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Como escolher a plataforma adequada para seu negócio digital

É melhor vender em um marketplace, criar uma loja online ou apelar para as redes sociais? Especialista explica as peculiaridades de cada canal.

Por Redação 7 abr 2026, 17h00 | Atualizado em 7 abr 2026, 18h40
Miniatura de carrinho com mouse em superfície rosa.
 (the_burtons/Getty Images)
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Marketplace, loja online, redes sociais… Escolher o canal de venda é uma decisão crucial para os empreendedores que desejam ingressar no e-commerce, e cada plataforma tem características e desafios diferentes. Como saber qual o caminho certo para o seu negócio?

A escolha depende do tipo de produto que será vendido, do público-alvo da sua empresa e de quantos recursos você tem em mãos, segundo Lucas Trindade, especialista em marketing digital e CEO da agência Colina Tech. 

Não há uma solução única que funcione para todos os negócios, por isso é fundamental avaliar as opções com cuidado antes de se comprometer com uma plataforma específica.

Marketplaces como Amazon, Mercado Livre e Magazine Luiza funcionam como uma ponte entre compradores e vendedores, permitindo que o empreendedor alcance uma base de clientes já estabelecida. Segundo Lucas, é uma boa porta de entrada para iniciantes, porque oferece alcance imediato e confiança do consumidor – além, é claro, da praticidade de não se preocupar com questões logísticas ou de segurança de pagamento. 

Criar a própria loja online, por sua vez, é uma alternativa que dá ao empreendedor mais controle sobre marca, design e operações. Trata-se de um modelo que exige mais investimento inicial e conhecimento sobre o assunto, mas também oferece mais autonomia e maior margem de lucro. 

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“Uma loja própria constrói autoridade da marca e relacionamento direto com o cliente”, afirma Lucas. “Você não depende das regras de terceiros e pode implementar estratégias de marketing digital com liberdade total.”

Redes sociais como Instagram, Facebook e TikTok permitem vender diretamente pelo aplicativo, reduzindo possíveis ruídos e distrações entre a descoberta do produto e a compra em si. É um canal interessante para produtos de consumo rápido e público jovem, segundo o especialista da Colina Tech.

“A venda social é mais informal e engajante, criando comunidade em torno da marca”, afirma Lucas. “Para quem começa, é um canal de custo baixo e alto potencial de viralização.”

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Muitos empreendedores combinam diferentes canais, começando a vender em um marketplace para gerar renda mais rápido, enquanto constroem gradualmente sua loja própria e presença em redes sociais. 

Lucas recomenda que os iniciantes não façam escolhas apressadas: “Comece por onde seu público está. Pesquise, teste e aprenda com dados reais antes de aumentar investimentos. O mercado online é dinâmico e recompensa quem se adapta rapidamente às mudanças”.

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