Qual o poder da pergunta?

Há séculos que o ato de perguntar se tornou um hábito conhecido e necessário na evolução dos seres humanos.

Quem sou? De onde vim?
Pra onde vou?

Esse é o famoso enigma da esfinge, infelizmente muitos pensam que nos defrontarmos com ele é um luxo mas na verdade é algo extremamente necessário. Essas três perguntinhas podem gerar assunto para infinita discussão e ocupar todo o tempo de uma vida inteira, ou até de algumas vidas. Lembremos que a evolução é parte de um movimento em alguma direção, o que está parado não evolui, apenas envelhece e morre. Temos que começar de algum lugar, então o que nos faz ir em frente? Qual é o “start” que precisamos?

Em Florença, na Itália, encontramos Paolo de 71 anos, ele nos disse que sua maior motivação era buscar o sentido da sua existência e para encontrar suas respostas precisava de alguém para lhe fazer as perguntas. A solução ele encontrou há quase 40 anos e foi fazer psicanálise! Dessa maneira ele pode estar sempre em contato com as perguntas que o ajudam a descobrir o seu próprio enigma da esfinge. Mesmo aposentado e não provendo de muitos recursos se esforça para ir toda semana fazer o que ama, as sessões psicanálise.

As crenças e religiões sempre foram outro modo de encontrar respostas, porém nos dias de hoje muitas delas acabaram desacreditadas por terem sofrido inúmeras influências externas, políticas, econômicas e até mesmo de poder durante a história. Entretanto algumas civilizações antigas como a egípcia e a grega (Período Helênico) viveram uma época em que as crenças não se separavam do dia a dia das pessoas, elas simplesmente estavam presentes nas ações cotidianas, naturalmente inseridas nos hábitos e costumes inclusive influenciando outras áreas como arquitetura, arte, culinária, literatura, etc.

Atualmente a separação entre as crenças e os hábitos do dia a dia se tornou mais nítida, mas mesmo assim alguns povos que visitamos ainda mantém grande proximidade, como os Balineses em relação ao hinduísmo, os Laocianos (povo do Laos) em relação ao budismo, os entre outros.

Não importa de que maneira, seja pela religião ou pela simples curiosidade, as perguntas nos movem em direção às respostas, e mais do que isso, precisamos das perguntas certas para as respostas certas. Esse era o papel do mestre nas antigas sociedades (egípcia e grega), em que a educação era inteiramente baseada e norteada para o ENIGMA DA EXISTÊNCIA, o próprio jovem deveria se questionar: O que estou fazendo aqui? De onde vim? Pra onde vou?

E para temperar seus pensamentos com ética e outros valores essenciais nessa busca eles utilizavam os MITOS, que eram histórias exemplares contadas pelos mestres para serem recriadas dentro de cada um. Dessa forma eles geravam perguntas, reflexão e daí surgiam as respostas. Resgatar questões que nos fazem refletir sobre o que estamos fazendo aqui pode começar a nos dar as respostas que precisamos e certamente nos levar um pouco mais adiante.

Por Danilo España

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Aos que se interessam pelos assuntos helênicos aqui vai o link para o site do Prof. Viktor D. Salis, mitólogo e estudioso das civilizações antigas à quem presto meus agradecimentos.

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Você viveria sem regras ?!

Você está farto de tantas regras ao seu redor ?? No trabalho, condomínio, clube, na sua cidade ?? As vezes você tem a sensação que as regras só existem pra te limitar ?! Pois é, eu sempre fui a primeira a reclamar, mas ultimamente venho pensando no outro lado da moeda …

Quanto mais viajamos por aí e observamos modelos sócio-culturais distintos mais chego à conclusão que uma boa porção de regras pode ser bastante saudável para o convívio social !!

