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Seu emprego corre perigo?

Quem almeja ter uma carreira sólida e bem administrada deve sempre preservar o emprego. A pessoa só deve deixá-lo se e quando quiser. Perder o emprego, em qualquer circunstância, traz problemas, mesmo quando a pessoa estava almejando mudar de empresa. Nesse caso, é melhor sair de modo refletido, planejado e comandado. É fundamental, então, que a pessoa se mantenha alerta para preservar seu emprego. O teste abaixo, curto e direto, vai ajudar você a refletir sobre o assunto. Responda as perguntas e veja os resultados adiante. Após o teste você poderá ler um artigo que vai mostrar como adotar uma eficiente estratégia de preservação do emprego. O teste e o artigo foram elaborados pela Psicóloga Neli Barboza, Gerente de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos.
    • 1. VISÃO. Modos de ver a si mesmo, os outros e o mundo podem ser produtivos ou negativos. Algumas formas de ver improdutivas e perigosas para o emprego: julgar-se imune à demissão, ter confiança exagerada em si mesmo, ser arrogante, pensar que sabe mais que os outros, achar que o novo não funciona. Diz uma Lei de Murphy: "Se tudo parece estar correndo bem, abra os olhos: é você que não está enxergando direito". Você tem uma visão adequada e realista de sua qualificação, de sua importância para a empresa, de sua empregabilidade?
    • a) Sim
      b) Não

  • 2. QUALIFICAÇÃO. O mercado evolui e estabelece requisitos mínimos de qualificação. Por exemplo: para ocupação de cargos gerenciais, salvo exceção, nos dias de hoje é necessário ter MBA ou pós-graduação equivalente, domínio do inglês, conhecimentos fundamentais de informática. Ser qualificado é ter conhecimento, o histórico e as credenciais adequados. A pessoa pode ter um conhecimento elevado da área, mas, se não tiver a credencial do MBA, poderá não ser aceita para a disputa do cargo. O ideal é que a pessoa tenha qualificação pelo menos um pouco acima do exigido pelo cargo - para sustentar-se nele é necessário ser capaz de ir além. Mais que isso: essa qualificação tem de ser adequada quando comparada à de outros profissionais do mercado (e não apenas aos da empresa). Você tem qualificação superior às exigências imediatas do cargo?
    • a) Sim
      b) Não

    • 3. DESEMPENHO. Desempenho sofrível é o melhor caminho para perder o emprego. Acontece que o desempenho às vezes se degrada sem que a pessoa perceba. Alguns sintomas de que a degradação está ocorrendo: a pessoa não recebe novos desafios, recebe críticas freqüentes, não há reconhecimento, tarefas que seriam naturalmente endereçadas a ela são passadas a outros, os outros não contam muito com ela, os resultados são aquém do esperado e sempre necessitam de justificativas. Nos dias de hoje, a sustentação do emprego requer nada menos que excelência no desempenho. Você diria que seu desempenho tem sido excelente?
    • a) Sim
      b) Não

    • 4. COMPORTAMENTO NO TRABALHO. Comportamento no trabalho. Há alguns comportamentos no trabalho que classicamente levam à demissão, dentre os quais se encontram: relacionamento amoroso conturbado entre colegas, conflitos, participação em "panelinhas" improdutivas, agir ativa ou passivamente contra novidades trazidas pela direção, desqualificação direta ou indireta de superiores ou colegas, críticas ou reclamações renitentes, etc. Pode-se dizer que seu comportamento atual está absolutamente isento desses vícios?
    • a) Sim
      b) Não

    • 5. COMPORTAMENTO FORA DO TRABALHO. Comportamento fora do trabalho. Há comportamentos fora do trabalho que podem: a) afetar o desempenho; b) colocá-lo em risco; c) comprometer o nome da empresa; d) trazer problemas de qualquer natureza para a empresa. Por exemplo: praticar esportes radicais amplia o risco de rupturas na produtividade e desempenho. Outros comportamentos que podem comprometer o emprego: conflitos, direção perigosa crônica, participação em grupos radicais e socialmente menos aceitáveis, exposição inadequada na mídia, etc. Pode-se dizer que seu comportamento fora do trabalho está absolutamente isento desses vícios ou problemas?
    • a) Sim
      b) Não

