Nova edição da Você S/A: gestão responsável no futebol, quiet ambition e livros de autoajuda
Revista digital já está disponível na íntegra para assinantes no GoRead. Confira nossas reportagens de março.
O futebol é a paixão (e a decepção) nacional. Não faltam notícias de dívidas bilionárias, atrasos no pagamento de salários, processos na Justiça e recuperações judiciais envolvendo nossos clubes, e praticamente nenhum está a salvo dessa lama. Por isso, os torcedores brasileiros começaram a entender que, para o esporte ser sustentável, uma boa gestão é fundamental.
Mas o que isso significa, na prática?
Na matéria de capa da nova edição da Você S/A, já disponível para assinantes no GoRead, o repórter Leonardo Caparroz argumenta que a cultura do futebol brasileiro privilegia resultados no curto prazo, o que gera ciclos de dívida que se retroalimentam e dificulta investimentos que dariam frutos mais duradouros, como na infraestrutura dos clubes. Outro ponto sensível seria a inexistência de políticas de compliance, que abre brecha para abusos administrativos e financeiros.
Como já disse Ricardo Gluck, vice-presidente da CBF, “o futebol brasileiro só conseguirá alcançar um novo patamar de excelência se investir em governança, transparência e planejamento de longo prazo”.
Como exemplo de gestão responsável no esporte, a reportagem destrincha o case do Mirassol, time do interior paulista que contrariou todas as expectativas e viveu um conto de fadas no ano de seu centenário, chegando à elite do futebol brasileiro, terminando o Brasileirão em quarto lugar e conseguindo uma classificação inédita na Libertadores. “O ano dourado do clube”, explicamos na reportagem, “foi consequência de um projeto planejado no longo prazo, sustentabilidade financeira e uma gestão eficiente”.
Confira a matéria na íntegra, acessando o GoRead, e confira abaixo uma prévia dos outros conteúdos da edição de janeiro. (Ainda não é assinante? Clique aqui e confira nossas ofertas.)
Como escolher livros de desenvolvimento pessoal?
Esse gênero é um sucesso de vendas porque oferece algo poderoso, a sensação de suporte, ao dar ferramentas úteis para enfrentar desafios do mundo contemporâneo, como a incerteza.
Com ela, o leitor está familiarizado. Sabemos, por exemplo, que 59% dos trabalhadores precisam se requalificar até o fim dessa década, e que 40% das hard e soft skills exigidas pelo mercado devem mudar até lá, segundo o Fórum Econômico Mundial. Que as novas tecnologias, como as ferramentas de inteligência artificial, mudam de maneira cada vez mais acelerada a forma como todos aprendem, trabalham, se informam e relacionam. Sabemos também que, na última década, o sofrimento emocional comprovadamente aumentou ao redor do mundo. Há mais pessoas se sentindo preocupadas, tristes, ansiosas e estressadas.
Por isso, a repórter Luisa Costa preparou um guia rápido para você – que vai procurar nos livros respostas para a angústia existencial, a falta de grana ou a necessidade de virar um eterno aprendiz – fazer escolhas melhores. Confira no GoRead.
Quiet ambition: os estigmas e o que você tem a ganhar
“Durante muito tempo, sucesso profissional teve uma única direção possível: subir. Crescer significava ganhar equipe, ter um cargo maior, assumir uma sala própria e, claro, virar chefe. Se você não queria isso, parecia que estava parando no meio do caminho. Mas essa lógica está mudando.”
Na nova edição da Você S/A, o editor-chefe Alexandre Carvalho explora a tendência da quiet ambition (ambição silenciosa, em bom português), que questiona a necessidade de chegar à liderança para crescer profissionalmente. A matéria defende: dá para evoluir na empresa, ganhar relevância e fazer barulho sem assumir um time. Mas é preciso cuidado e planejamento para não jogar a empregabilidade no buraco. Confira nossas recomendações no texto completo.
Redescubra seu lado artístico e seja protagonista da sua vida
Gordon Mackenzie entrou na Hallmark, originalmente uma empresa de cartões de presente, como desenhista e ilustrador. No alto de sua carreira, ele se tornou o “paradoxo criativo” da empresa, pulando entre os departamentos para ajudar com projetos especiais e agir como um “elo entre o caos da criatividade e a disciplina dos negócios”. Até se aposentar, em 1991, ele defendeu a experimentação dentro do ambiente corporativo – e a ideia de que todos somos artistas de certa maneira.
Em um cenário cada vez mais complexo e imprevisível, são os profissionais mais criativos e autênticos que se destacam. Por isso, no livro Encontre sua voz, a terapeuta e consultora Celine Joppert argumenta que a mentalidade estimulada por Mackenzie pode ser uma vantagem competitiva poderosa.
Para a nova edição da Você S/A, selecionamos dois capítulos do livro recém-lançado. Acesse o GoRead para conferir e boa leitura!





