Síndica no currículo

A atividade pode parecer chata e cansativa, mas também reserva muitos conhecimentos que podem ser aplicados no mundo corporativo. Se você for do tipo de não gosta de negociar valores, como eu era, aprende que chorar por desconto e cortar orçamento faz toda a diferença no resultado final. 

A vida de uma líder de condomínio pode ser exaustiva e não muito compensadora em termos financeiros, mas com organização e determinação, cumprir as metas torna-se a melhor das recompensas. Calma, não resolvi assumir de síndica novamente, até porque tempo é uma coisa que anda escasso na minha vida, mas já passei pela experiência e confesso que hoje não consigo ficar muito longe da gestão de uma coletividade. Atualmente sou conselheira, faço o jornalzinho interno e ainda dou bons pitacos no jardim.

O que quero apontar é que as mulheres podem ser síndicas surpreendentes, muito competentes e muitas vezes melhores do que os homens. Acho que a maioria não assume porque tem receio de questões mais complexas, como manutenção, contrato, contas e funcionários. Mas o jeito feminino, de ouvir, ser dedicada e detalhista e pesquisar muito faz uma grande diferença na administração de um condomínio.

Fui síndica por dois anos de um condomínio de 26 apartamentos. Pode parecer fácil, afinal onde moro hoje são três torres e mais de 200 unidades (ufa!), mas a questão mais difícil era promover melhorias  sem impactar na cota condominial, coisa muito difícil com uma divisão menor de moradores.

Assumi com o saldo negativo e não tinha a menor ideia por onde começar, mas aos poucos consegui fazer um fluxo de caixa, organizar as contas, renegociar contratos e tomei inclusive medidas mais drásticas, como terceirizar a portaria. Aprendi a priorizar, negociar, gerenciar pessoas e pela primeira vez senti realmente que era capaz de liderar uma empresa e uma equipe, o que um condomínio não deixa de ser.

Conclui o trabalho com o orgulho estampado e também com várias conquistas, como a redução de 50% na conta de água com a individualização. O mais gratificante foi conseguir alcançar as minhas metas traçadas no início da gestão. Hall de entrada, sala de ginástica, salão de festas e espaço infantil, totalmente mobiliados e decorados, que contaram com o meu dedo em cada detalhe, do vaso ao quadro na parede.

Valeu a pena! Se você nunca pensou em ser síndica ou síndico, comece a ver isso com outros olhos. Você dedica tempo, mas em compensação faz uma verdadeira imersão nos negócios. Pode não ir para o currículo, mas vai ajudar muito no seu crescimento profissional e também pessoal.

Post to Twitter Tweet This Post

Futuro sem rugas e sem dinheiro

Uma pesquisa divulgada pela Sophia Mind mostrou que mais da metade (54%) das mulheres brasileiras não poupam ou guardam pouquíssimo de sua renda. A sondagem pela internet foi feita com o público feminino com uma amostram de 2 mil pessoas.

A renda faz grande diferença quando trata-se de guardar dinheiro. Entre as que ganham acima de R$ 5 mil – 43,2% não poupam nada ou muito pouco e o número passa para 69% entre aquelas que ganham até R$ 1,5 mil. Os motivos alegados para isso? São variados, mas o mais citado é a falta de recursos financeiros. Outro ponto interessante da pesquisa é que a maior parcela das brasileiras acima de 30 anos não consegue apontar um motivo para não ter começado a poupar.

Entre a minoria que poupa 28% o fazem eventualmente, sem uma regra específica, enquanto 27% separam um montante fixo regularmente, 22% fazem contas para analisar o quanto vão guardar antes de gastar, 17% poupam apenas o que sobra e 6%, quando recebem uma renda extra.

Garanto que você pensou que o principal motivo é que as mulheres gastam demais, mas a verdade é que elas pesquisam mais e gastam em picadinhos, diferente dos homens que quando resolvem abrir a carteira é para renovar o armário de roupas, trocar o carro ou comprar um brinquedinho nada barato.

Tenho acompanhado o perfil das mulheres na Expo Money e o percentual de participantes cresce a cada ano, mas ainda está longe do montante de homens na Bolsa. Especialistas na área defendem que as mulheres são melhores investidoras, mas resta saber como fazer a mágica de fazer sobrar no final do mês.  Afinal são tantas contas e obrigações com a beleza, como manicure, depilação, cabeleireiro e cosméticos. As despesas da casa e também dos filhos acabam sobrando para as mulheres, que assumem desde as compras do supermercado até quando pintar as paredes. Acho que falta o real compromisso também esse gasto, com a sua independência.

Para praticar a arte de poupar consultores financeiros indicam que se estabeleça um percentual, 10% por exemplo, sobre a renda mensal, assim se o salário aumentar a reserva também acompanha. Agora não vale começar sem um objetivo. Pense nele antes, seja uma viagem, uma pós-graduação, a troca de carro, a compra do apartamento ou por que não na aposentaria?

