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Inovação aberta acelera os avanços na saúde

A formação de ecossistemas colaborativos, envolvendo grandes empresas, startups, parceiros, colaboradores e usuários do sistema, vem transformando o setor

Por Abril Branded Content Atualizado em 11 jul 2022, 12h21 - Publicado em 8 jul 2022, 09h14

Poucas semanas depois do início da pandemia, a Dasa, maior rede de saúde integrada do país, se tornou a primeira empresa a oferecer o teste padrão-ouro para diagnóstico da doença no Brasil. Para isso, aproximou ciência e tecnologia. Aplicou todo o seu know-how para desenvolver a pesquisa do RT-PCR na saliva, assim como os testes de anticorpos neutralizantes. 

Nos meses que se seguiram, desenvolveu o maior banco privado de mapeamento genético das diferentes variantes do novo coronavírus. E construiu, com apoio do Banco Alemão de Desenvolvimento, um algoritmo capaz de identificar, com precisão, a gravidade do caso de cada paciente infectado com o novo coronavírus.

Só foi possível agir tão rápido porque, desde 2018, a Dasa investe na formação de um ecossistema colaborativo de inovação aberta, que envolve grandes empresas, startups, parceiros, colaboradores e usuários do sistema.

Na época, a companhia criou a área de Inovação Aberta e Relacionamento com Startups, cuja primeira iniciativa foi a inauguração do Cubo Health. Desde então, foram mais de 330 startups de tecnologia de saúde mapeadas, mais de 25 desafios lançados, mais de 20 protótipos com startups, seis contratações de startups e 35 startups no portfólio.

“A inovação aberta permite extrair o melhor de ideias, pensamentos, processos e pesquisas. Assim, melhora produtos, entrega melhores serviços para os clientes e aumenta a eficiência, reduzindo custos”, explica Victor Gadelha, head de inovação médica em hospitais da Dasa.

Victor Gadelha, head de inovação médica em hospitais da Dasa
Victor Gadelha, head de inovação médica em hospitais da Dasa – Dasa/Divulgação

Área de engajamento

Ao iniciar essa revolução em processos, buscando o desenvolvimento de ações colaborativas, a Dasa contribui para transformar a saúde – está entre as cinco melhores da categoria no ranking Top Open Corps 2021, divulgado pela 100 Open Startups, que aponta que 164 corporações do setor estabeleceram 501 relacionamentos de negócios com 207 startups no período, um crescimento de 56% em relação ao ano anterior.

A companhia também lidera uma tendência que se estende para todo o setor de inovação no país. De acordo com o Panorama da Open Innovation & Startups no Brasil, o número de relações de inovação aberta entre corporações e startups saltou de 8 050, em 2019, para mais de 26 000 em 2021. Em 2022, a empresa, que já se apoia no Instituto de Ensino e Pesquisa da Dasa (IEPD) para integrar a expertise da prática clínica com a geração de conhecimento científico, criou uma área exclusiva para engajamento com startups.

“Quanto mais o setor se abre para a contribuição, mais rápido inova. A essência da inovação é aberta”, avalia Fabiana Salles, diretora de engajamento com startups. “O setor ainda é muito fragmentado, mesmo que haja uma enorme interdependência entre os players. A parceria com startups permite inovar em diferentes frentes, do diagnóstico aos sistemas de pagamento”, completa a executiva. 

Fabiana Salles, diretora de engajamento com startups -
Fabiana Salles, diretora de engajamento com startups – Dasa/Divulgação
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Nessa via de mão dupla, as startups também avançam. “À medida que interagem com as empresas, elas aprendem a buscar soluções sob demanda e escaláveis”, reforça Gadelha. “Desde 2020, temos visto novas modalidades de healthtech nascer, em áreas como monitoramento remoto de pacientes e health analytics.”

O cenário está mais dinâmico e mais integrado. “Em 2021, desenvolvemos 11 provas de conceito, e sete foram aprovadas para ganhar escala, um indicador excelente”, afirma Gadelha. “Antes demorávamos cerca de seis meses para desenvolver uma prova de conceito, agora só precisamos de três meses, mas claro que esse tempo pode variar de acordo com a complexidade da solução que queremos testar.”

Entre as ações de engajamento está o Dasa Pulsa, primeiro programa de aceleração para startups da companhia, realizado em parceria com a Liga Ventures. O objetivo é fortalecer a relação da empresa com o ecossistema de startups de diversos segmentos, estabelecendo parcerias para a geração de novos negócios e soluções.

Cases de sucesso

Os resultados são visíveis e se traduzem em cases como o da UpFlux, empresa parceira com soluções em mineração de dados e processos e de gestão em saúde que contribuiu para um incremento de eficiência do time de processos e qualidade da Dasa. Outro exemplo de ação bem-sucedida foi conduzido pela Neomed, plataforma de laudo para exames de cardiologia que reduz o tempo necessário para apresentar os resultados dos exames.

“Não se trata apenas de tecnologia, mas de implementar uma mudança cultural que valoriza a integração de processos e rotinas”, diz Sergio Ricardo, VP de estratégia, jurídico e ESG da Dasa. “A open innovation torna o setor mais eficiente e valoriza, enfim, o vínculo. Finalmente, vamos sair da era em que o setor investia apenas em tecnologia dura, com foco apenas em máquinas e equipamentos. Assim, conseguimos avançar no cuidado da jornada das cerca de 20 milhões de pessoas que a companhia atende todos os anos.”

Sergio Ricardo, VP de estratégia, jurídico e ESG da Dasa -
Sergio Ricardo, VP de estratégia, jurídico e ESG da Dasa – Dasa/Divulgação
Closed innovation permanece relevante

Equipe multidisciplinar da Dasa se apoia no maior data lake privado do país

A inovação aberta caminha em paralelo com a closed innovation, caracterizada pelo investimento em iniciativas proprietárias da empresa. “Com a open innovation, a empresa cresce de forma constante, acompanhando as tendências de mercado e até criando novos modelos de negócios. Com a inovação fechada, ela tem o potencial de trabalhar mais próximo do core business e pode gerar soluções que a diferenciam a longo prazo”, compara Victor Gadelha, head de inovação médica em hospitais da Dasa.

É por isso que a Dasa investe em desenvolvimento próprio, conduzido por uma equipe multidisciplinar formada por cientistas, engenheiros de dados, arquitetos de solução, projetistas de redes neurais, desenvolvedores, bioinformatas e médicos.

Eles têm acesso ao maior data lake privado do Brasil, com 5 bilhões de dados, 50% deles interoperáveis, que contribuem para o cuidado da saúde, com oferecimento de uma medicina preditiva, preventiva e humanizada. “Nosso foco é na saúde, e não na doença”, explica Sergio Ricardo, VP de estratégia, jurídico e ESG da Dasa.

A companhia mantém ainda o DasAInova, com time dedicado exclusivamente à inteligência artificial, criando modelos, validando algoritmos e integrando dados para conferir mais agilidade e assertividade aos laudos de exames, além de melhorar produtividade, reduzir custos, automatizar atividades operacionais e oferecer informações em tempo real. Hoje, são dez projetos de AI em funcionamento e há 16 em andamento. 

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