todos os dias leva justamente a isso: confusão mental, letargia, redução da capacidade de atenção e, no longo prazo, declínio cognitivo. 

Estar hiperconectado não vai fazer milagres pela sua vida profissional – muito pelo contrário. Entenda os males desse tipo de comportamento e aprenda a se livrar dele – basta ler a matéria aqui. E nada de se distrair com o celular, viu?

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(Design e colagens: Brenna Oriá / Fotos: Getty Images/VOCÊ S/A)

Emojis: posso usá-los no trabalho? 🤔

Se você usou a internet hoje, seja conferindo mensagens no WhatsApp, checando emails ou navegando pelas suas redes sociais, você certamente se deparou com um emoji.

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Os emojis são uma forma de tentar reproduzir alguns dos aspectos não verbais da comunicação. Responder “que engraçado!” tem um significado, mandar 😂 tem outro. Reagir com um ❤️ é diferente de falar “amei”. Um emoji bem colocado é um apoio à sua mensagem inicial, ajudando a dar clareza e garantir que você seja interpretado do jeito certo.

92% da população online usa emojis, e uma das coisas mais interessantes sobre eles é justamente o fato de não serem uma linguagem própria. Na verdade, eles operam junto da sua língua, servindo como um aprimoramento da comunicação digital.

Os emojis se tornaram uma das formas de comunicação de maior sucesso da história. Hoje, eles são sinônimo de linguagem online – é quase impossível escapar deles dentro das redes. Contudo, dentro do escritório, ainda existem receios quanto ao seu uso. Será que emojis combinam com o ambiente profissional? 🤔 Descubra as duas faces dessas carinhas amarelas acessando a matéria aqui.

Ilustração de duas amigas tomando café em um parque.
(Amr Bo Shanab/Getty Images)
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Quer assumir um cargo de CEO? O segredo pode estar nas suas amizades

Diretora-geral da Audible no Brasil, Adriana Alcântara está lançando o livro (e audiolivro) Conexões: A importância de criar vínculos na jornada profissional

A obra é baseada em seus mais de 30 anos de carreira. Nela, Alcântara busca contar sua trajetória profissional do começo ao fim: sem esconder os erros, acertos e aprendizados. Especialmente, sobre as pessoas que permitiram com que ela se levantasse, de novo e de novo, ao longo do caminho. Em especial, de suas amizades femininas.

“Temos a impressão de que o trabalho está relacionado a um ambiente austero. Mas quero provar o contrário: praticamente todas as minhas amizades da vida adulta vêm do mundo corporativo”, afirma Adriana. Em conversa com a Você S/A, ela defende que, se você passou pela sua carreira até agora sem conquistar nenhum amigo, está fazendo algo de errado.

Você pode encontrar a conversa completa com ela aqui.

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