Motivação social, verdade ou dependência?

Caro leitor, estamos no sétimo mês de viagem em nossa volta ao mundo e onde quer que tenhamos passado a pergunta “O que te motiva?” sempre exige uns segundos de reflexão antes de alguma resposta. É preciso mais do que uma simples palavra pra resumir algo tão complexo quanto a motivação humana. Mas uma boa conversa pode ser o começo de um entendimento.

Apesar de ouvirmos as respostas mais diversas, começamos a perceber que a motivação das pessoas que entrevistamos geralmente está atrelada a algum tipo de “contentamento social”, mas como assim?

Entre os fatores de motivação mais mencionados pelos entrevistados estão a família e o reconhecimento pelo trabalho. Nesses casos o impulso que nos leva a ação não partiria de nós mesmos, e sim de uma aprovação social“.

Colocar em primeiro plano vontades alheias e deixar de lado os nossos talentos cria uma conduta que não vai de encontro com a nossa verdade. Ao fazermos algo para agradar a família ou simplesmente para alcançarmos status podemos estar nos enganando e o preço a pagar pode ser alto demais, como insatisfação, estresse, depressão e até mesmo doenças.

Já ao seguirmos os nossos talentos, seja no trabalho ou na vida pessoal nossa alma se contenta, isso certamente traz resultados de motivação positivos para nós e para os que nos cercam. O coletivo sempre está envolvido em nossas reais motivações, mas deve ser apenas uma consequência pois é uma linha tênue que separa uma conduta Ética e Meritocrática do desencontro de nós mesmos.

Portanto a reflexão que fica é: tomarmos cuidado para não nos deixarmos levar pelas expectativas dos outros e acabar distantes de nós mesmos. O ideal é buscarmos atividades que nos entusiasmem por irem ao encontro dos nossos talentos, assim será a melhor maneira de contribuirmos para o meio em que vivemos, cada um oferencendo o que tem de melhor.

Esse era um fundamento helênico muito importante na formação do Homem Obra de Arte, desenvolver ao máximo seus talentos, não para buscar meramente a motivação, mas para encontrar o sentido de sua existência.

 

Por Danilo España e Luah Galvão (Foto Internet)

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Seu pensamento é construtivo ou você é engolido por ele?

Muitas vezes nos sentimos insatisfeitos com nossas vidas, entretanto evidenciamos mais facilmente essa insatisfação quando estamos trabalhando e o pior é que não conseguimos explicar o porquê isso acontece. Então começamos a agir de uma maneira diferente, que acaba desagradando aos colegas, ao chefe, aos subordinados e a nós mesmos, mas nem sempre paramos pra pensar o quanto os nossos movimentos podem definir o nosso próprio destino dentro da empresa ou em nossa vida pessoal.

Cada ato, cada ação tem um peso representativo na configuração de futuro que pretendemos viver. Mas antes disso devemos saber de onde vêm os impulsos que nos levam à agir dessa “maneira diferente”, aqui vai um pequeno texto para reflexão:

“Vigie seus pensamentos, porque eles se tornarão suas palavras,

Vigie suas palavras, porque elas se tornarão seus atos.

Vigie seus atos, porque eles se tornarão seus hábitos.

Vigie seus hábitos, porque eles se tornarão seu caráter.

Vigie seu caráter, porque ele se tornará seu destino.”

Onde andam nossos pensamentos? É a partir deles que tudo começa, a reação em cadeia se inicia com o que temos em mente e por incrível que pareça essa força se transmuta de várias formas chegando rapidamente a definir nosso próprio destino.

Não tenho a mínima pretenção de induzir algum leitor a uma maneira determinada de pensar, mas proponho uma revisão de conceitos que só intuem mais positividade e foco em nossas vidas.

Há diversas formas de trazer a positividade pra dentro de nós, uma delas é trazermos os nossos objetivos pra mais perto, mantê-los vivos na mente e no coração, não importa que recursos usemos para isso, podem ser simples anotações, projetos, escrever nossos sonhos e principalmente buscar informações, além contactar pessoas que tem alguma relação ou expertise no assunto.

Nossas vidas precisam não só de motivação, precisam de ação e ambas partem dos nossos pensamentos.

E você, já percebeu onde andam seus pensamentos?

 

Por Danilo España

 

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