    • 6. EQUILÍBRIO EMOCIONAL.Equilíbrio emocional. A inteligência emocional vem sendo mais e mais valorizada nas avaliações empresariais. Qualquer quadro emocional que se reflita negativamente no trabalho traz perigo para a sustentação do emprego. Os problemas às vezes decorrem de situação afetiva ou familiar complicada, de expectativas de realização exageradas, de perfil obsessivo ou frustrado, etc. Os problemas principais para as empresas são: instabilidade emocional, irritabilidade, estresse desnecessário, expressão de descontentamento, etc. Pode-se dizer que não há nenhum resquício desses problemas em seu quadro emocional?
    • a) Sim
      b) Não

    • 7. PERCEPÇÃO DO AMBIENTE. Há o ambiente próximo (o departamento, a empresa) e o ambiente mais distante (o mercado). Desses ambientes advêm ameaças, isto é, eventos que trazem perigo para a sua carreira e oportunidades, ou eventos que trazem alternativas de melhora. Perceber o que está acontecendo em volta é fundamental. A pessoa de boa percepção capta os sinais emitidos por chefes, colegas, políticas da empresa, movimento das empresas no mercado, acontecimentos econômicos. Quem tem baixa percepção eventualmente se assusta diante de mudanças com colegas, com o chefe, reformulações na empresa, fusão ou venda da empresa, etc. Diante da surpresa, pode não haver tempo para uma reação racional. Pode-se dizer que você tem uma percepção adequada do ambiente?
    • a) Sim
      b) Não

    • 8. MUDANÇAS NA EMPRESA. Mudanças na empresa. As empresas mudam, para adequar-se às novas exigências do mercado ou aos novos interesses dos acionistas. Quando elas mudam, os empregos correm perigo, pois outras idéias poderão prevalecer, novos modos de fazer as coisas, novas ênfases. Mesmo bons profissionais acabam se tornando desnecessários para a empresa. Pode-se dizer que, de momento, sua empresa não está passando por mudanças de maior vulto e que há pouca probabilidade de que isso ocorra num futuro próximo?
    • a) Sim
      b) Não

    • 9. TRANSGRESSÃO. Há condutas que são menos toleráveis e ampliam significativamente o risco da demissão. Entre essas estão todas as formas de ilícitos, as contravenções, as transgressões sociais ou morais. Nesse grupo se incluem: abuso do álcool, drogas, jogo, compulsões (consumo, sexo, etc.). Pode-se dizer que seu comportamento dentro e fora da empresa está absolutamente livre desses problemas?
    • a) Sim
      b) Não

    • 10. ERROS. Erros derrubam as pessoas. Podem ser erros de conduta, de raciocínio, erros profissionais, erros morais. O fundamental é manter um estado de alerta e envolvimento para evitar os erros de quaisquer tipos. Isso quer dizer escolher certo as tarefas, evitar expor-se em áreas que não domina, recorrer aos recursos certos, pedir ajuda, etc. Pode-se dizer que sua carreira na empresa tem sido marcada por ausência de erros maiores?
    • a) Sim
      b) Não

    • 11. SAÚDE. Problemas de saúde tiram as pessoas do trabalho e comprometem a continuidade da carreira. Assim, é fundamental cuidar adequadamente da saúde - e torcer para que nenhum problema fora de controle venha a comprometê-la. Pode-se dizer que você tem boa saúde?
    • a) Sim
      b) Não

    • 12. RELACIONAMENTOS. O trabalho requer relacionamentos excelentes. Se não há excelência no relacionamento com o chefe, com colegas próximos, com parceiros de outras áreas, ou até mesmo com agentes externos (clientes, fornecedores), o emprego corre perigo. Pode-se dizer que os seus relacionamentos na empresa são excelentes?
    • a) Sim
      b) Não

    • 13. SINTONIA. Cada empresa tem seus valores, uma alma, um código tácito - um conjunto dominante de modos de sentir, pensar e agir construído no correr do tempo. E cada pessoa tem um perfil - jeito de ser, pensar, agir, sentir. Poderá ou não haver harmonia entre a pessoa e os valores da empresa. Quando não há essa sintonia, o emprego corre perigo. Pode-se dizer que há harmonia entre seu perfil e a cultura da empresa?
    • a) Sim
      b) Não

    • 14. PROFISSIONALIZAÇÃO. A carreira e os comportamentos de trabalho têm de ser administrados profissionalmente. Isso quer dizer levar a sério o trabalho e a carreira, ter boas fontes de informação, analisar os problemas devidamente, buscar acertar cada decisão, pedir ajuda profissional quando necessário. Pode-se dizer que seu emprego e sua carreira são devidamente administrados?
    • a) Sim
      b) Não