Outro dia num grande aeroporto do oriente médio flagramos uma situação que mostra como agimos quando as regras inexistem: numa área específica o tal aeroporto gentilmente cedia cadeiras com o encosto reclinado para que passageiros em longos trânsitos pudessem descansar, para a nossa surpresa vimos que os passageiros pensando apenas em seus umbigos juntaram 2 cadeiras formando camas para seu próprio deleite e conforto, sendo assim o espaço passou a favorecer a metade dos passageiros. Vimos muita gente transitando no espaço em busca que uma boa alma que pudesse ceder o que lhes era de direito, mas ao contrário do que deveria ser feito, muita gente chegava a fingir que estava dormindo para não ter que doar a metade de seu belo “leito”. Alguns acabaram se acomodando no chão mesmo pois as cadeiras estavam todas “tomadas”!! Esse tipo de “folga” nunca aconteceria se no espaço houvesse um informativo com uma regra clara determinando o uso de 1 cadeira por passageiro. Umbigos à parte, o ser humano é mesmo fominha, sem querer generalizar até porque diversas raças estavam presentes nessa malevolência coletiva.

Se a gente parar pra pensar, sem regras nosso dia a dia seria um caos!! Elas ajudam a controlar o trânsito coibindo os apressadinhos de plantão, a ordenar filas nos estabelecimentos evitando os fura-fila, disciplinam alunos nas escolas, diminuem a violência e até nos rodízios de alimentos as regras ajudam a acabar com o disperdício quando o mesmo é submetido à multa.

Cingapura - Foto Danilo España

Usando mais exemplos, na nossa passagem  por Cingapura, um dos países com a melhor qualidade de vida ao redor do mundo,, aprendemos muito à respeito do coletivo. O governo buscou nas inúmeras regras de convivência uma maneira de organizar o que seria um caos. Acomodando grupos de várias partes do mundo como indianos, chineses, malaios, árabes, europeus, etc … grupos com culturas totalmente diversas, a cidade poderia ser um banzé, mas ao contrário, Cingapura é uma pérola no meio da Ásia: extremamente limpa, linda, moderna e eficiente. O governo resolveu disciplinar os múltiplos guetos através de inúmeras regras aparentemente excessivas, mas foi assim que a coisa realmente funcionou!! Jogar lixo nas ruas, cuspir no chão, pichar muros, urinar nas vias públicas e fumar em pontos de ônibus, por exemplo, são ações que podem ser punidas com multas pesadas!! E a cidade realmente é um brinco e motivo de orgulho pra seus habitantes. Abrindo um parênteses, comprovamos o quanto as regras funcionam “mesmo” no bairro Little India, conhecido pela grande concentração de indianos, povo que em sua terra natal não preza pela limpeza do meio em que vive, fato que comprovamos em nossa passagem pelo país. E pra nossa agradável surpresa … nada de sujeira!! Deu pra ver o quanto o meio pode influenciar positivamente os hábitos dos seres humanos, basta balizar as ações e corrigir os vícios.

Bairro Little India - Templo Sri Veeramakaliamman - Foto: Danilo España

Se você é um bom samaritano e consegue viver sem regras e controles, pense que talvez outras pessoas ou até o seu próprio vizinho de baia ou de casa podem não ser assim é tão evoluídos. Muita gente ainda age pensando primeiro em seus interesses e depois no coletivo. Então melhor que reclamar pelo excesso das regras que nos rodeiam é refletir em como podemos melhorar nossa conduta no meio social e domar por vezes nosso ego que aponta para atitudes individualistas, as quais todos nós somos passíveis.

Adoraria que a utopia da sociedade perfeita e sem regras pudesse ser um modus vivendi, mas por hora ainda é sonho utópico. A evolução humana infelizmente ainda não nos permite sermos guiados apenas por nossa ética e consciência, essa é uma liberdade que nosso ego ainda não nos permite experimentar. Quem sabe um dia num futuro sem data certa possamos coexistir sem tantos limites criados para conter a nossa ansia de abraçar vantagens sobre nossos semelhantes.

Por Luah Galvão

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WALK THE TALK !! Falar é fácil …

Imagem de Amostra do You Tube

(Sevem Suzuki parou o “Mundo” por 5 minutos num encontro de líderes globais no Rio de Janeiro).

Assistir a esse vídeo para mim foi tocante, fora toda eloquência, coragem e valor da pequena grande Sevem Suzuki (13 anos), uma das coisas que mais me marcou foi chamar atenção dos “adultos” para a ética de seus discursos, que segundo ela deviam estar intimamente ligados às suas ações. Existe uma expressão muito usada que fala exatamente sobre a coragem de seguir em ações e atitudes tudo aquilo que se diz, em inglês é conhecida como “Walk the Talk”, ou seja “andar” de acordo com suas palavras.

