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O desafio da renda fixa

 10/08/2009

Crédito: Anna Anjos
 - Crédito: Anna Anjos

O poupador brasileiro está desanimado. Já foi bem mais fácil ganhar dinheiro sem trabalhar. As novas regras da caderneta de poupança atingem apenas os mais endinheirados, mas fulminaram a crença de que as regras do produto são perenes. Os fundos de renda fixa, há tempos perdendo desempenho com a queda dos juros, resistem a cobrar taxas menos gananciosas. Mesmo os que cobram menos não conseguem fugir à regra da tributação semestral, que elimina grande parte do desejável efeito juros sobre juros. A baixa rentabilidade dos CDBs é a prova do desinteresse dos bancos por seus clientes.

Ficou mais difícil obter ganhos que superem significativamente a inflação, principalmente para o poupador de menor renda. Difícil, porém não impossível. Está mais do que na hora de sair da zona de conforto e buscar alternativas que não estão nas vitrines, mas sim no fundo das prateleiras das instituições financeiras.

Quem não investe em títulos públicos deve começar a levar em consideração que uma taxa de custódia de 0,3% ao ano é uma boa vantagem sobre as taxas de administração da maioria dos fundos. E, além de não sofrer o come-cotas trimestral do imposto, o investimento em títulos públicos só tem incidência de imposto no resgate - uma boa vantagem para quem se planeja para colher resultados no longo prazo.

Outra categoria de produtos que não costuma atrair o poupador comum são os fundos imobiliários, letras hipotecárias e certifi cados de recebíveis imobiliários. Apesar da isenção de imposto de renda, a pouca oferta de produtos ou a exigência de valores maiores de aplicação inicial era um empecilho. A oferta ainda é limitada, mas já há fundos com investimento mínimo na casa de 1 000 reais.

Não se deve desprezar também as opções de renda fixa no mercado de ações, utilizando derivativos ou alugando carteiras de ações. Tais produtos não são oferecidos por seu gerente de banco. Precisam ser buscados nas instituições certas, mas trazem vantagens interessantes e compensam a pesquisa. Para vencer os ganhos depressivos em seus investimentos, só há um caminho: reconhecer que, para ganhar mais, você precisa trabalhar mais.

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Bruno - Estou querendo fazer um pequeno investimento de curto prazo, pretendo fazer um de 180 dias. Quais são as melhores opções? - 31/08/2009 21:21:07

Ferreira - A rentabilidade dos CDBs realmente está em baixa, porém acredito que nos próximos trimestres a coisa tende a melhorar, eu acho que para os mais conservadores, vale a penas investir no longo prazo visando à menor tributação sobre o rendimento em contra partida concordo com Gustavo com relação aos títulos públicos em relação à taxa de custódia, devemos simular os possíveis tipos de investimentos e simular as taxas, dependendo do valor que deseja aplicar vale muito mais a pena apostar em títulos públicos.Denise, Vera e Viviane ¿ Uma coisa que aprendi ao ler os livros e participando de palestras de Gustavo Cerbasi é que não existe o melhor investimento, devemos aprender sobre o que mais combina com seu perfil, conheço pessoas que não suporta ficar ligado aos homes brokers dos bancos e corretoras privadas, ao invés disto preferem atacar o mercado imobiliário e para isso não é preciso se tornar um corretor ter um leque deles em seus contatos ativos ficar atento aos lançamentos, muitos compram na planta e vendem ao término, desta forma é possível ter um rendimento significativo. Por tanto, se querem saber sobre o que os produtos que os gerentes não oferecem, devem de fato aprender sobre os mais diversos, um contato a mais com corretores e consultores financeiros pode ser um bom começo.Um abraço a todos - 30/08/2009 20:34:52

Ferreira - A rentabilidade dos CDBs realmente está em baixa, porém acredito que nos próximos trimestres a coisa tende a melhorar, eu acho que para os mais conservadores, vale a penas investir no longo prazo visando à menor tributação sobre o rendimento em contra partida concordo com Gustavo com relação aos títulos públicos em relação à taxa de custódia, devemos simular os possíveis tipos de investimentos e simular as taxas, dependendo do valor que deseja aplicar vale muito mais a pena apostar em títulos públicos.Denise, Vera e Viviane ¿ Uma coisa que aprendi ao ler os livros e participando de palestras de Gustavo Cerbasi é que não existe o melhor investimento, devemos aprender sobre o que mais combina com seu perfil, conheço pessoas que não suporta ficar ligado aos homes brokers dos bancos e corretoras privadas, ao invés disto preferem atacar o mercado imobiliário e para isso não é preciso se tornar um corretor ter um leque deles em seus contatos ativos ficar atento aos lançamentos, muitos compram na planta e vendem ao término, desta forma é possível ter um rendimento significativo. Por tanto, se querem saber sobre o que os produtos que os gerentes não oferecem, devem de fato aprender sobre os mais diversos, um contato a mais com corretores e consultores financeiros pode ser um bom começo.Um abraço a todos - 30/08/2009 20:27:41

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