10 passos para lidar com uma birra. Conheça o Chiliqueback.

Todo mundo tem um chiliquento na vida. Seja um chefe, um colega de trabalho ou até mesmo o Neymar. O chilique é uma instituição corporativa. Uma ferramenta de gestão, Um recurso de comunicação, Uma habilidade da liderança. Quando a pessoa esgota seus recursos lógicos – o que, no caso do chiliquento, dura meros segundos – lá vem a explosão verbal, a chantagem emocional, a birra infanto-hierarco-compulsória que assola o ambiente de trabalho.

O chilique tem raízes muito profundas e razões um tanto obscuras, ele foi aprendido como recurso de negociação pelo chiliquento e tem origem na insegurança da pessoa e imaturidade em resolver conflitos.

Apesar de todo esse cenário desolador, lidar com o chilique pode ser bem mais fácil e proveitoso do que você pode imaginar e se você seguir os passos adiante terá resultados incríveis.

1. Não entre no jogo. (apenas escute)

Essa é a regra de ouro. A megahiperultradica das megahiperultradicas. Não se envolva. Ignore.Pelo menos de início.

O chilique tem um forte teor emocional e o que o chiliquento mais quer é uma boa discussão sem pé nem cabeça onde ganha quem grita mais.

O chilique tem por objetivo o embate, a briga, o enfrentamento. Mas lembre-se: quando um não quer, dois não brigam.

O melhor antídoto do chilique é o silêncio, a tolerância e a calma.

Quer deixar um chiliquento P da vida? Fique quietinho, olhando em seus olhos com a maior calma do mundo pelo tempo que for necessário até que apareça a célebre frase “E ai? Não vai dizer nada?” (essa é a sua deixa)

*vá para o item 4 se estiver quase tendo um chilique pra saber o que fazer.

2. Apenas Ouça. Perceba o que está sendo dito.

Durante o chilique – já que você vai esperar até o surtado se acalmar – uma boa idéia é ouvir o que (não) está sendo dito. Durante esses acessos de cólera o chiliquento acaba entregando mais do que ele gostaria ou tem noção.

Perceba quais palavras ele utiliza, sobre o que ele está reclamando, quais são suas reinvidicações e, principalmente, qual sua motivação para ter esse comportamento. (o que ele busca com isso?)

3. Você sabe com quem está falando? (Dê uma fama para ser cuidada)

O chilique não é uma exclusividade de jogadores de futebol megaestrelas ou artistas hollywoodianos. Ele vem de qualquer lugar, de qualquer esfera, de qualquer pessoa.

Quem é o chiliquento? Seu chefe? Seu funcionário? Colega de trabalho?

Por que isso é importante?

A noção de status ou auto imagem que a pessoa tem de si exerce uma influência enorme no bem estar do chiliquento, tanto que ativa os mesmos circuitos do instinto de lutar ou fugir no cérebro e qualquer alteração do status quo (estado original percebido) é vista como uma ameaça das mais perigosas.

Se você entender qual é a noção de status ou auto imagem que o chiliquento tem você pode usar isso a seu favor dizendo por exemplo:

“Não acredito que uma pessoa tão inteligente e promissora precise sair do equilíbrio para demonstrar um ponto de vista” Pronto, matou o chilique.

4. Você tá reclamando do quê? (peça explicações)

Pronto. Agora que o chiliquento está mais calmo chegou a hora de entendermos o chilique.

Mesmo que você tenha entendido completamente o que o chiliquento queria e dizia durante o showzinho é fundamental esclarecer tudo. E isso servirá muito mais a ele do que a você. Você pedirá explicações e isso o forçará a racionalizar sua raivinha para lhe dar as respostas e consequentemente ele também entenderá melhor o que quer com a birra (além da birra é claro). O que você está fazendo aqui é amenizando o fator emocional e dando uma chance do chiliquento perceber que existem outros meios de se resolver a coisa.

Megahiperultradica: peça para o chiliquento nomear a emoção que está sentindo. Neuroscientistas descobriram que nomear uma emoção negativa ajuda a diminuir a sensação dela. É que o cortex pre-frontal (área do cérebro que se desenvolveu por último e relacionada com pensamentos lógicos, decisões, avaliações, pensamentos abstratos, etc) ameniza o funcionamento da amigdala (parte de nosso cérebro primitivo) e é responsável por nossas respostas de medo, ameaça, etc.

