CI&T abre 500 vagas com chance de home office. Veja como é trabalhar lá

Funcionários contam que o ambiente de trabalho tem videogame, sinuca, massagem e dão dicas para passar no processo seletivo

São Paulo – A multinacional CI&T está contratando profissionais para sua sede em Campinas (SP) e para as cidades de São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG).

 São 500 vagas e a maior parte é para desenvolvedores em diversas linguagens e tecnologias como Java, Android, iOS e .Net; profissionais de arquitetura de software; análise e engenharia de dados; designer de produtos; entre outras posições ligadas à tecnologia. Os interessados em se candidatar devem acessar o site de recrutamento: ciandt.com/carreiras/we-are-hiring

Com 2,5 mil funcionários, a CI&T tem política de home office e horários flexíveis. “Em um mundo altamente conectado, poder equilibrar a vida pessoal com a profissional, sem pressão de horários e sim de entrega de impacto e valor são mimos insubstituíveis”, diz Vinícius Lucas Gomes, gerente executivo e head de engenharia.

Além desse, benefícios como gympass, licença paternidade estendida, auxílio creche, o programa Give me a Break (que incentiva atividades em grupo) e os conteúdos oferecidos pela CI&T University são elogiados pelos funcionários consultados para esta reportagem.

O ambiente de trabalho também é bastante celebrado. “Sempre me senti muito confortável e acolhido no ambiente da CI&T, temos videogame, sinuca, cadeira de massagem e muitos eventos descontraídos com muitos lanches”, diz o estagiário da área de desenvolvimento Eduardo Albuquerque.

O fato de ser uma multinacional também é um atrativo para os funcionários. “Hoje a CI&T tem diversos escritórios – (RJ, SP, BH, EUA, China, etc) com isso, temos a liberdade de trabalhar deles trazendo um dinamismo e uma liberdade bem interessante – além de toda estrutura que os prédios oferecem (salas para design Sprint e garagem de inovação, por exemplo)”, diz a gerente de marketing Natália Magalhães Aguiar.

Cesar Gon, presidente da empresa, diz que há oportunidades de carreira para diferentes profissionais.  “Apostamos no valor das pessoas e na formação de times com múltiplos perfis e experiências”.

A seguir confira o relato de funcionários que toparam explicar seus desafios rotineiros, dar dicas e contar como foi o processo seletivo para entrar na empresa.  Do recém-contratado CSO, o executivo responsável por reforçar a estratégia da empresa ao jovem estagiário, reunimos as impressões de profissionais de diferentes níveis hierárquicos sobre como é trabalhar na CI&T.

Bob Wollheim, 57 anos, CSO (Chief Strategy Officer)

Bob-Wollheim: CSO da CI&T

Bob-Wollheim: CSO da CI&T (CT&T/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 1 mês

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T? Uma empresa à frente do seu tempo, que tem na Adhocracy – Adocracia, sistema organizacional  com foco em solução de problemas por times multidisciplinares – um modelo de gestão, que inova na forma de gerir e pensar o seu próprio negócio, que ajuda grandes empresas a se reinventarem e que faz tudo isso pensando tanto no lado técnico quanto no humano.

O que é mais desafiador na sua rotina? Penso que talvez o fato de sermos uma multinacional brasileira que está conquistando o mundo e estamos crescendo em ritmo exponencial. Vou ter que acelerar mais do que já acelero.

No processo seletivo o que foi mais difícil? Resistir a ansiedade! Meu processo foram 12 conversas com os principais líderes da empresa, não exatamente entrevistas, então a cada conversa eu fui ficando mais e mais empolgado. No final, eu já estava falando “nós isso, nós aquilo”. Conforme fui conhecendo mais a empresa, mais interessante ela se mostrava.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T? Se você quer ficar na zona de conforto, esquece. Essa empresa não é para você. Se quer, por outro lado, crescer, profissional e pessoalmente, recomendo ficar de olho nas vagas!