Post to Twitter Tweet This Post

Vou fazer MBA!

Está na hora de fazer uma pós-graduação e esse ano foi o escolhido. Com o intercâmbio o assunto ficou de lado, mas fazer um MBA ou mestrado estava nas metas do ano passado e agora voltaram para a lista de 2010 no primeiro tópico. Tanta coisa aconteceu no último ano, como decisões financeiras para administrar as contas, reformar apartamento e mobiliar.

Não dá par deixar para depois, tem que ser agora. O que ainda não tinha percebido é que seria tão agora, no mês de março, afinal falta apenas uma semana para terminar fevereiro. Como sempre tudo na minha vida tem que ser decidido do dia para noite. Foi jogo rápido para comprar carro, comprar apartamento, mas nunca pensei que a decisão de fazer um MBA pudesse ser tão difícil e envolvesse tantos aspectos. Afinal, o mais importante, o tema do curso, já estava escolhido.

Semana passada entrei em parafusos pensando nisso. Fazendo cálculos daqui e dali para encaixar no orçamento, perguntando para as pessoas o que achavam do curso, da universidade. Comunicação Corporativa é uma área muito interessante, que para mim será a grande aposta na área de jornalismo.

Outro detalhe que me trouxe muita insegurança e preocupação foi a Nikita, meu anjinho da guarda, uma Yorkshire de sete anos. Ela se acostumou bem com a nova rotina de passar o dia sozinha, depois da separação dos pais, mas se eu for estudar duas vezes por semana e voltar tarde, além das aulas de inglês que vou fazer, ela vai passar mais que o dia sozinha:  será dia e noite.  Praticamente viverá sozinha. Isso me corta o coração, tudo bem, sei que estou exagerando um pouco. Não consegui encontrar uma solução, mas vou ter que dar um jeito.

Acabei escolhendo o curso da Anhembi Morumbi, porque o currículo é interessante com foco em sustentabilidade e o preço também é acessível, mas claro que o orçamento vai sofrer uma grande revisão e já estou pensando no que vou cortar.

Vocês querem me ajudar nessa empreitada? Quem conseguiu dar conta de tudo (trabalho, viagens, casa, cachorro, gato, galinha) e ainda fazer sobrar uma graninha? Aceito conselhos!

Força na peruca, mas de uma coisa eu já sei, 2010 será um ano de muitos estudos.

Post to Twitter Tweet This Post

Mulheres Perfeitas

Nicole Kidman linda e perfeita no filme "Mulheres Perfeitas"

O que é uma mulher “perfeita”? Esse hilário filme “The Stepford Wives” (título orginal, traduzido para Mulheres Perfeitas no Brasil),  mostra o estereótipo de mulheres lindas, loiras, maravilhosas, esbeltas, prestativas, que são ótimas donas de casa e ainda por cima nunca têm uma dor de cabeça.

Saindo do mundo virtual e das telas de cinema, a vida real é muito diferente e ser uma mulher perfeita é definitivamente impossível. Não é só a questão de beleza, mas de personalidade, carreira, vida, mãe, filha, avó. Somos imperfeitas por natureza, desde que cometemos o pecado de comer a maçã, afinal sempre podemos sucumbir em determinado momento.

Carnaval traz uma série de beldades e mulheres ditas “perfeitas”, pelo menos no quesito físico, já que os outros aspectos ficam de fora. Elas desfilam na Avenida ou assistem do camarote e exibem corpos esculturais, dourados e pouquíssima roupa para mostrar os resultados da malhação ou da maca de cirurgia plástica. Como os homens sempre falam que o que importa é o resultado, então o que vemos são mulheres perfeitas e lindas. O bonito é para ser apreciado.

Nessa mesma folia, a cidade do Rio de Janeiro, traz outro contraponto e reúne milhares de mulheres de diferentes idades, raças ou condição social nas passarelas dos blocos de rua. Elas são altas, baixas, magras, gordas, morenas, loiras, fantasiadas, de havaianas e biquíni e trazem consigo a mesma energia das beldades, mas sem a pretensão de serem mulheres perfeitas. São apenas mulheres anônimas, que em forma ou não, estão prontas para mostrar seu lado imperfeito.

Afinal, quem é perfeita para quem? O que seriam das não tão belas, se todos os homens buscassem mulheres estonteantes? E se os homens fossem tarados pelas inteligentes o que seriam das fúteis? E o humor não conta? Claro que conta, tudo conta e conta diferente na busca da cara metade. Vale a pena cortar a cerveja para ter uma barriga secinha ou entrar para a faca para ter aquele peito empinado?