5. Traduza para seu idioma.

Essa é a segunda chance do chiliquento internalizar sua real intenção com o chilique. Aqui você pegará tudo o que ele falou (e o que você percebeu) e vai reformular com suas palavras.

“pelo o que eu entendi você está dizendo que…” e diga em outras palavras ou contextualizando melhor ou trazendo outros pontos de vista para a conversa.

Além de ajudar a esclarecer e evitar interpretações erradas que só poderiam piorar a situação, todo esse processo dá tempo ao chiliquento para se acalmar e, o mais importante de todo o processo, cria confiança.

O chiliquento percebe que você quer se conectar com ele, quer entender o seu mundo e que dessa forma você o respeita (lembra do status?)

6. Foque na solução.

Depois de dar tempo ao tempo, esclarecer a confusão emocional, manter o status do chiliquento, chegou a hora de encontrar uma solução.

Deixe de lado qualquer impulso de buscar culpados pelo evento, mesmo que existam nomea-los só vai aumentar as chances de novos chiliques.

Foque na situação, nas atitudes que precisam ser tomadas para que tudo se resolva. Para isso conte com a ajuda do chil… (você sabe quem) peça participação na solução pois assim você evitará futuros chiliques sobre o mesmo tema.

7. Chiliqueback – O feedback do chilique

Chegamos ao item que deu origem a este post. Chiliqueback nada mais é do que repassar todos os acontecimentos (itens 1 ao 6) e seus desdobramentos até o momento atual.

Convide o chiliquento para este exercício. Diga “vamos repassar tudo o que aconteceu até aqui só pra ver se eu entendi?”

Neste momento ele já está mansinho e você tem a oportunidade de estabelecer, a partir deste momento, uma crítica construtiva do que aconteceu.

8. Comprometa o chiliquento

Bom, depois de ter todo esse trabalho só pra controlar um chiliquento que não tem nada mais a fazer do que ficar de birra pelos quatro cantos do escritório você precisa compromete-lo a evitar a todo o custo outro chilique. Mostre como a situação ficou bem melhor depois que todos se acalmaram e passaram a conversar sobre o que lhes incomodava e que essa é a melhor maneira de obter resultados positivos e rápidos.

Reforçe a fama criada no item 3.

Um bom começo é compartilhar com ele o que você sente, quando ele tem este tipo de atitude.

“quando eu vejo você entrando na sala comesse olhar minha barriga gela e eu nem sempre sei o que causou isso o que me causa certa frustração de não poder ajudar da menira que eu gostaria e isso me faz sentir impotente diante de uma pessoa que é importante no meu dia a dia”

9. Estabeleça as regras do jogo (para o próximo jogo)

Para finalizar, estabeleça um contrato com o chiliquento. Defina uma atitude a ser tomada por você em relação ao chiliquento a próxima vez que um chilique acontecer.

Pode ser: “caso ocorra novamente, eu me ausentarei do recinto em que você estiver até que você se acalme e possa me explicar/pedir/mostrar o que você quer”

O bom desse passo é que o chiliquento pode ser seu chefe, funcionário ou colega de trabalho que da próxima vez que ele chilicar você pode ter essa atitude sem que ele se sinta diminuido, agredido ou ignorado e sua imagem junto a ele não será afetada.

Se ele perguntar se você está ameaçando diga que não, que está avisando e estabelecendo um comportamento aceitável e acordado pelos dois em um momento de forte emoção e que se ele quiser pode fazer o mesmo com você.

10. Critique em particular, elogie em público

Sem mais delongas faça o que o item 10 diz: Critique sempre em particular, elogie sempre em público e você vai potencializar a influência de suas palavras.

Faça o que eu digo e ninguém sai ferido. Caso você discorde ou tenha algo a acrescentar, por favor, tenha seu chilique nos comentários.

Bjs abs e piparotes!

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Telefone para você. (A diferença entre falar e fazer…)

A decisão.

Preciso abrir uma conta em outro banco. Ok… precisar não preciso, quero. Numa conversa informal com um amigo de mercado financeiro fiquei sabendo das vantagens da diversificação na oferta de serviços bancários e decidi que romperia a relação de exclusividade com meu banco após uma década de fidelidade não reconhecida.

Tudo bem eu assumo, a relação já estava desgastada, ela (a instituição) já não me procurava mais, ou quando procurava era só pra pedir dinheiro ou dizer que eu estava errado. Cansei. Quando percebi, eu estava olhando pra outras na rua, atrás de aventura ou quem sabe de um outro porto seguro onde pudesse amarrar meu barco.