Paola Moortgat Santos, 35, anos, scrum master

Paola Santos: scrum master na CI&T

Paola Santos: scrum master na CI&T (CI&T/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 2 anos e 11 meses 

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T? A cultura da CI&T, que é diferente de todas as outras empresas. É uma companhia que pensa primeiramente no colaborador, no respeito e no desenvolvimento de cada um.

O que é mais desafiador na sua rotina? Lidar com pessoas, aprender com elas, ajudar no seu desenvolvimento.

No processo seletivo o que foi mais difícil? O processo para mim foi muito tranquilo, com entrevistas diretas e coerentes com a vaga para a qual havia me candidatado.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?  Seja você mesmo, seja honesto, dê o seu melhor e você conseguirá chegar aonde deseja, com uma excelente qualidade de vida dentro da CI&T.

Natália Magalhães Aguiar, 30 anos, gerente de marketing

Natália Magalhães Aguiar: gerente de marketing na CI&T

Natália Magalhães Aguiar: gerente de marketing na CI&T (CI&T/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 1 ano

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T? Três pontos me surpreenderam muito (positivamente) no começo: a cultura de gestão e valores que preza pela transparência, respeito e empatia, o plano de desenvolvimento de pessoas, que tem métricas bem claras e justas, o fato de ser uma multinacional brasileira. Isso dá um baita orgulho.

O que é mais desafiador na sua rotina?Hoje todos os líderes da CI&T têm treinamento de coach e liderança lean para que possam somar e criar times cada vez mais autônomos, empoderados e propositivos. Com isso, vindo de um mercado com a cultura bem diferente, tenho aprendido cada dia com esse novo formato – do qual concordo 100%, e é o meu maior desafio.

No processo seletivo o que foi mais difícil?A parte de convencimento de que eu era uma profissional que estava  realmente disposta a uma verdadeira mudança de mentalidade sobre os modelos de negócio e liderança.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T? Prepare-se para aprender algo novo sempre! Modelos engessados não existem na CI&T. Aqui, você irá reaprender tudo sobre cultura de uma empresa, liderança e modelos de times. É um grande desafio, mas vale cada minuto.

Gregori Lopes, 35 anos, UX/UI Designer

Gregori Lopes: UX/UI Designer na Ci&T

Gregori Lopes: UX/UI Designer na Ci&T (CIT/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 1 ano e 5 meses

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T?
Para mim é muito importante poder colaborar, estar em um lugar que respeite absolutamente a todos e ser ouvido, então logo no início percebi que tinha feito uma boa escolha.

O que é mais desafiador na sua rotina?
Tem dois pontos que considero desafiadores e motivadores: um está na raiz da função de um designer que é entender tantos pontos de vistas diferentes, se aprofundar em problemas e contextos totalmente novos e usar diversos mecanismos para ver com o olhar de quem realmente vai usar o produto. O outro ponto é devido à natureza da oferta da CI&T. As empresas nos contratam para os ajudarmos a se transformarem, então, naturalmente, esse processo de transformação cultural ainda é bem difícil, ainda mais quando falamos de empresas enormes.

No processo seletivo o que foi mais difícil?
O processo é bem estruturado e de acordo com a função que exerço hoje. O mais difícil foi o teste, sem dúvidas. Quando você está fazendo um teste, sempre rola aquela dúvida se fez o melhor, se é suficiente, mesmo que você domine o que faz, sempre bate a insegurança e o nervosismo e isso pode até atrapalhar o desempenho.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?
Se prepare, leia muito sobre a história da CI&T, sobre Lean, agile, transformação digital, business impact, sobre nossos pilares, cultura e oferta de negócio, saiba com quem está falando e o que é cobrado para a vaga que quer ocupar.  Sendo mais específico, eu diria para estar pronto para algumas das principais características do nosso dia a dia, como trabalhar colaborativamente, evitar certezas absolutas, ser apaixonado pelo problema, estar em um eterno ciclo de aprendizado, ser curioso, não ter medo de errar, se autogerenciar e se comunicar bem.

