“Esse dia será lembrado como o dia em que um museu viveu de futuro” TEDXCuritiba

O mote do evento era “Esse dia será lembrado como o dia em que um museu viveu de futuro”. E conseguiram. O Olho de Oscar Niemeyer viu o futuro!

Mas antes de falar dele, precisamos voltar ao o épico show de legião Urbana no Ibirapuera em 1989, Renato Russo para o show e proclama “85% dos jovens entre 15 e 19 anos não estão na escola” e continuaram cantando de uma forma duábil “Chegou a hora e a hora é aqui! O Brasil é o país do futuro!”

O Futuro chegou, feito por jovens de espiritos que todos os meses organizam um TEDX – provavelmente somos o país, que mais realiza este evento de ponta – É a nova escola!

E o TEDXCuritiba, foi mais ou menos assim:

“O que voces preferem? Acreditar em mim ou nos seus proprios olhos?” Ai abrimos os olhos e começamos a ver e sonhar.

O menino @Rene_Silva_RJ lascou: “Resolvi criar um jornal para a comunidade! Criou! simples assim. Na casa da minha avo fazíamos as reuniões de pauta. Agora temos uma redação! O Voz da Comunidade foi criado para informar a população e as autoridades sobre os problemas da comunidade! Depois criamos as “Vozes das Comunidades Porque a favela é plural e tem voz” vozesdascomunidades.blogspot.com

“Quem sonha, cria todo dia. Quem cria nasce todo dia” & “Mais vale a graça da imperfeição do que a perfeição sem graça” Jaime Lerner

Um exemplo que para mudar, apenas basta começar! e Rene deu voz a comunidade do morro do Alemão em seu coletivo “Nós da comunidade”

Alessandro Martins falou de sua biblioteca na padaria. Veja mais aqui

O Design Think e as cidades da Maria Augusta mais aqui

Helio leite contando historias de principios honestos, do barulho de paradimas velhos caindo e dos pequenos detalhes da vida!
Comprei uma obra de arte dele – que ele humildemente diz que é uma caixinha – e ele diz assim “Meu negócio, meu objetivo não é vender a caixinha para ele. Sabe o que é? O objetivo é criar uma ponte entre eu e ele. E como agente cria pontes?” Veja tudo no vídeo abaixo.
Imagem de Amostra do You Tube
Sobre a minha palestra, compartilho o post dos “Macacos me bloguem”:
“E para fechar (acredito que tenha sido um dos melhores fechamentos de TEDx) Gil Giardelli falou sobre as mudanças que estão acontecendo no mundo e no ambiente digital. Como essas mudanças correm juntas e como tocam a vida de milhões de pessoas. Hashtags podem mudar o mundo, e estão mudando. Mobilizações digitais saem dos bits e invadem a vida das comunidades. Não use velhos mapas para descobrir novas terras, é o seu tema. E foi perfeito.”

Para mim, foi uma honra, fechei um evento do porte do TEDXCuritiba e ainda ser aplaudido de pé!  Um caldeirão de emoções, chorei, sorri e agradeci! Muito muito obrigado #TEDXCuritiba ;-)

E a homenagem “Pessoas do século XXI”vai para as organizadoras do @TEDXCuritiba@fernandamusardo@danivotto@julianapaganni@renata_nizer@anakretzmann

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Como o consumo colaborativo está transformando os negócios

Um movimento está ganhando forma e força para transformar os negócios e o modo como consumimos e vivemos. O consumo colaborativo que víamos em coisas usuais como compartilhamento, escambo, empréstimo, troca e aluguel entre pessoas, está sendo turbinado e disseminado pelas redes sociais, dispositivos móveis e geolocalização, tecnologias que permitem qualquer pessoa encontrar locais, produtos e serviços disponíveis e compartilháveis ao redor do mundo. De uma rede de empréstimos de roupas, por compartilhamento de automóveis e até de aluguel de uma cama vaga em um apartamento, a filosofia do consumo colaborativo é capaz de nos ajudar a economizar dinheiro e passar de consumidores passivos a colaboradores ativos.

Esse movimento sinaliza o surgimento de uma nova economia, baseada em informação, criatividade, transparência e colaboração. O vídeo abaixo, da Collaborative Consumption, conta a história do consumo colaborativo e explora dados bem interessantes sobre o comportamento do consumidor e as mudanças que teremos no mundo:

 

Exemplos de serviços de consumo colaborativo

Produtos e serviços: benefício de usar um produto sem a necessidade de possui-lo imediatamente. Interrompe indústrias tradicionais baseados em modelos da propriedade privada individual.

