Lições da Danuza

Eu gosto muito dos textos da Danuza Leão. Há quem não goste. Há quem goste. Já li dois livros dela e na semana passada li “É tudo simples”, publicado pela Editora Nova Fronteira. O livro está na categoria auto-ajuda e lá pelas tantas Danuza diz que depois dos 45 anos ninguém merece fazer viagens internacionais na classe econômica. Quem já viajou 10 ou 12 horas em aeronaves sabe que nossas companhias aéreas não oferecem assentos tão confortáveis. Danuza diz que assim que chega de viagem já compra outra passagem na classe executiva ou na primeira classe e parcela no cartão de crédito. Para ela é um custo fixo assim como condôminio, água, luz, telefone. Eu achei interessantíssimo esse raciocínio. Quem disse que comprar serviços e produtos melhores, mais confortáveis e às vezes mais caros não pode fazer parte da nossa vida. É só encará-los como um custo fixo dentro no orçamento e, claro, não ultrapassar o valor destinado para esses gastos. #ficaadica.

Post to Twitter Tweet This Post

Ficar parado no trânsito aumenta os gastos em 15%

Quem mora em São Paulo sabe que o trânsito está cada vez pior. Hoje pela manhã, a cidade teve o segundo maior congestionamento do ano. Aparentemente, sem motivo algum. Não estava chovendo, não houve acidentes e nem alteração no sentido das ruas. Apenas havia muito mais carros nas avenidas. Vindo para o trabalho ouvi pelo rádio um dado impressionante. Cada meia hora em que você fica parado no trânsito acarreta um aumento de 15% nos seus gastos. Muita coisa, não é?
Quem gasta 100 reais para abastecer o tanque por semana e pega dois grandes congestionamentos – o que é bem comum em São Paulo – já vai ter um gasto extra de 30 reais. Parece pouco, mas com 30 reais dá para ir ao cinema no shopping ou ir à manicure duas vezes.
Uma alternativa para fugir do trânsito é usar o transporte público, as caronas coletivas ou o táxi. Especialistas dizem se você mora a uma distância de até 20 quilômetros do seu trabalho, usar o táxi fica muito mais barato do que ter um carro. Eu não sei. Ainda prefiro a comodidade de ter um carro, mas diante de tanto trânsito e aumento de gastos, comecei a repensar minha decisão…

Post to Twitter Tweet This Post

Será que os indianos estão certos?

Minha amiga Tatiana Sendin é repórter da revista VOCÊ RH. Vocês conhecem a revista, né? No final do ano passado, a Tati foi viajar para a Europa e conheceu vários turistas indianos. Conversa vai, conversa vem e os indianos disseram que achavam que os brasileiros eram super gastadores. Eles acreditavam que do nosso salário, nós gastamos uns 90% e economizávamos só 10%. Quando ela me contou a história, eu fiquei impressionada. Será que brasileiro tem fama de perdulário mesmo?
Segundo dados da consultoria Economist Intelligence Unit (EIU), a taxa de poupança no Brasil representa 15% do PIB (Produto Interno Bruto), o menor valor entre 24 países emergentes. A taxa de poupança inclui o dinheiro que, em vez de ser usado no consumo, é economizado pelo governo, empresas e famílias. Na China, a taxa de poupança fica em 54,5%, na Índia em 31,4% (pois é, os indianos estão poupando mais do que os brasileiros), 24% na Argentina e 21,7% no México.

Post to Twitter Tweet This Post

Jovens são culpados por gastos de famílias

Recebi um estudo interessante da consultoria Kantar Worldpanel (ex Latin Panel), maior empresa de pesquisas de consumo domiciliar da América Latina. A pesquisa mostra que os lares com jovens entre 12 e 19 anos estão no vermelho e gastam em média 5% a mais do que conseguem ganhar a cada mês. Já as famílias que não têm jovens em sua composição conseguem poupar 5% da receita mensal.

Quem tem adolescente em casa gasta 43% a mais com vestuário do que nos domicílios sem adolescentes. O consumo de alimentos e bebidas fora do lar também pesa no orçamento. As saídas com a galera resultam em gastos 10% superiores com estes itens nas famílias com teens em sua composição.

Post to Twitter Tweet This Post

Gastos com presentes em São Paulo

Uma pesquisa feita pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) com 800 pessoas mostrou que 39,5% delas pretende gastar a mesma coisa com presentes de Natal que no ano passado. Já 32,3% dos entrevistados quer gastar menos e 28,2% querem gastar mais.

Post to Twitter Tweet This Post

Olá de novo!

Esse blog ficou abandonado nos últimos dias. É que eu estava envolvida no fechamento de dois especiais bem bacanas aqui na redação da Você S/A. Um é sobre empreendedorismo. Chega às bancas hoje. São 60 páginas de dicas certeiras para você abrir seu negócio e histórias de gente como a gente que errou muito antes de ter sucesso. Acho que tá bem bacana. Mas depois vocês me contam o que acharam. O outro especial é sobre Orçamento Familiar, só chega nas bancas dia 28 de dezembro. Acho que esse vai dar o que falar. Enquanto a gente preparava os textos e o projeto gráfico cada um percebeu o que estava fazendo de errado para não ficar com as contas em dia. O marido de uma das repórteres entendeu que não pode mais viver sem uma planilha de gastos, o editor de arte descobriu que gastava muito dinheiro com o cafezinho e eu descobri que ando parcelando muito as minhas compras. A ideia do especial é fazer você começar o ano com o pé direito!

Post to Twitter Tweet This Post