Tudo vai depender de você, do que busca, do que te faz bem e do que te faz feliz. Com certeza, se estiver bem como mulher, realizada, feliz tanto com o seu corpo, quanto com a sua cabeça, os homens também vão perceber isso e alguém vai valorizar essa mulher imperfeita que existe dentro de você.

Aproveito para fechar essa quarta-feira de cinzas com uma homenagem para uma mulher de tão imperfeita quase foi perfeita e que até hoje anima muito carnavais com suas marchinhas, Chiquinha Gonzaga (1899).

ABRE ALAS
Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar
Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

Post to Twitter Tweet This Post

Era ele!

Nos primeiros dias andando feliz da vida nas ruas de Londres os homens passavam e todos me pareciam astros dos filmes britânicos, com aquele sotaque “water”, magros, loiros, olhos claros, bem vestidos e perfumados. Por outro lado, eram totalmente indiferentes às mulheres que cruzavam e transpirarvam aquele ar de superioridade e nariz empinado. Tudo bem, eles até podem.

Admirar não tira pedaço e colírio faz até bem aos olhos e ficava maravilhada observando esses homens e também as mulheres. Bastava passear pela região da Oxford Street para suspirar a todo o momento e às vezes ter a certeza que ele tinha muitos primos, irmãos, parentes ou sei lá. Eram iguaizinhos, o mesmo charme e jeito de garoto sedutor, tão popular em Alfie. Outra vezes parecia com o jeito sexy de Closer e romântico do personagem de soldado em Cold Moutain, que por sinal a Nicole Kidman rouba totalmente a cena.

Eu já tinha me conformado a encontrar gêmeos dele pela rua, mas um dia, no Soho, olhei pela janela do restaurante e vi:  era ele. Mesmo jeito, físico, cabelo, de camiseta branca e calça jeans. Fiquei olhando para ele e para o prato enquanto que se servia e pensei seriamente em invadir o restaurante e pedir um autógrafo. O que eu não entendia era que as pessoas não estavam nem dando bola para ele e sua beleza e charme estavam passando despercebido. Só tem uma explicação:  Londres possui uma fábrica de clones do Jude Law. Será que eles aceitam currículo?? rsrrs

PS: para as que gostam de ruivos, Londres também é o paraíso. Tem para todos os gostos.

Post to Twitter Tweet This Post

Paixão à primeira vista

Quando ela bate não tem explicação, chega quando menos se espera e no lugar mais inusitado possível, mas você sabe que algo balançou. Não é só o visual, mas o conteúdo, a inteligência, a profundidade, a serenidade e o colorido são de tirar o fôlego.   

Assim que você vê pela primeira vez quer levar para sua casa e fazer com que faça parte da sua vida. Tudo muda, você passa a respirar diferente, seu humor muda, o romantismo aparece e é praticamente impossível ficar muito tempo sem ver.  Entre tantos para escolher, ele a escolheu de uma maneira tão leve, delicada, engraçada e contemplativa.   

Isso tudo aconteceu na primeira viagem para Europa, mais precisamente em um Museu em Amsterdã, depois que a lagarta desabrochou e deu vida a uma linda borboleta, cheia de luz, energia, cor púrpura, que buscava uma alimentação saudável nos jardins mais jovens, mas prontos para recebê-la. Essa voadora, um tanto eloquente, aprendeu novamente a cuidar do jardim e a observar com o maior cuidado a delicadeza das flores crescendo. Apresento o grande conquistador.  

Daubigny´s Garden - Van Gogh

   

Post to Twitter Tweet This Post

Europa de trem

Chegada de Paris em Londres na estação Kings Cross St. Pancras

Viajar de trem ou avião pela Europa? Vai dizer que você nunca questionou isso? Todo mundo tem essa dúvida e claro que isso é fundamental para montar o roteiro de viagem. Eu sou marinheira de primeira viagem e não tive uma vasta experiência, mas já consegui tirar minhas impressões. Antes de sair do Brasil já tinha optado de ir de trem de Londres para Paris no ano novo e inclusive tinha a passagem comprada, apesar dos preços serem bem mais altos nesse período. Não me importei, afinal eu precisava cruzar o Canal da Mancha de trem.

Uma semana antes de embarcar para aquela cidade apaixonante os jornais estampavam problemas da Eurostar e pessoas presas por várias horas por conta da neve e mau tempo. Todos com quem eu falava estavam preocupados, mas eu não. Simplesmente não tive vontade de pensar no plano B. Vou para Paris, era só isso que eu pensava.

A viagem levou pouco mais de duas horas e eu estava ansiosa.  Chegar dentro da cidade com acesso a estação do metrô não tem preço, mas não ter uma indicação com inglês, custa e muito. Pensei nessa pauta e ontem quando li o Caderno de Turismo da Folha sobre “Europa nos Trilhos” me senti ainda mais motivada.

