
Paulo Libman, gerente do Bank Boston: surpresa com o feedback do teste
Seja qual for o nome, o processo normalmente parece simples demais para dar certo. Basta responder questões sobre situações cotidianas, indicar frases que combinam com você ou selecionar adjetivos que identificam seu comportamento no trabalho. O resultado, no entanto, costuma surpreender até os mais céticos. Para saber mais sobre as ferramentas utilizadas pelas empresas para traçar diagnósticos de comportamento profissional, acesse o link ao lado: "Conheça os testes mais utilizados no Brasil".
Na edição de fevereiro de VOCÊ S/A, você fica sabendo das principais novidades que estão chegando ao Brasil, de que forma as empresas estão usando os testes de personalidade na hora de contratar e o que a nossa equipe achou de três diferentes ferramentas de avaliação psicológica, depois de testá-las. (Veja matéria completa no link ao lado - Sem Máscaras)
UM EMPURRÃO NA CARREIRA
"No início questionei a eficácia do método. Mas fiquei surpreso com o feedback", diz o paulista Paulo Libman, de 33 anos, gerente de relacionamentos com grandes empresas no BankBoston, em São Paulo. Há pouco mais de um ano, o economista conheceu a ferramenta Disc (baseada na teoria das emoções primárias do psicólogo norte-americano William Marston) durante um processo de coaching na consultoria Crescimentum, em São Paulo. "Levantamos os meus pontos fortes e as características que eu poderia desenvolver", conta Libman. Cruzando essas informações com os meus objetivos principais, ele percebeu que deveria desenvolver o planejamento estratégico. Deu certo. "Superei todas as metas de resultado em 2004", comemora o economista. Conheça outras histórias na edição de fevereiro de VOCÊ S/A.
POLÊMICA
Em 2003, o Conselho divulgou uma lista com os testes psicológicos aprovados e uma relação com os instrumentos que não podem ser utilizados. No ano passado, o Ministério Público Federal entrou com uma ação na Justiça que pede que o Conselho deixe de avaliar esses instrumentos e que esses testes deixem de ser usados e comercializados no país até que o Ministério da Saúde implante mecanismos de avaliação, concessão de registro, fiscalização, venda e uso dessas ferramentas. A questão ainda está sendo julgada.
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