O que é aparentemente simples veio caindo cada vez mais em desuso e por isso os “adultos” foram cobrados por suas ações éticas, afinal realmente é mais fácil falar do que agir. As promessas “adultas” são inúmeras e nos convencem deliberadamente. Já boa parte das ações e a retidão de carater não vem a contento. Os líderes precisam de fato rever suas promessas e colocações para que a frustração não seja a próxima etapa de seus mandatos. E não são apenas os líderes políticos que devem recuperar a credibilidade, os líderes em qualquer esfera precisam  certificar-se daquilo que estão proferindo e deliberando.

Nada mais forte e brilhante do que se apropriar da verdade e daquilo que é justo para pautarem seus discursos e ações. Falar aquilo que se pode cumprir na medida de suas capacidades reais, ao contrário do que muitos pensam, enobrece e dignifica o ser humano. Na promessa de inúmeros feitos e benefícios muitos acreditam aumentar sua popularidade e seus seguidores, mas a boa nova é que o panorama começou a mudar e as pessoas estão passando a não acreditar mais em promessas insólitas. O mundo está mudando rapidamente e junto vem uma nova percepção humana, muito mais apurada e exigente. Os líderes que não avaliarem suas premissas e trocarem seus velhos hábitos estão fadados ao descrédito. A retidão de caráter, um dia tão valorada está voltando a ser premissa para o comportamento humano e para as relações. Vamos assistir de perto essa mudança de valores e paradigmas onde ser e agir de acordo com o que se diz e ter a verdade como pilar comportamental será base para existência.

Parabéns pela coragem de Sevem Suzuki que foi porta voz de milhares, senão milhões de pessoas ávidas pelo progresso humano.

E … Walk the Talk !!!!

(o próximo vídeo está em inglês mas vale a pena ser visto)

Imagem de Amostra do You Tube

 

Por Luah Galvão

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Não confunda reconhecimento com popularidade!!

“Não procure ser um homem de sucesso, mas sim um homem de valor.” – Albert Einstein

Nos dias de hoje muitas pessoas tendem a acreditar que a popularidade é o segredo do sucesso de seus projetos, mas nem sempre isso é verdadeiro.

A idéia de que popularidade é algo vital está na mente da maioria da sociedade, e nos dias de hoje, se tornou uma busca quase maquiavélica por pura “satisfação” pessoal. Essa é na realidade uma aventura por aceitação de um ou mais grupos, buscado uma espécie de acesso e trânsito num determinado meio. Entretanto, buscá-la a qualquer custo pode ser uma tarefa árdua e desonesta contra si próprio, falo isso pois a realização pessoal não está ligada a popularidade e sim à meritocracia, que nada mais é do que ser reconhecido por aquilo que se faz com excelência. (Confira também a matéria: A meritocracia te move?)

Não existe nada melhor do que efetuarmos tarefas em que todo o nosso esforço e paixão são empregados e ser recohecido por isso no final. Isso é motivador!

Já reconhecimento que se alcança através de uma popularidade sem méritos é o mesmo que enganar a si próprio. Distiguir e aceitar somente o que se merece ter é o primeiro passo para trilhar o caminho da ética, e é esse caminho que nos satisfaz mesmo que ninguém tome conhecimento que você o segue. Mas pode ter certeza que em algum momento alguém vai notar e tomar como exemplo, seja uma criança, um adulto, um jovem, um adolescente, etc. O nosso poder de influência é muito maior do que pensamos, a popularidade pode confundir seus verdadeiros valores quando há uma busca com o fim em si própria.

A inverdade nos deixa vazios, nos faz perder os limites, a lucidez escapa e a felicidade se esvai. O débito que temos com nós mesmos pode ser mais urgente a se cumprir do que qualquer outra coisa e esse débito é buscar os nossos talentos, desenvolvê-los e sermos reconhecidos por isso, sejamos populares ou não.

Reconhecimento ou popularidade? Você já se perguntou o que te move?

Abraços

Danilo España


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Quanto vale da sua palavra?

