Coronavírus: 6 dicas para pequenas empresas sobreviverem à crise

Os segmentos mais afetados, segundo o Sebrae são turismo, alimentação fora do lar, feiras livres e varejo tradicional

O Sebrae lançou um documento com orientações sobre como os donos de pequenas empresas podem realizar o controle das finanças mais preciso diante de complicações nos negócios por conta do coronavírus.

As empresas já registram redução no movimento de clientes, faturamento menor, redução na produção, dentre outros efeitos da pandemia. Os segmentos mais afetados, segundo o Sebrae são turismo, alimentação fora do lar, feiras livres e varejo tradicional. Na quarta-feira, 18, o governador João Dória determinou o fechamento de shoppings a partir da próxima semana e até o dia 30 de abril.

O Guia e um Infográfico sobre o assunto já estão disponíveis no site do Sebrae. “A ideia é criar uma rede de apoio aos empreendedores que desempenham um papel estratégico no desenvolvimento da economia brasileira (99% dos negócios do país são de micro e pequenas empresas) e hoje respondem por 27% do PIB nacional, ou seja, quase um terço de toda riqueza produzida no país”, afirmou o presidente do Sebrae, Carlos Melles, em nota.

 6 dicas do Sebrae para as pequenas empresas

  1. Faça uma previsão das despesas para um período de dois ou três meses. Se possível, identifique esses valores de acordo com o tipo de despesas.
  2. Procure negociar as despesas com maior impacto no seu negócio.
  3. Evite fazer alguma despesa que não seja extremamente necessária para a continuidade dos negócios.
  4. Procure negociar também as despesas bancárias, buscando um prazo maior para o pagamento dos seus compromissos.
  5. Estude a possibilidade de realizar promoções de produtos que estejam no estoque há muito tempo e disponibilize serviços de entrega para manter o nível de compra dos clientes. A ideia é aumentar o faturamento.
  6. É importante saber que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está apoiando empreendedores que estejam enfrentando dificuldades em função do coronavírus. Os cinco maiores bancos do país, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú Unibanco e Santander, anunciaram que vão prorrogar, por 60 dias, os vencimentos de dívidas de micro e pequenas empresas e também de pessoas físicas, para os contratos vigentes em dia e limitados aos valores já utilizados. A notícia foi divulgada após o Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciar medidas de contenção aos efeitos do Coronavírus. Na prática, os bancos ficam dispensados de aumentarem o provisionamento (recursos que têm de ser mantidos em caixa para o caso de eventuais perdas) no caso de renegociação de operações de crédito a ser realizadas nos próximos 6 meses.

 

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