A escolha.

Como em qualquer “caça” as diferenças efetivas entre uma ou outra opção eram estatisticamente desprezíveis então parti para as afetivas. Pois como estava carente queria alguém que me desse colo, cafuné ou um ombro. Sabia que eu era um bom partido, tinha um dote considerável (mas não invejável) e minhas exigências poderiam ser consideradas básicas. Ah! Esqueci de dizer que em minha escolha evitei as opções do tipo premium pois não queria gastar aquilo que me dava condições de status com algo que me cobrava mais para mostrar aos outros que eu tinha status e fatalmente acabaria tirando o verdadeiro status que porventura (ou ilusão) eu tivesse. Mas voltemos ao status quo.

A determinação.

Ela era perfeita, ou ao menos se aproximava disso. Além de cuidar das minhas finanças, era interessada em causas sociais, meio ambiente, perambulava muito bem pela cultura, tinha acabado de realizar uma plástica geral e estava enxutíssima e se eu precisasse ela ainda me emprestava dinheiro!!! Que mais eu poderia querer?

O encontro.

Fui conhece-la pessoalmente. Pra saber mais informações sobre a pretendida. A internet até é um bom meio para a paquera, mas para efetivar a proposta de relação ai eu sou tradicional, tem que ser olho no olho. Isso evita surpresas futuras. Vesti-me com as honrarias que a situação pede. Sem muita pompa para evitar altas expectativas, sem muito desleixo para evitar o pouco caso.

A hora da verdade.

Entrei na agencia. Olhei em volta, era de pequenas proporções, do tipo mignon, com 4 caixas de atendimento, alguns caixas eletrônicos e três mesas de gerentes. 4 ou 5 pessoas na fila esperando sua vez de serem atendidas. Enfim nada que destoasse muito daquilo que eu já esperava. Após um breve e superficial reconhecimento da área encontrei-a. Estava atrás de uma mesa onde descansava uma placa com os dizeres “abertura de contas – Rita de Cássia” aquilo soava como poesia em meus ouvidos. As trombetas tocavam, o coração disparou. Rita… esse era seu nome… fui ao seu encontro e ao chegar perto da mesa nossos olhares se cruzaram pela primeira vez. Como ela estava ao telefone fez um sinal para que eu sentasse e foi o que fiz ouvindo ainda o final de sua conversa “me liga lá pelas 5 que eu já sai e a gente se encontra pra botar a fofoca em dia. Beijo, tchau”

- Olá em que posso ajuda-lo?

- Eu queria abrir uma conta e…

TRIMMMMMM toca o telefone. Aliás os telefones. Eram todos os telefones tocando ao mesmo tempo.

- Eu vi uns prospectos de abertura de conta na…

TRIMMMMM e o som ecoava por toda a agencia. Olhei ao lado para as outras mesas e vi uma gerente remexendo sua bolsa e a outra vasculhando uns papéis.

- Eu gostaria de saber mais sobre…

TRIMMMMM as pessoas na fila também começavam a olhar em volta como que procurando quem iria atender ao chamado. Lancei um olhar ao telefone quase que sugerindo que ela o atendesse e ela lá com suas mãos cruzadas sobre a mesa e seu olhar de “estou aqui para ouvi-lo”.

- Se você quiser atender o telefone… sugeri já mostrando certo desconforto com a interrupção freqüente. Ao lado as duas gerentes conversavam. Devia ser algo muito importante.

Comecei a duvidar de minha sanidade. Será que só eu to percebendo esse som do telefone tão alto? Olhei novamente para a fila, bem , se eu estava louco eles também estavam. Só nós ouvíamos o som do telefone. Todos os funcionários do banco nem o notavam.

- E se o senhor ainda disponibilizar recursos para o fundo… Rita falava. Eu já não ouvia mais nada só ficava esperando o próximo toque. E ele vinha…

TRIMMMMMM

- E é ai que está o nosso maior diferencial, o cuidado com o cliente… Rita não percebia que tinha me perdido e que agora eu passava a contar quantos toques ainda viriam. As gerentes tinham ido tomar um cafezinho na máquina ao lado. Novos integrantes da fila já percebiam o mantra do telefone e, como seus predecessores, também olhavam em volta em busca de um salvador.

- Se o senhor reparar em nossas taxas… Atenda o telefone. Atenda o telefone. Eu enviava sinais telepáticos para ela já fantasiando que poderia ser alguma coisa importante como… um cliente por exemplo!