 

 

 

 

 

 

Automóvel: ZipcarStreetcarGoGetWhipcarRelayRidesSprideDrivemycar Rentals,Getaround
Bicicleta: VelibBixiBarclays Cycle HireSmartbike
Carona coletiva: ZimrideNurideLiftshareGoLoco
Aluguel de brinquedos: Dim DomBabyPlaysRent-a-toy
Moda: Bag Borrow & StealFashionhireFromBagsToRiches
Filmes: NetflixLend A RoundRenttherunway

Redistribuição de produtos: redistribuir bens usados ou novos que já não são mais necessários

 

 

 

 

 

 

Grandes mercados: craigslisteBayFlippidGumtree
Trocas gratuitas: FreecycleKashlessAround Again
Sites para trocar livros: BookHopperThebookswapPaperbackswapBookmooch
Site para trocar brinquedos e produtos para bebês: ToyswapthredUpSwapitbaby,Swapkidsclothes
Troca de roupas: SwapstyleClothing Exchange99 DressesBig Wardrobe
Sites para trocar DVDs, jogos e livros: SwapSwapSimpleDig N’Swap

Estilo de vida colaborativo: não é apenas bens físicos que podem ser compartilhados. Pessoas com interesses semelhantes estão se unindo para partilhar e trocar ativos menos tangíveis, tais como tempo, espaço, habilidades e dinheiro.

 

 

 

 

 

 

Coworking: Citizen SpaceHub CultureThe Hub
Moedas sociais: VenQuidTimeBanksLETSystemsSPICE Timebank
Viajantes e mochileiros: CouchSurfingAirbnbRoomoramaCrashpadder
Dividir táxi: Taxi2TaxiDeck
Troca de aprendizado: Brooklyn Skill ShareTeachStreetTradeSchool
Vagas: ParkAtMyHouse

O infográfico abaixo, Casa Colaborativa, analisa nossas casas em torno dos bens – espaços, coisas, tempo e habilidades – que podem ser compartilhados, alugados e trocados através de serviços de consumo colaborativo como os listados acima, e o que isso significa para as nossas contas bancárias.

Fontes: PSFKColaborative Consumption

Por Gil Giardelli e Samanta Fluture

 

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Estude sempre e seja um educador

Muito se fala e pouco-se faz! O mundo precisa de pensadores! Seja um educador! Acredite, você, que está lendo este post, é o PIB intelectual deste país. Ensine! Compartilhe! Mude a nossa realidade!

Já colaborei em sala de aula com quase 3.000 alunos. Domingo, recebi uma carta fantástica. Toda semana recebo um muito obrigado, um livro com uma dedicatória carinhosa, uma mensagem digital dizendo que minhas aulas e palestras ajudaram a vida de outro. Eu sempre me emociono, sempre meus olhos marejam. Sempre choro.

Todos são unânimes precisamos ingressar na educação do século XXI. O que devemos aprender antes de ensinar. Reflita;

  • Com problemas globais, precisamos ensinar globalmente.
  • O Conteúdo deve ser aberto/livre – quanto mais conteúdo na web mais alunos na sala de aula.
  • Instituições globais licenciam seu conteúdo para a web utilzando Creative Commons Atribuição-Alike-Non-Commercial License. Isso significa que os professores e os alunos são capazes de compartilhar e remixar o conteúdo que está disponível.
  • Poder aos educadores: As escolas devem capacitar e oferecer aos educadores as ferramentas necessárias para divulgar os materiais de ensino a nível mundial.
  • Fornecer conteúdo de grande valor: quer saber mais sobre um determinado tópico? Quer ver o que os professores das instituições de primeira linha ensinam em uma classe em astrofísica, cálculo, engenharia?
  • Capacitar alunos em atividades intelectuais, sem ter que se preocupar apenas com pré-requisitos, vestibular e assim por diante.
  • Oferecer aprendizado para a vida toda: Estudantes independentes e globais que não estão buscando um determinado grau, ou formação, mas estão comprometidos com a aprendizagem ao longo da vida.
  • Reforçando a experiência universitária: as universidades podem postar seus conteúdos online visando mostrar também como é a experiência de estudar lá e que a vivência do campus universitário vale a pena ser paga.
  • Sair do espaço concreto e das aulas cronometradas.
  • Educação em rede em uma sociedade em rede
  • Crowndsourcing e crowndfunding para pagar estudos de pessoas carentes e brilhantes
  • A força dos aplicativos e dos games na educação
  • A aprendizagem não é um ato solitário

Inovação na Educação na Era das Mídias Sociais Vou compartilhar algumas iniciativas em educação da sociedade em rede e nas midias sociais com pitadas de inovação digital, jogos sociais, educação sem fronteiras, Crowndfunding e finaciamento coletivo, sociedade em rede. crondsourcing, games educacionais, a nova sala de aula

Democratizar a educação.

MIT OpenCourseWare liberou na Internet mais de 2.000 cursos – videoaulas, estudos, exercícios, provas, listas de leitura,

cobertura de eventos e palestras foi o pontapé da democratização da educação através da tecnologia. Desde então, mais de 100 milhões de pessoas acessaram o MIT OpenCourseWare. E você?

