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Startup: o que é e como funciona

O que significa ser uma startup e por que é diferente de ser uma empresa

Por Suria Barbosa, do Na Prática Atualizado em 4 mar 2020, 15h01 - Publicado em 4 mar 2020, 15h00

A palavra startup está sendo cada vez mais utilizada. No Brasil, Nubank, GuiaBolso, QuintoAndar, Loggi, Contabilizei, Creditas e Amaro são startups. A Uber, o Airbnb, Instagram e Pinterest também já foram startups – hoje são companhias multimilionárias.

Mas o que, de fato, significa ser uma startup? Por que é diferente de ser uma “empresa”? Você tinha ou acabou de começar a ter essa dúvida?

Uma startup é uma empresa que está em seu início, sem plano de negócios ou produto completamente definido. Um supermercado nunca passa pela fase de ser uma startup, por exemplo, porque já nasce com mercado e um modelo de operações. De outro lado, quando uma startup encontra um modelo de negócios e um produto certo para o mercado, ela se torna uma empresa.

O que é startup: principais particularidades

Há outras características que diferem elas das companhias regulares, principalmente as três que destacamos a seguir:

Diferença nº1

As possibilidades de crescimento das startups são maiores

As startups são projetadas para crescer rapidamente. Na prática, isso significa que elas têm algo que podem vender para um mercado muito grande. Para a maioria das empresas comuns, esse não é o caso.

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Essa é uma das razões pelas quais a maioria das startups são de tecnologia. Apesar de não ser um dos requisitos pertencer desse ramo, as empresas online podem chegar mais facilmente a um grande mercado do que as que são offline.

  • Diferença nº2

    O meio de financiamento das startups é outro

    As startups buscam investimento financeiro de forma diferente da maioria das pequenas empresas. Elas tendem a depender do capital que vem de investidores anjos ou companhias de capital de risco, enquanto as companhias regulares geralmente contam com empréstimos e doações.

    Nesse modelo, os empreendedores que fundam as startups costumam contar com influência dos investidores nas tomada de decisões, ou até na forma de conselhos. Nessas empresas o papel dos investidores é maior exatamente porque por estarem tomando um risco tão grande.

  • Diferença nº3

    As startups têm uma estratégia de negócios “final”

    Em um negócio tradicional, não é preciso ter uma estratégia “de saída” logo no começo. O dono é totalmente responsável pelo futuro da sua empresa e dependerá dele administrá-la pelo resto da vida ou decidir vender, fundir ou lançar no mercado de ações.

    Para conseguir financiamento, os fundadores de uma startup precisam ter definido o que planejam fazer com a companhia e como os investidores serão recompensados durante esse tempo e depois dele, quando o empreendedor decidir vender ou fundir a startup com outra companhia.

    Você sabe o que é um startup unicórnio?

    Em 2019, o Brasil fechou o ano com cinco novas startups unicórnios . Entenda o que isso é veja quais são na matéria a seguir:

    Brasil se consolida como 3º maior criador de novas startups unicórnio

    • Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal da Fundação Estudar
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