Se na primeira viagem não tinham dúvidas, na segunda, que o destino era Amsterdã tudo mudou. Passagens aéreas com preços convidativos, mas não era tão simples quanto parecia. Como todos os aeroportos em Londres são afastados a opção era pegar outro trem até lá, o que sairia em média mais 15 libras por trecho. No aeroporto da Holanda também seria necessário outro trem local que sairia a bagatela de 40 euros. Resumindo, a passagem barata era mero detalhe, fora todo estresse com mala, checking, acordar ainda mais cedo, etc..

Cheguei a cogitar ir para Bruxelas e Bruges, a Veneza deles, porque era mais cômodo e barato viajar de trem até Bruxelas, mas depois de quase desistir e cogitar inclusive uma cansativa viagem de ônibus, resolvi ir pessoalmente até a Eurostar. Não só consegui um preço melhor, mas também cheguei ao roteiro que queria. Na Bélgica teríamos que trocar de trem e eram mais três horas, mas com paradas rápidas e curiosidades à parte. Só para terem uma ideia de custo, consegui ida e volta de Londres a Amsterdã por 99 libras, com trem de Bruxelas para o destino final. Vocês não acham bom? Eu achei.

Chegamos à Bélgica com open ticket para Amsterdã, mas quem disse que queríamos perder um minuto? Corremos pelas plataformas e entramos no vagão. As lindas se acomodaram nas poltronas de couro vermelho e só perceberam que estavam na primeira classe quase no final da viagem.  Claro que mudamos de vagão, mas não sem se divertir.

Foram apenas duas viagens, mas posso garantir que sou adepta aos trilhos europeus. É muito mais gostoso apreciar as paisagens, tranquilo, rápido e também pode ser mais barato se colocar tudo na ponta do lápis. A comodidade de sair e chegar a uma estação de metrô, principalmente quando está com mochila nas costas, é ganho na certa, inclusive economicamente.  Faltou Berlin, mas na próxima já estou atenta e vou virar rata dos trilhos.

Post to Twitter Tweet This Post

Perigo: mulher e um mapa

Eu e minha amiga animadas com o mapa. Nem parece que acordamos às 4h da matina.

Acho que os pesquisadores deveriam explorar mais essa questão de localização geográfica para as mulheres. Qual é o nosso problema com mapas, hein? Eu juro que quando mudei para SP tive um progresso considerável (de zero para 30%). Achei que conseguiria seguir as orientações e um mapa nas viagens, mas continuo com problemas de localização.

Em Londres até tirei de letra, afinal mapa de metrô até Zé Mané sabe ler. Em Paris também fiz tudo a pé e a maior dificuldade foi encontrar a livraria “Shakespeare and Company”. Daquela vez eu me dei um desconto, afinal eu perguntava em inglês e eles respondiam em francês e ainda faziam um ruído muito estranho, mais um menos como “tchi-tchi”, que eu deduzi que era para seguir em frente.

Conseguimos encontrar. Era do outro lado do Sena com vista para a Catedral de Notre Dame.

O mais divertido mesmo foi em Amsterdã. Chegamos de trem e logo fomos recepcionados pela equipe de turismo da cidade. Já fiquei feliz da vida e quando vi o mapa, tão simples e lindo fiquei animada. Agora sim, a cidade é pequena, linda e fácil de andar. Maravilha! Não se engane. Achar o Hostel realmente foi fácil, afinal todo mundo fala inglês na cidade e muito bem por sinal. A maior dificuldade era olhar o mapa e ainda cuidar para não ser atropelada por uma bicicleta. Até hoje sonho com aquela buzina.
Depois de me livrar do peso da mochila saímos belas e faceiras caminhando pela cidade, totalmente apaixonadas por cada ponte, bicicleta parada, rua estreita, vitrine e artesanato. Fiquei encantada e lembrei muito da minha cidade natal. Andamos muito, anoiteceu e começou a chover.

Tomamos um gostoso chocolate quente e decidimos ir até a tal Red Light District conferir as vitrines de mulheres. Andamos e começou a nevar e ficou muito frio. Nos demos conta que estávamos totalmente perdidas e andando em círculos. Nessa hora o mapa ajudaria certo? Errado, eu não conseguia ir para direção certa e cada informação que eu pedia complicava ainda mais.

Cansei e abortei o passeio. Queria só voltar para casa e tomar um banho quente e um chazinho. Larguei o mapa, que nessa altura estava todo molhado e quase sentei no meio da rua e chorei. Atravessei a rua e conversei com um tiozinho em uma livraria. Fiz ele me mostrar a linha que deveria seguir até em casa no mapa. Quando vi que estava certa quase saltitei!

Essa viagem para lá me fez aprender uma coisa: nunca menospreze o tamanho da cidade. Você sempre pode se perder. Basta ter problema de localização como eu. Juro que se um dia eu tiver uma filha vou exigir um GPS de série.

Post to Twitter Tweet This Post