Eduardo Bovolenta de Albuquerque, 22 anos, estagiários da área de desenvolvimento

Eduardo Bovolenta de Albuquerque: estagiário na CI&T

Eduardo Bovolenta de Albuquerque: estagiário na CI&T (CIT/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 9 meses

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T?
Trabalhar na CI&T é um privilégio principalmente por estar perto de pessoas que são referência no que fazem. Toda a cultura do CI&T e a preocupação com inclusão faz a gente se sentir “em casa”, aliás, “desenvolvemos pessoas antes de Software”.

O que é mais desafiador na sua rotina?
Estar em um ambiente extremamente inovador demanda uma enorme abertura a conhecer coisas novas. O maior desafio é se reinventar sempre e absorver todo conhecimento que este ambiente promove.

No processo seletivo o que foi mais difícil?
A seleção foi diferente dos processos tradicionais, com desafios em equipe contextualizados e tudo feito de forma lúdica. Saber como trabalhar em equipe e exercitar o teamwork com tempo limitado para mostrar resultados foi um grande desafio.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?
Diria para a pessoa não ter medo de coisas novas. Aqui as coisas fluem numa velocidade gigante e a todo momento estamos aprendendo e evoluindo.

Daniel Marcos Pereira , 34 anos, analista de employer branding 

Daniel Marcos Pereira: analista de employer branding

Daniel Marcos Pereira: analista de employer branding (CIT/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 4 anos e 7 meses

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T?
A cultura! A cultura de valorização das pessoas, valorização da diversidade e do respeito, brilharam os meus olhos e ficou evidente o quão assertivo fui ao escolher a empresa como lugar para se trabalhar.

O que é mais desafiador na sua rotina?
Quando falamos em proporcionar a melhor experiência para as nossas pessoas e as pessoas externas com a marca da CI&T. Entendemos que “experiência é algo bem particular”, atender a todos só é possível quando escutamos as pessoas e fazemos juntos com elas!

No processo seletivo o que foi mais difícil?
Processo seletivo é sempre algo que gera muita ansiedade e até mesmo uma certa angústia. Ainda mais quando você concorre uma oportunidade onde deseja fazer carreira. Na CI&T tive um processo completamente diferente dos demais vividos no mercado.  Foi leve, humanizado e que me permitiu ser eu mesmo e demonstrar minhas habilidades e competências.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?
Para você que quer fazer sua carreira conosco, a dica é: pense fora da caixa, goste de muito de desafios. Seja livre de preconceitos, seja aberto ao aprendizado e curta muito trabalhar em equipe!

Dayani Oliveira, 36 anos, gerente de arquitetura

Dayani Oliveira: gerente de arquitetura da CI&T

Dayani Oliveira: gerente de arquitetura da CI&T (CI&T/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 7 anos e 5 meses

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T?
A CI&T é uma empresa diferente de todas as outras que trabalhei, tem um ambiente agradável muito familiar, repleto de pessoas inspiradoras, onde temos liberdade e acesso a todos independente do cargo. Tem um plano de carreira sólido e um programa de reconhecimento que ajuda a manter o time engajado. Tecnicamente, estamos sempre buscando aprender novas tecnologias, trocando conhecimento e buscando uma melhor forma de desenvolver software.

O que é mais desafiador na sua rotina?
Não ter rotina, preciso me reinventar a cada ciclo, estou sempre fora da zona de conforto.  Percebo a minha evolução a cada novo desafio, tanto tecnicamente, como na forma de me comunicar com time e cliente.

Dos mimos (benefícios) oferecidos pela empresa qual mais o agrada?
Gympass, celebrações e Give me a Break (Programa que incentiva atividades em grupo).

No processo seletivo o que foi mais difícil?
Processo seletivo é sempre difícil, mas manter a calma ajudou bastante para conseguir resolver o desafio e setar as expectativas.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?
Procure por algo que você tenha orgulho e prazer em fazer, tenha humildade para aprender e ensinar, não espere ficar na zona de conforto.