Várias universidades seguiram o exemplo do MIT como Brigham Young University, Carnegie Mellon University, UC Berkeley, Notre Dame e UC Irvine – e isso é só nos Estados Unidos.

Estatísticas do MIT OpenCourseWare mostram que menos de 1% de quem acessa o conteúdo da universidade está realmente fazendo isso a partir do campus MIT. E quase 60% dos visitantes do site estão fora dos EUA.

Jogos sociais para educação

iCivics: um jogo online que ensina técnicas de argumentação aos jovens e estimula o pensamento crítico.

Tem por objetivo insipirar os jovens a ganharem discussões sobre assuntos que os interessam, fazê-los praticar a cidadania e conhecer mais sobre política.

Crowndfunding – finaciamento coletivo

Enzi plataforma conecta potenciais estudantes à investidores

Os investidores-anjos oferecem um empréstimo para que estes jovens talentos frequentem o ensino superior. Como aqueles que investem em empresa, estes também recebem retorno e reembolso, assim que os estudantes começarem a gerar renda.

ScholarMatch: platarforma online ajuda estudantes americanos a conseguirem doadores que paguem a universidade

O estudante beneficiado deve mandar relatórios mensais sobre suas notas e progresso nos estudos, para manter o doador atualizado.

Plataformas coletivas

OpenStudy, um projeto que surgiu da Georgia Tech e Emory University é uma rede de aprendizagem social que suporta com recursos educacionais abertos.

O meu exemplo no Brasil

Hoje, organizo um Grupo de Estudos chamado “Inovadores ESPM” mensalmente discutimos a Sociedade em rede, Economia criativa, Redes sociais, inovação digital e outros assuntos lançados pelos mais de 400 membros. São pessoas da USP, Metodista, PUC, Unicamp todos com um único objetivo estudar e gerar novas formas da economia. Participe aqui

A Desconferência que faço aos Domingos no Jardim Botânico para meus alunos e convidados – para muitos – é melhor aula. Todos falam, todos ouvem e todos aprendem. Veja mais detalhes aqui

Minha apresentação “Escolas do século XX, pessoas do século XXI”

Educação em tempos digitais por Gil Giardelli

Sociedade em rede

O Souempresário um lugar para pessoas discutirem os novos caminhos do empreendedorismo na era digital.

A força dos games educacionais

iCam: sistema de games online para educar crianças. Os jogos são educativos e oferecem interação também através da webcam e controles como direção de carro. São mais de 100 jogos disponíveis para download.

A nova sala de aula

London School of Business and Finance anunciou que quer facilitar o acesso à educação de qualidade. Sem custo, qualquer estudante com um computador conectado pode se cadastrar para as aulas no Facebook, e só pagar se decidirem usar o curso como créditos para a faculdade. No Facebook, terão aulas em vídeo e grupos de discussões, tudo acessível se você “curtir” a página.

Notre Dame lançou a primera aula ensinada usando um iPad e materiais feitos para eReader no lugar de cadernos e livros tradicionais. Isso encoraja os alunos a interagirem com o conteúdo, fazerem pesquisas e participarem de discussões.

O site canadense para professores de educação física ThePhysicalEducator.com lançou uma série de posters com QR code. Quando estudantes escaneiam o QR code, eles se conectam automaticamente a um vídeo do Youtube demostrando a habilidade/exercício listado no poster. Uma forma de interagir na aprendizagem de forma diferente e divertida.

A força dos aplicativos

CourseSmart eTextbooks para Android, iPad e iPhone app permite que estudantes acessem seus livros didáticos, leiam e façam anotações virtuais.

A sabedoria das multidões – Crowndsourcing

One Billion Minds é uma platforma inovadora que conecta estudantes/universitários do mundo todo para resolverem problemas de empresas/instituições que buscam soluções para problemas reais. Há grandes prêmios para os colaboradores.

Estudos desenvolvidos pelos alunos no Grupo de Estudos Inovadores ESPM

Transmidia e Storytelling

Empreendedorismo Digital: Startup ou empresa inovadora?

Crowdsourcing

Monitoramento e Métricas em Redes Sociais

Gerenciamento de crises em redes

Escrevendo este texto, lembrei-me de um antigo artigo intitulado:

Ensine menos e aprenda mais

Em tempos em que a fonte do conhecimento passou a ser a internet  e não mais o professor, Gil Giardeli traz uma reflexão sobre as mídias sociais e o futuro da educação no País. Veja mais!

