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Meu primeiro intercâmbio aos 30 anos

 14/11/2011

Crédito: Thinkstock

STB - Educação Internacional

 

Quem investe em educação internacional depois de adulto é mais exigente em relação à moradia, networking e privacidade. Saiba como escolher o curso adequado às suas expectativas

Nos últimos três anos a procura por programas de intercâmbio para quem já passou dos 30 anos aumentou cerca de 30%. E os adultos que investem em educação internacional têm objetivos bem claros a alcançar. “Lapidar o inglês, complementar a formação profissional e vivenciar outra cultura são as principais metas”, afirma Fred Morais, gerente do Programa de Trabalho do STB.

Por outro lado, surgem dilemas típicos dessa faixa etária. “Questões sobre tipo de moradia, privacidade e faixa etária dos colegas em sala de aula costumam preocupar”. O mais importante, diz o gerente, é o estudante definir o que deseja, alinhando tempo e verba disponíveis às expectativas com a temporada no exterior. Confira as sugestões do especialista para escolher o programa de estudos:

5 dicas para acertar no intercâmbio

  • Objetivo da viagem: Os maiores de 30 normalmente aproveitam as quatro semanas de férias para melhorar o idioma e combinar os estudos com atividades culturais ou de lazer. Há, ainda, inúmeras possibilidades: imersão total no aprendizado, idiomas com esportes ou aulas focadas na área de atuação profissional.
  • Tipo de acomodação: Ficar em residência estudantil ou alugar um apartamento garantem privacidade. O problema é o custo: dependendo da cidade, essa conta sai até 2 mil dólares mais cara do que se hospedar em casa de família.
  • Networking: Ao optar por um curso de idiomas convencional, o estudante pode cair em uma sala de aula com colegas de 20 anos. Se essa ideia não lhe agrada, especialmente quando a expectativa é fazer um networking profissional mais apurado, o ideal é buscar cursos em escolas diferenciadas. Algumas instituições, como a americana Nese, em Harvard, separam os alunos por faixa etária até nos dormitórios estudantis. Viajar fora do período de férias escolares é outra alternativa para escapar dos adolescentes.
  • Escola diferenciada: Aliar o estudo de idiomas a um curso de business, marketing, gastronomia ou artes é uma ótima maneira de diversificar o aprendizado e encontrar outros estudantes acima de 30 anos. Contudo, alguns desses programas custam cerca de 20% a mais.
  • Roteiro definido pela empresa: A companhia está bancando um curso de inglês no Canadá, mas seu sonho é conhecer a Inglaterra? Se houver programas similares nos dois países, tente negociar com o RH a troca de destinos. Caso isso seja impossível, desfrute ao máximo da oportunidade oferecida pela empresa e nas próximas férias planeje um intercâmbio do seu jeito.

 




    
    
    
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