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Cada vez mais profissionais estão descobrindo na ioga uma nova postura para viver e trabalhar melhor

Cada vez mais profissionais estão descobrindo na ioga uma nova postura para viver e trabalhar melhor. Na VOCÊ S/A de fevereiro, você fica sabendo que só nos Estados Unidos, 15 milhões de pessoas fazem ioga. No Brasil, segundo estimativas da União Internacional de Yôga, são 5 milhões de adeptos. Estudos recentes comprovaram que depois de seis meses de prática há uma redução nos níveis de estresse, ansiedade e depressão. Os benefícios vão além da liberação de endorfinas, substâncias que proporcionam bem-estar. A ioga também desenvolve a autoconsciência, a capacidade de manter a serenidade  e de controlar o turbilhão de pensamentos que bombardeiam o cérebro. Sem falar em aprender a ter disciplina e a testar os próprios limites, características que geram efeitos diretos para a carreira.

COMEÇE JÁ

Quem tem mais de 35 anos deve fazer uma avaliação de seu nível de condicionamento físico antes de começar a praticar ioga. Portadores de hipertensão, diabetes, problemas de coluna precisam de supervisão especial. Assim como as gestantes. Também é interessante freqüentar turmas com poucos alunos. "Cada um tem uma condição física diferente, o que exige adaptações e o uso de acessórios na hora de fazer as posturas", diz Silvia Martins Meireles, professora de educação física do laboratório de Biomecânica da USP e professora de ioga pelo Instituto Kaivalyadhama, em Lonavla, na Índia. No mais, é só usar o bom senso quando estiver se exercitando. Dor demais é um sintoma de que alguma coisa está errada. Leia mais sobre o assunto na edição de fevereiro de VOCÊ S/A. No link ao lado - Mente quieta, carreira esperta, você encontra a reportagem completa.

Por Tatiana Schibuola

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