Ontem todos observaram o perfeito exemplo de atuação de um craque na apresentação de Messi no Barcelona. Ele foi considerado pelo técnico do time rival como se fosse um personagem de videogame, tamanha a diferença de performance entre ele e os outros jogadores.
Mas, além do talento inquestionável, o que os craques fazem em comum para ter tanta performance que possa ser compartilhado com todos?
O craque vive em um tripé que relaciona TREINAMENTO/ COMPETIÇÃO/ RECUPERAÇÃO.
Um craque treina todos os dias. Ele entende que seus resultados em competição são conseqüência direta do nível de dedicação e entrega em relação aos treinos diários. Cada dia de treinamento é encarado como o mais importante e é feito com foco no resultado final do pretendido – seja no tempo, força, resistência, técnica, velocidade…
Ele compete algumas vezes em determinados períodos – alguns esportes são mais constantes que outros. No tênis e no futebol, há competições o ano inteiro com intervalos curtos entre uma e outra. No boxe e atletismo, os craques competem poucas vezes por ano. Lembrando que a competição é o objetivo principal e a razão pela qual o craque existe em quanto craque e que é exatamente neste momento que ele tem que ter o máximo de performance em um ambiente de muita pressão.
O craque se recupera de maneira eficiente de seus treinos e de suas competições – sem a recuperação adequada os treinamentos não têm eficiência nenhum. É no descanso que fisiológica e psicologicamente acontecem o desenvolvimento e a resposta positiva dos estímulos proporcionados pelos treinamentos. E as competições constantes sem recuperação, deixariam qualquer craque exaurido e fatigado, o que prejudicando sua atuação.
Mas como podemos trazer estas práticas para o dia a dia na organização?
Treinar, treinar e treinar. Entender realmente a necessidade de treinamentos constantes em relação às demandas que são encontradas atualmente e identificar as necessárias para alcançar objetivos futuros. É necessário sair da zona de conforto e entender que é preciso aprender e se dedicar, todos os dias, com foco no resultado esperado.
Entender que todo o dia é dia de competição – diferente do craque que compete em determinados períodos, todos os dias você é avaliado em relação à sua capacidade de entrega de resultados em um ambiente cada vez mais estressante.
Se recuperar – independente do nível da sua carga de trabalho diária, você tem que gerenciar sua recuperação e seu estresse de maneira eficiente. Sabe aquele dia que você tem muitas coisas para fazer e no final não conseguiu fazer nada direito? Ou aqueles dias em que, só de pensar no que tem para fazer, você nem consegue sair da cama? Sinal de que você não está se recuperando para ter alta performance.
O que você acha de colocar em prática essas máximas dos craques para otimizar seu desempenho profissional?


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