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Setor de seguros procura talento

Há mais empresas operando no setor de seguros e resseguros e, portanto, mais emprego e melhores salários. Quem escreve é José Felipe Vieira, presidente da Aon Risk Services e da Aon Consulting, consultoria de riscos, benefícios e corretagem de seguros

 09/02/2010

Crédito: Roberto Weigand / Baptistão
 - Crédito: Roberto Weigand / Baptistão

Fazer careira no setor de seguros nunca foi tão promissor e atraente como hoje. Desde o fim do monopólio do Instituto de Resseguros do Brasil, em 2007, há mais empresas operando nesse mercado e, portanto, as possibilidades de emprego e salário são maiores. As perspectivas também são muito animadoras com a Copa de 2014, a Olimpíada de 2016, as obras no setor de infraestrutura, o PAC e a exploração da camada do pré-sal.

Nem sempre foi assim. Houve um tempo em que o corretor de seguros era personificado na figura de um homem de meia-idade, vestido de terno e gravata, que carregava uma pasta na mão — as oportunidades de crescimento na carreira eram restritas. Entretanto, posso afirmar que esse estereótipo já não é verdadeiro. Evidência disso é o próprio quadro de funcionários da Aon, líder mundial em consultoria e corretagem de seguros e resseguros: 75% dos nossos colaboradores têm menos de 35 anos e 60% são mulheres, sendo nove diretoras e 38 gerentes.

O mercado segurador demanda gente muito capacitada

Há demanda por gente nova em todas as áreas de negócios, tanto em vendas quanto em relacionamento com o cliente. Não procuramos por uma formação específica. Temos profissionais formados em ciências atuariais, administração, comércio exterior e Direito. O corretor não poder ser, e não é mais, um “mero vendedor”.

Ele exerce atualmente o papel fundamental de consultor, por meio da análise detalhada dos riscos e apresentando soluções que estejam de acordo com as necessidades dos clientes. Por esses motivos, o mercado segurador demanda jovens profissionais altamente capacitados — em outras palavras, os melhores talentos.

Para se diferenciar e constituir um time de primeira linha, por meio da atração, valorização e retenção de talentos, é essencial uma política de RH focada nesses princípios e iniciativas concretas que estimulem o desenvolvimento profissional e a melhora da qualidade de vida dos funcionários. Já sob a perspectiva de quem está se formando, o uso da pastinha, terno e gravata já não é suficiente. Muito estudo, dedicação e visão estratégica são ferramentas que poderão conduzir ao sucesso.

 


José Felipe Vieira, presidente da Aon Risk Services e da Aon Consulting, consultoria de riscos, benefícios e corretagem de seguros

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Luiz Barreto da Costa Neto - Realamente o mercado est¿ cheio de profissionais que precisam tra¿ar o seu pr¿prio perfil para que se posicionem melhor no mercado. Tem burocratas com fun¿¿o de Gerencia Comercial e tem excelentes vendedores for¿ados a serem burocratas por falta de coragem ou avalia¿¿o da pr¿pria Cia que trabalha. - 07/08/2011 00:06:54

Micheli - Reportagem muito interessante inclusive para funcionários de corretora como eu, que sempre procura uma boa oportunidade já que há ainda corretoras pequenas que não têm capacidade de oferecer tantos benefícios. - 20/03/2010 21:50:48

Danilo Lepre - oi - 17/03/2010 00:06:18



    
    
    
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