Depois de alguns meses pelo mundo chegamos a uma conclusão: a nossa palavra, quando digo nossa incluo a grande maioria dos brasileiros, está valendo menos do que a palavra dos cambojanos, tailandeses, vietnamitas, indonésios

Enfim, hoje temos o péssimo hábito de prometer da boca pra fora uma lista infindável de pequenas coisas: ”Te ligo mais tarde hoje!”, “Amanhã volto pra comprar!”, “Passo na sua casa as 8 em ponto!”, “Segura essa oferta que o carro é meu!!”. E não ligamos mais tarde, não voltamos para comprar, chegamos com 40 minutos atraso e não voltamos para comprar o carro que ficou reservado e também não ligamos para justificar, avisar, cancelar ou explicar, só para piorar a situação!

É triste afirmar que muitos de nós, e eu me incluo nisso, falamos por falar !! Parece que esse comportamento é mais fácil do que assumir o desinteresse, as meias vontades e até um atraso real. A coisa está tão feia que a recíproca é verdadeira e hoje o que acontece do outro lado é o seguinte:

Seu amigo não espera mais a sua ligação e vai fazer as suas coisas, o vendedor não separa mais aquele objeto pra você, seu amigo não vai te esperar pronto e você vai ficar esperando pelos retoques finais e o vendedor é claro que vai vender o carro pro primeiro que se interessar …

No mundo corporativo não é diferente, quantas vezes você não escuta: “Em 5 minutos te entrego esse relatório” e o relatório só vem no dia seguinte. “Preciso desses números pra ontem !!” você corre como louco e o prazo era para próxima semana. “Amanhã todos aqui mais cedo para uma reunião importante” e quem marcou se atrasa.

Tanto no universo “pessoal” como no corporativo a coisa está na mesma, o ciclo da “boca pra fora” já está virando um hábito e aqueles que são firmes em suas palavras ou que dependem da palavra alheia estão ficando literalmente ilhados num mundo de falsas expectativas ou ilusões.

Minha ficha caiu no Camboja e a lição foi dada por uma mocinha muito simples vendedora de roupas típicas numa barraca de rua. Gostei de uma peça, mas fiquei numa dúvida se devia ou não investir. Olhei, revirei a peça e devolvi para mocinha que cordialmente indagou “mas a peça ficou tão linda, porque não leva?” e eu respondi da boca pra fora … “amanhã passo aqui de novo e levo”. Ela me olhou de modo triste e retrucou “ontem uma moça como você disse a mesma coisa e reservei o dia todo a peça pra ela, mas até agora ela não veio, acho que não vai cumprir sua palavra, eu sei que você vai acabar fazendo o mesmo”, falou sem ofender, falou o que o seu coração sentia e entendia.  Ela como cambojana vem de um povo que dá valor para tudo aquilo que diz, como em geral fazem povos de muitos países asiáticos que conhecemos durante a viagem.

Saí de lá pensando no número de vezes que para evitar dizer um não ou me livrar mais rápido de uma situação, falei o que deu na cabeça sem realmente prestar atenção que aquilo que dizia não tinha valor. Depois dessa experiência vivenciamos outras situações entre povos que matém aquilo que dizem e só proferem algo quando tem a certeza de que podem cumprir.

Chegamos a conclusão que o mundo dos que tem palavra é mais motivador, mais simples, mais fácil e mais gostoso de se viver pois basta acreditar naquilo que se escuta e falar aquilo que se acredita, nada a mais …

E você, qual é o valor da sua palavra ??

Por Luah Galvão

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A meritocracia te move ??

A meritocracia é um conceito importante desde os primórdios da civilização humana, muito mais antigo do que pensamos, sua origem é datada de quase 2 milênios antes da era Cristã, foram os gregos helênicos que introduziram pela primeira vez esse conceito na sociedade e o mérito era tão levado a sério que funcionava como um dos principais pilares da sociedade.

Com o passar do tempo esse “valor” como pilar estrutural foi se perdendo e agora as grandes corporações tem absorvido novamente a meritocracia como ferramenta para impulsionar e motivar seus colaboradores.