Resultado

    • 1. VISÃO. Modos de ver a si mesmo, os outros e o mundo podem ser produtivos ou negativos. Algumas formas de ver improdutivas e perigosas para o emprego: julgar-se imune à demissão, ter confiança exagerada em si mesmo, ser arrogante, pensar que sabe mais que os outros, achar que o novo não funciona. Diz uma Lei de Murphy: “Se tudo parece estar correndo bem, abra os olhos: é você que não está enxergando direito”. Você tem uma visão adequada e realista de sua qualificação, de sua importância para a empresa, de sua empregabilidade?

      Sim. Ótimo. Mas, por via das dúvidas, converse com pessoas sensatas de sua confiança e formadores de opinião na empresa e peça-lhes que ajudem você a desenvolver um autoconhecimento excelente.
      Não. Sinceridade já é um bom indício de que você poderá mudar para melhor. Peça ajuda de colegas sensatos, formadores de opiniões na empresa e até de profissionais especializados, se for o caso, para desenvolver uma visão mais adequada de si mesmo, pois isso é fundamental não só para a preservação do emprego, mas também para progresso na carreira e obtenção de qualidade de vida.
    • Sua resposta:
    • 2. QUALIFICAÇÃO. O mercado evolui e estabelece requisitos mínimos de qualificação. Por exemplo: para ocupação de cargos gerenciais, salvo exceção, nos dias de hoje é necessário ter MBA ou pós-graduação equivalente, domínio do inglês, conhecimentos fundamentais de informática. Ser qualificado é ter conhecimento, o histórico e as credenciais adequados. A pessoa pode ter um conhecimento elevado da área, mas, se não tiver a credencial do MBA, poderá não ser aceita para a disputa do cargo. O ideal é que a pessoa tenha qualificação pelo menos um pouco acima do exigido pelo cargo – para sustentar-se nele é necessário ser capaz de ir além. Mais que isso: essa qualificação tem de ser adequada quando comparada à de outros profissionais do mercado (e não apenas aos da empresa). Você tem qualificação superior às exigências imediatas do cargo?
      Sim. Ótimo, mas não pare de andar para frente, pois nos dias de hoje a obsolescência profissional vem rápido.
      Não. Faça um plano de busca da qualificação. Se necessário, sacrifique outras metas (consumo, vida familiar) temporariamente, pois, quando se vai mal na profissão, o resto acaba padecendo também.
    • Sua resposta:
    • 3. DESEMPENHO. Desempenho sofrível é o melhor caminho para perder o emprego. Acontece que o desempenho às vezes se degrada sem que a pessoa perceba. Alguns sintomas de que a degradação está ocorrendo: a pessoa não recebe novos desafios, recebe críticas freqüentes, não há reconhecimento, tarefas que seriam naturalmente endereçadas a ela são passadas a outros, os outros não contam muito com ela, os resultados são aquém do esperado e sempre necessitam de justificativas. Nos dias de hoje, a sustentação do emprego requer nada menos que excelência no desempenho. Você diria que seu desempenho tem sido excelente?
      Sim. Ótimo. Pode-se dizer que o bom desempenho é a melhor proteção de qualquer profissional, em qualquer área. O profissional deve buscar a excelência hoje e preparar-se para manter a excelência amanhã, nas novas condições de trabalho que virão.
      Não. É importante ver por que o desempenho não está em nível de excelência requerido para os dias de hoje. Pode ser que você seja a pessoa certa no cargo ou emprego errado, que haja problemas na área motivacional ou nos relacionamentos. É fundamental não conviver com o mau desempenho. Busque a melhora.
    • Sua resposta:
    • 4. COMPORTAMENTO NO TRABALHO. Há alguns comportamentos no trabalho que classicamente levam à demissão, dentre os quais se encontram: relacionamento amoroso entre colegas, conflitos, participação em “panelinhas” improdutivas, agir ativa ou passivamente contra novidades trazidas pela direção, desqualificação direta ou indireta de superiores ou colegas, críticas ou reclamações renitentes, etc. Pode-se dizer que seu comportamento atual está absolutamente isento desses vícios?