Patrícia Tieme Miyazima, 28 anos,  designer de comunicação

Patrícia Tieme Miyazima: designer de comunicação

Patrícia Tieme Miyazima: designer de comunicação (foto/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 2 anos e 9 meses ( entrou como estagiária)

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T?
As pessoas e o ambiente de trabalho que estimulam a autonomia e criatividade, permitindo que eu pudesse ser eu mesma e experimentar novas ideias.

O que é mais desafiador na sua rotina?
As rápidas mudanças da área e a diversidade dos desafios que aparecem. Sempre estamos com novas ideias e novas estratégias para testar e atender as necessidades.

No processo seletivo o que foi mais difícil?
O meu próprio medo. Eu cheguei bem de paraquedas no processo de estágio. Eu tinha muito receio que a empresa olhasse só para o aspecto técnico e descobrissem que eu não era uma programadora afiada. Ainda bem que aqui o processo seletivo tem outra pegada. Já durante a recepção fiquei mais tranquila, os recrutadores me acalmaram e foram bem receptivos, até me trouxeram comida e água. Depois disso, tentei o meu melhor para resolvermos os problemas em equipe, que não eram nada fáceis.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?
Sempre bom ter uma bagagem, mas vem com muita vontade aprender e amor, aqui sempre queremos trazer o melhor das pessoas.

Maison de Paula Chaves, 30 anos, desenvolvedor

Maison de Paula Chaves: desenvolvedor na CI&T

Maison de Paula Chaves: desenvolvedor na CI&T (foto/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 1 anos e 11 meses

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T?
O ambiente foi um grande diferencial, todas as pessoas que tive contato foram super receptivas e a liberdade que nós temos, seja na hora de vestir ou no horário flexível.

O que é mais desafiador na sua rotina?
Hoje estou em um time que conta com pessoas em três localidades – Belo Horizonte, Campinas e San Antonio – e isso gera várias dificuldades por conta da distância, mas durante o tempo em que estou nesse projeto, aprendi a superar junto com o time.

No processo seletivo o que foi mais difícil?
Acho que a entrevista com o RH. A CI&T é muito preocupada com a parte pessoal e sempre tenta trazer pessoas que estejam em sintonia com a sua cultura.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?
Estude inglês. Com a expansão de contratos internacionais, muitas oportunidades surgiram para quem está afiado no idioma

Vinícius Lucas Gomes, 37 anos, gerente executivo/ head de engenharia

Vinícius Lucas Gomes, gerente executivo, head de engenharia na CI&T

Vinícius Lucas Gomes, gerente executivo, head de engenharia na CI&T (foto/Divulgação)

 Há quanto tempo está na empresa: 14 anos e 5 meses 

O que achou mais legal ao começar a trabalhar na CI&T?
Cultura de liberdade, de desenvolvimento profissional e um alto volume de pessoas inspiradoras e altamente capazes. Uma liderança executiva que sempre direcionou a empresa para o caminho do crescimento de forma perene e que nos coloca entre as principais empresas brasileiras do setor de tecnologia e práticas de inovação.

O que é mais desafiador na sua rotina?
Não ter uma rotina. Poder identificar as prioridades por mim mesmo, ao mesmo tempo apoiado por norteadores corporativos. Poder criar e escolher missões ao qual eu me conecto e sentir que posso colocar o meu melhor à serviço da empresa.

No processo seletivo o que foi mais difícil?
Em 2005, tive que sair de minha cidade natal, uma grande cidade, para buscar oportunidades fora, em Campinas. Uma mudança que eu sabia que agregaria muito pessoalmente e profissionalmente, e que por força do destino, acabou me trazendo de volta à Belo Horizonte.

Que dica daria a quem pensa em trabalhar na CI&T?
Me preparei muito para conhecer a empresa, e ter a certeza de que era ali em que eu queria trabalhar. O match de propósito da pessoa com a empresa é fundamental. Tecnicamente falando, é importante também que a pessoa demonstre o seu conhecimento de forma aberta, deixando claro os pontos em que pode agregar à empresa, e também sobre o que não tem conhecimento.

Metodologia Lean: é a base da organização de trabalho da empresa

Metodologia Lean: é a base da organização de trabalho da empresa (CI&T/Divulgação)

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