Cinema e vinho em Auckland
2011
Que tal um bom filme + um bom vinho pra relaxar ?? Bela dupla não ??
Na onda das boas idéias ao redor do mundo, aqui vai mais uma iniciativa deliciosa de um cineminha em Devenport, uma ilhota a 20 minutos de Auckland (Nova Zelândia). Pois bem, o cineminha que era bemmm pequeno mesmo, mas muito charmoso, estava promovendo uma temporada de filmes franceses e pra acompanhar a sessão colocaram a disposição do consumidor carta de vinhos também franceses da marca Arrogant Frog para serem consumidos … da melhor maneira possível, dentro do cinema assitindo ao filme … Très Chic, não ?! Uma idéia igualmente simples e deliciosa, enebriante … relaxante … ainda mais vendo um bom filme !! Bom, nem sempre os franceses acertam, mas o “casamento” podia ser entre filmes e vinhos chilenos, italianos, espanhóis … já pensou assistir Almodovar apreciando um bom cabernet sauvignon, que dueto tremendo ??
Experimentei algo parecido em Sydney faz alguns anos, onde tive o prazer de comprar um ingresso para um cinema “Film and Wine”, que também tinha essa proposta como diferencial do espaço. Lembro que a seleção dos filmes era fantástica, com títulos de todo o mundo. Antes da sessão, nós espectadores podíamos comprar um bom vinho e comidinhas iteressantes mais tarde acomodados em mesinhas estilo avião, acopladas em nossas poltronas. Em geral tanto na Austrália como na Nova Zelândia os vinhos embalados em garrafinhas de 175 ml são muito consumidos em todas as versões: branco, tinto, rosé e também espumantes, e custam a partir de 4 ou 5 dólares … no cinema podíamos escolher entre uma garrafinha ou uma taça.
No Brasil, nunca vou esquecer da experiência que passei quando assisti “Sideways, entre umas e outras”, filme merecidamente vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado em 2005. O filme era ambientado nas vinícolas da Califórnia durante uma viagem dada de presente pelo protagonista ao melhor amigo, prestes a casar … bom, os personagens passavam de vinícola em vinícola degustando os famosos e deliciosos vinhos californianos, a minha boca salivou durante toda a sessão e na saída já desesperada pra voar para um restaurante fui surpreendida por uma ação de marketing de uma conhecida marca de vinhos, que estava distribuindo para a platéia uma taça para degustação de um novo vinho da marca. De tacinha na mão fui feliz da vida para casa e esqueci o restaurante, tirei o chapéu pra essa ação. Lembro até hoje do pequeno e delicioso prazer que tive, melhor ainda teria sido saboreá-lo dentro da sessão.
É de boas idéia e pequenos prazeres que é vida é feita!!! Quem sabe alguém não se motiva em empreender esse modelo “vinho e cinema” no Brasil …
Por Luah Galvão / www.walkandtalk.com.br





conhecimento e bagagem. E o terceiro motivo a perpetuar essa arte é a recuperação de sua identidade cultural, se aproximar de suas raízes e entender suas origens. Wei diz que sente vergonha quando é questionado sobre sua cultura e não sabe responder.











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