O pensador Mark Prensky disse: “A fonte do conhecimento não é mais o professor, mas a internet. A educação mais útil para o futuro não está acontecendo na escola. Está acontecendo depois da escola, especialmente em clubes de robótica e na internet como um todo – está acontecendo nos games.”
Dito isso, vivemos o fim de salas de aulas com espaços geográficos definidos e aulas cronometradas? Como a escola supera o tempo e o espaço, em um mundo imediatista? Como prepararemos as pessoas, para um mundo onde as profissões mudam radicalmente a cada cinco anos? O formato atual da escola ajuda a escolher o futuro de promissores alunos?

Não é a hora de cidadãos globais e conectados encontrarem a educação progressista? “As escolas deveriam ser lugares para se aprender, e não para se ensinar. Em vez de isolar os estudantes, as escolas deveriam encorajá-los a colaborar”, escreveu Don Tapscott no livro “A hora da geração digital”
O educador Jeffery Bannister alfinetou sobre os modelos de educação seculares: “Professores que leem anotações manuscritas e escrevem em quadros negros, assim como alunos que anotam o que eles dizem. Esse é um modelo pré-Gutenberg.”

Eric Mazur da Universidade de Harvard afirma: “Educação é muito mais do que mera transferência de informação. A informação precisa ser assimilada. Os alunos têm de conectar a informação ao que já sabem, desenvolver modelos mentais, aprender a aplicar o novo conhecimento e adaptá-lo a situações novas e desconhecidas.”

Recentemente fui convidado para palestrar para 300 educadores do Grupo “Salesianas” um grupo que reúne dezenas de escolas no Brasil. Administrado por irmãs católicas, que acreditam na educação como grande motor para o futuro.

A educadora Irmã Raquel, abriu o evento e fez um rico paralelo com o livro “Modernidade Liquida” de Zygmunt Bauman, proclamando ”Vivemos um tempo que exige repensarmos velhos conceitos. Dar novas formas ou enterrá-los.” Irmã Raquel, convocou suas amáveis educadoras para dar autonomia, ou seja, independência moral e intelectual para os alunos. Para ensinar que alunos devem desde cedo entender o ato de governar a si mesmo, por meio da autonomia do pensar.

“Professores devem ajudar o outro (aluno) a ser autônomo e Genial.. O professor deve ensinar o que significa coletivo e comunidade – em um mundo onde a individualização reina. Ensinar que a tolerância é tolerar o intolerável – em um mundo onde pessoas morrem pela sua opção sexual, religiosa ou politica. (Irã, Afeganistão e Cuba). Ensinar valores inegociáveis neste mundo, como ética, amor ao próximo, gosto pelo inovar e o pioneirismo.” Esta foi a fala da educadora.

Após ricas discussões, sai de lá com vários questionamentos. Acabou a fase, da aula cronometrada em espaços concretos. O espaço escolar, espalha-se pelo blog do professor, Facebook, Orkut, Twitter, redes sociais dos protagonistas da educação?

Educador e alunos definindo o que é periférico e importante?

E para colocar mais pimenta nesta encruzilhada, não contávamos com as rápidas vias digitais. “No século 21, redes de banda larga serão tão cruciais para a prosperidade econômica e social quanto as redes de transporte, água e eletricidade” disse Hamadoun Touré, secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (ITU).

“Conectar regiões rurais remotas à internet e à telefonia móvel, ajudando a libertar os camponeses que vivem da agricultura de subsistência, anteriormente presos ao conhecimento local e aos mercados locais. São novos estudantes, com ensinamentos seculares e locais! Fica claro, que a escola precisa de uma reforma. Ser interativa! Coletiva! Em rede! “Banda largueada”. Como será ensinar para alunos conectados na rede com bandas gigantescas, trocando arquivos, experiências e percepções?

Uma era, onde a simples troca de informação é um motor de grandes mudanças Vivemos o choque entre a era do “seu diploma tem prazo de curta validade” com a pedagogia da era industrial? Do aprendizado em massa à interatividade? Do aprendizado individual ao colaborativo? Da padronização à personalização?

Somente juntos conseguiremos avançar as fronteiras do conhecimento individual para a mentalidade coletiva, saltar para o software da sabedoria das multidões. Vivemos um sopro renovador. São tempos de transição, vamos aprender o “pacifismo, a bondade, o perdão, o amor, a filantropia, a honestidade e a ternura”. No século XXI na era digital precisamos de humanos magnânimos, progressistas, talentosos, sensatos e probos.* Vivemos uma nova música global e como disse Nietzsche “aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a musica.“ Não use velhos mapas para descobrir novas terras! Boa viagem!

*Inspirado no artigo “A libertação no mundo por meio da banda larga”  e nos livros “A hora da geração digital” e “Gestação da Terra”

Infográfico:

Para fechar, separei um infográfico que conta a história da educação online, que necessita evoluir ainda mais para acompanhar as novas gerações de alunos.

Com colaboração de Samanta Fluture e Equipe Inovadores ESPM

Fontes: GoodMindShiftHarvard Business Review e Trendwatching

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