      Sim. Ótimo. Continue assim.
      Não. Mude de vida enquanto é tempo. Qualquer emprego já traz riscos naturais; não os potencialize com comportamento errado.
    • Sua resposta:
    • 5. COMPORTAMENTO FORA DO TRABALHO. Há comportamentos fora do trabalho que podem: a) afetar o desempenho; b) colocá-lo em risco; c) comprometer o nome da empresa; d) trazer problemas de qualquer natureza para a empresa. Por exemplo: praticar esportes radicais amplia o risco de rupturas na produtividade e desempenho. Outros comportamentos que podem comprometer o emprego: conflitos, direção perigosa crônica, participação em grupos radicais e socialmente menos aceitáveis, exposição inadequada na mídia, etc. Pode-se dizer que seu comportamento fora do trabalho está absolutamente isento desses vícios ou problemas?

      Sim. Ótimo. O comportamento fora do trabalho é importante. Isso não quer dizer que o indivíduo deva orientar-se pela empresa em toda a sua vida, mas sim que deve levar a sério o fato de ter ligações profissionais. Precisa prezá-las a ponto de manter-se conseqüente em sua vida.
      Não. A resposta 'não' já indica que você foi capaz de identificar conduta externa não muito adequada. Faça um plano para mudar esse quadro. Seu emprego e carreira agradecem.
    • Sua resposta:
    • 6. EQUILÍBRIO EMOCIONAL. A inteligência emocional vem sendo mais e mais valorizada nas avaliações empresariais. Qualquer quadro emocional que se reflita negativamente no trabalho traz perigo para a sustentação do emprego. Os problemas às vezes decorrem de situação afetiva ou familiar complicada, de expectativas de realização exageradas, de perfil obsessivo ou frustrado, etc. Os problemas principais para as empresas são: instabilidade emocional, irritabilidade, estresse desnecessário, expressão de descontentamento, etc. Pode-se dizer que não há nenhum resquício desses problemas em seu quadro emocional?

      Sim. Ótimo! Tempos difíceis demandam mentes sãs. Preserve esse “patrimônio”.
      Não. Peça ajuda para livrar-se dos problemas que trazem perturbações. Profissionalize a busca de ajuda, se necessário.
    • Sua resposta:
    • 7. PERCEPÇÃO DO AMBIENTE. Há o ambiente próximo (o departamento, a empresa) e o ambiente mais distante (o mercado). Desses ambientes advêm ameaças, isto é, eventos que trazem perigo para a sua carreira e oportunidades, ou eventos que trazem alternativas de melhora. Perceber o que está acontecendo em volta é fundamental. A pessoa de boa percepção capta os sinais emitidos por chefes, colegas, políticas da empresa, movimento das empresas no mercado, acontecimentos econômicos. Quem tem baixa percepção eventualmente se assusta diante de mudanças com colegas, com o chefe, reformulações na empresa, fusão ou venda da empresa, etc. Diante da surpresa, pode não haver tempo para uma reação racional. Pode-se dizer que você tem uma percepção adequada do ambiente?

      Sim. Ótimo! Estar alerta é fundamental. Muitas pessoas são surpreendidas pelas ameaças quando já não há mais nada a fazer para neutralizá-las.
      Não. Leitura, conversa, participação em eventos, estudo... eis algumas maneiras de identificar ameaças com a necessária antecedência. Como se diz na gíria: não durma no ponto. Isso pode trazer conseqüências ruins.
    • Sua resposta:
    • 8. MUDANÇAS NA EMPRESA. As empresas mudam, para adequar-se às novas exigências do mercado ou aos novos interesses dos acionistas. Quando elas mudam, os empregos correm perigo, pois outras idéias poderão prevalecer, novos modos de fazer as coisas, novas ênfases. Mesmo bons profissionais acabam se tornando desnecessários para a empresa. Pode-se dizer que, de momento, sua empresa não está passando por mudanças de maior vulto e que há pouca probabilidade de que isso ocorra num futuro próximo?

      Sim. Pequenas mudanças ou mudanças sob controle são usuais e não trazem problemas maiores. Você está acompanhando tudo, mas mantenha-se alerta!
      Não. Fique atento, converse, busque boa informação, participe. É importante.
    • Sua resposta:
    • 9. TRANSGRESSÃO. Há condutas que são menos toleráveis e ampliam significativamente o risco da demissão. Entre essas estão todas as formas de ilegalidade, as contravenções, as transgressões sociais ou morais. Nesse grupo se inclui: abuso do álcool, drogas, jogo, compulsões (consumo, sexo, etc.). Pode-se dizer que seu comportamento dentro e fora da empresa está absolutamente livre desses problemas?

