Como desenvolver a criatividade, competência à prova de robôs

No 22º episódio do Rádio Peão mostramos o que fazer para ter ideias mais originais

Definida pelos dicionários como a capacidade, nata ou inata, de criar, inventar e inovar, a criatividade ganha cada vez mais importância no mercado de trabalho. Isso porque, muito em breve, os robôs estarão executando todas as tarefas que hoje realizamos no “piloto automático”, em planilhas de Excel e afins. E quem não for capaz de ter novas ideias ficará para trás.

Em um de seus relatórios sobre o futuro do trabalho, por exemplo, o Fórum Econômico Mundial apontou que a originalidade é “a” habilidade do futuro. Já um levantamento do LinkedIn, feito em 2018, revelou que a criatividade foi a soft skill mais procurada em ofertas de emprego daquele ano, à frente de persuasão, colaboração e adaptabilidade.

Isso não acontece sem razão. Companhias com capacidade criativa são mais lucrativas. Um estudo global conduzido pela Adobe mostrou que os negócios que investem em criatividade possuem 83% mais probabilidade de promover inovação, 80% mais chance de ter clientes satisfeitos e 73% mais possibilidade de obter sucesso financeiro.

E, se você não se considera muito criativo, lembre-se da definição dos dicionários: a criatividade é um talento nato ou inato. Ou seja, não é coisa de artista ou de grandes gênios – qualquer um pode desenvolver essa habilidade.

É justamente isso que vamos discutir no 22º episódio do Rádio Peão, o podcast semanal da VOCÊ S/A. No primeiro bloco, debateremos sobre qual é o papel da criatividade dentro das organizações. No segundo, vamos mostrar de que maneira podemos nos tornar profissionais mais propositivos, inventivos e inovadores.

Neste bate-papo, as editoras Elisa Tozzi e Mariana Poli conversam com Denilson Shikako, fundador da consultoria de inovação Fábrica de Criatividade, e Edu Albuquerque, head de inovação da Escola Conquer.

Ouça o episódio completo aqui:

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