Ponto positivo para a iniciativa, pois ser reconhecido pela sua entrega ao “meio”  é realmente uma poderosa força de ignição e retribuição !! Hoje em dia você se doa, veste a camisa, é pró-ativo, luta pelos valores da sua corporação … e sua estrela passa a brilhar !! As promoções começam a bater na sua porta, o bônus “bate” na sua conta e provavelmente você sobe no palco num evento de final de ano. Cenário aparentemente perfeito, mas vamos analisar por um outro ângulo …

Tem muita gente que usa uma infinidade de subterfúgios para alcançar o “sucesso e a fama”. Aposto que você conhece quem “maquia” resultados, quem empurra tarefas e depois leva a fama, quem sabe fazer um belo lobby, sem falar nos que deixam inclusive a ética e a justiça de lado quando o assunto é o reconhecimento. Outros só pensam no bônus, que logicamente é sempre bem vindo, desde que condizente com o desempenho, a dedicação e os limites superados !!

Voltando para os helênicos, meritocracia era um conceito vital que balizava toda a sociedade clássica grega, aliás uma das mais desenvolvidas e humanísticas que se tem notícia até hoje. O mérito era conferido aos homens e mulheres que doavam seus talentos para a sociedade em que viviam e através de atitudes éticas e honradas vislumbravam se aproximar aos Deuses. Os seres humanos que seguiam e desenvolviam seus reais talentos às máximas, eram reconhecidos e louvados como  verdadeiras “obras de arte”; ou seja heróis.

Acreditamos que a real meritocracia seja exatamente isso: uma resposta legítima diante do desenvolvimento e da entrega de talentos. Quanto mais você acredita no seu talento e entrega suas habilidades com verdade e ética maior deverá ser  seu grau de reconhecimento !! Essa sim é a equação realmente meritocrática !!

Existe a turma dos que gostam de aparecer a qualquer custo e pra isso usam quaisquer artifícios para tal e existe a turma dos que gostam do que fazem, dos que querem ultrapassar seus limites para sua própria satisfação, que se entregam de fato aos projetos e causas. Você já se perguntou qual dessas é a sua??

Antigamente os Homens de valor recebiam medalhas de “honra ao mérito” que ficavam estampadas em suas paredes ou vestimentas como símbolo de honra e orgulho. Hoje o dinheiro substituiu esses valorosos símbolos … quem sabe o retorno adjunto dessas medalhas ou troféus possa acrescentar mais reconhecimentos legítimos aos Homens obras de Arte, aqueles de real valor.

Por Luah Galvão

Gostaria de agradecer ao Prof. Dr. Viktor D. Salis, orientador do nosso Projeto Walk and Talk.

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Seu pensamento é construtivo ou você é engolido por ele?

Muitas vezes nos sentimos insatisfeitos com nossas vidas, entretanto evidenciamos mais facilmente essa insatisfação quando estamos trabalhando e o pior é que não conseguimos explicar o porquê isso acontece. Então começamos a agir de uma maneira diferente, que acaba desagradando aos colegas, ao chefe, aos subordinados e a nós mesmos, mas nem sempre paramos pra pensar o quanto os nossos movimentos podem definir o nosso próprio destino dentro da empresa ou em nossa vida pessoal.

Cada ato, cada ação tem um peso representativo na configuração de futuro que pretendemos viver. Mas antes disso devemos saber de onde vêm os impulsos que nos levam à agir dessa “maneira diferente”, aqui vai um pequeno texto para reflexão:

“Vigie seus pensamentos, porque eles se tornarão suas palavras,

Vigie suas palavras, porque elas se tornarão seus atos.

Vigie seus atos, porque eles se tornarão seus hábitos.

Vigie seus hábitos, porque eles se tornarão seu caráter.

Vigie seu caráter, porque ele se tornará seu destino.”

Onde andam nossos pensamentos? É a partir deles que tudo começa, a reação em cadeia se inicia com o que temos em mente e por incrível que pareça essa força se transmuta de várias formas chegando rapidamente a definir nosso próprio destino.

Não tenho a mínima pretenção de induzir algum leitor a uma maneira determinada de pensar, mas proponho uma revisão de conceitos que só intuem mais positividade e foco em nossas vidas.

Há diversas formas de trazer a positividade pra dentro de nós, uma delas é trazermos os nossos objetivos pra mais perto, mantê-los vivos na mente e no coração, não importa que recursos usemos para isso, podem ser simples anotações, projetos, escrever nossos sonhos e principalmente buscar informações, além contactar pessoas que tem alguma relação ou expertise no assunto.

Nossas vidas precisam não só de motivação, precisam de ação e ambas partem dos nossos pensamentos.

E você, já percebeu onde andam seus pensamentos?

 

Por Danilo España

 

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