      Sim. Ótimo! Não se pode fazer pré-julgamento ou julgamento inadequado. Mas, as empresas hoje não toleram determinadas condutas. Alguém com comportamento adequado traz melhores resultados.
      Não. Mude. Sem emprego corre sério perigo. Peça ajuda e ache um jeito de sair da situação. Nos dias de hoje, comportamentos transgressores não são tolerados.
    • Sua resposta:
    • 10. ERROS. Erros derrubam as pessoas. Podem ser erros de conduta, de raciocínio, erros profissionais, erros morais. O fundamental é manter um estado de alerta e envolvimento para evitar os erros de quaisquer tipos. Isso quer dizer escolher certo as tarefas, evitar expor-se em áreas que não domina, recorrer aos recursos certos, pedir ajuda, etc. Pode-se dizer que sua carreira na empresa tem sido marcada por ausência de erros maiores?

      Sim. Pequenos erros decorrentes de boa intenção são naturais. O problema é o erro crônico ou sério. Mantenha-se alerta contra ele.
      Não. Busque uma boa estratégia para corrigir os resultados negativos de erros passados sobre sua carreira e estabeleça mecanismos para evitar erros futuros. Os erros trazem conseqüências graves para o emprego.
    • Sua resposta:
    • 11. SAÚDE. Problemas de saúde tiram as pessoas do trabalho e comprometem a continuidade da carreira. Assim, é fundamental cuidar adequadamente da saúde – e torcer para que nenhum problema fora de controle venha a comprometê-la. Pode-se dizer que você tem boa saúde?

      Sim. Ótimo. Continue assim.
      Não. Cuide da sua saúde. Ela é que poderá garantir uma vida mais produtiva e feliz ao longo da carreira. Não sacrifique a saúde por nada.
    • Sua resposta:
    • 12. RELACIONAMENTOS. O trabalho requer relacionamentos excelentes. Se não há excelência no relacionamento com o chefe, com colegas próximos, com parceiros de outras áreas, ou até mesmo com agentes externos (clientes, fornecedores), o emprego corre perigo. Pode-se dizer que os seus relacionamentos na empresa são excelentes?

      Sim. Ótimo. Bons relacionamentos são fundamentais em qualquer carreira.
      Não. Normalmente as pessoas são contratadas pela competência técnica e demitidas pelo relacionamento inadequado Falhar no relacionamento é imperdoável do ponto de vista de sustentação do emprego e do desenvolvimento na carreira. Por isso, muitas pessoas competentes tecnicamente são fracas em relacionamentos e isso acaba sendo um obstáculo ao seu crescimento. É fundamental melhorar nessa área.
    • Sua resposta:
    • 13. SINTONIA. Cada empresa tem seus valores, uma alma, um código tácito – um conjunto dominante de modos de sentir, pensar e agir construído no correr do tempo. E cada pessoa tem um perfil – jeito de ser, pensar, agir, sentir. Poderá ou não haver harmonia entre a pessoa e os valores da empresa. Quando não há essa sintonia, o emprego corre perigo. Pode-se dizer que há harmonia entre seu perfil e a cultura da empresa?

      Sim. Ótimo: harmonização é a palavra!
      Não. Trabalhar em desarmonia é improdutivo e frustrante. Duas alternativas: mudar seu perfil ou mudar de empresa. Pense nisso. É importante para a sua carreira.
    • Sua resposta:
    • 14. PROFISSIONALIZAÇÃO. A carreira e os comportamentos de trabalho têm de ser administrados profissionalmente. Isso quer dizer levar a sério o trabalho e a carreira, ter boas fontes de informação, analisar os problemas devidamente, buscar acertar cada decisão, pedir ajuda profissional quando necessário. Pode-se dizer que seu emprego e sua carreira são devidamente administrados?

      Sim. Excelente. Levar as coisas a sério, investir em si mesmo, querer acertar. Esse é o jeito das pessoas vencedoras.
      Não. Quem não administra seu futuro vai para onde os ventos levam. E eles podem não levar a bons lugares. É fundamental manter-se no controle, escrever seu próprio destino. Pessoas que deixam as coisas ao acaso fazem um uso menos adequado de seus esforços e talentos.
    • Sua resposta:


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