TRIMMMMMM era o décimo toque. Minha fantasia começou a ganhar proporção e eu já me via no escritório com o telefone em punho, precisando de um serviço, informação, ajuda ou alô, não interessa! Por que esta gerente não atende ao telefone?!? Como ela podia fazer isso comigo? Eu precisando falar e ela tomando cafezinho, tentando chavecar mais um incauto ou secando as unhas?

Minha esperança era que a linha caísse para que assim eu pudesse retomar o mínimo de atenção que ainda tinha e ouvir o resto da ladainha de Rita. Para meu desespero o tel não parou.

- Capitalização é nosso forte, temos uma linha de…

Décimo sétimo toque. Surtei. Levantei-me da cadeira e em alto e bom som proferi minha indignação:

-NINGUÉM VAI ATENDER ESSE TELEFONE?

A agencia parou. De um lado os funcionários com olhares de susto e reprovação, de outro meus aliados da fila dando razão a minha indignação, cheguei até a ouvir um “é isso mesmo…”

- O senhor está bem? Perguntou Rita não entendendo minha atitude.

-Agora estou ótimo. Rita sabe quem era ao telefone? Eu! Eu e tantos outros que precisam ser atendidos, mas vcs estão ocupados demais para isso não é verdade? Passar bem Rita.

Fui embora de peito estufado e o sorriso de quem acabara de escapar de uma roubada.

Resumo da ópera.

O telefone serviu como um alarme contra o mau atendimento. A cada frase emitida pela Rita o alarme gritava “não acredite!” e foram 17 “não acredite” que eu ouvi em pouco mais de dois minutos.

Imagine se no segundo ou terceiro toque, ao perceber que ninguém atenderia, Rita pegasse o telefone e aproveitasse a oportunidade de mostrar toda sua desenvoltura como gerente, imagem e interface da instituição provendo um atendimento exemplar, mostrando soluções, ouvindo o cliente e dando um “show” para sua platéia (eu no caso).

Qual teria sido minha percepção em relação aos serviços deles? Qual teria sido minha experiência com a situação? Lá estava um cliente em potencial que estava pronto para fechar um negócio, ávido para validar suas expectativas, disponível, com a atenção toda voltada pra ela e o que ela faz? Blá blá blá, discurso decorado, panfletos batidos, chance desperdiçada.

Diz um ditado: Existem 3 coisas que não retornam: a flecha atirada, a palavra lançada e a oportunidade perdida. Vou acrescentar mais uma: o cliente desprezado.

você já se sentiu desprezado por um fornecedor, prestador de serviço ou vendedor? Deixe seu comentário, é sempre um prazer conversar com você.

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Ai que raiva!!!!(saiba como usar a raiva a seu favor)

Olá Comunicadores! Sim eu sei, to sumido, sem escrever, sem aparecer, eticetera e tals.

É que estou em mudança, de vida, de local, de cidade, de perspectiva. E uma das coisas que advem de um processo grandioso como esse é a raiva. as vezes ficamos p da vida quando menos esperamos e isso faz com que nossa comunicação vá por água abaixo.

Vamos entender que raios de raiva é essa?

Primeiro existe a raiva crônica e a aguda – a primeira começa com uma implicância, um mal entendido, uma primeira impressão não muito boa e dai vai sendo alimentado no cotidiano das empresas. É muito mais uma questão de sentimento.

A questão aqui é que o cérebro humano tem um processo chamado de validação subjetiva, desvio para confirmação ou falsidade retrospectiva que acaba por agir a favor dessa raiva. (são processos que amenizam a dissonância cognitiva)

Esse processo refere-se a um tipo de sistema seletivo do cérebro em que tendemos a assimilar o que confirma nossas crenças e ignorar ou diminuir o que as contradiz.

Trocando em miúdos se uma pessoa não vai com a sua cara no ambiente de trabalho, tudo o que você fizer terá um viés negativo sob o ponto de vista dela.  Na validação subjetiva o cérebro amplifica tudo aquilo que corrobora com o seu pensamento (nesse caso ter razão em sentir raiva de alguém) e simplesmente ignora o que te contradiz.

O cérebro trabalha para garantir que  o que você pensa, decide ou julga esteja sempre certo, o que, ironicamente, faz com que você muitas vezes esteja errado (e achando que está coberto de razão, vai entender!)

O ideal para evitar ou suavizar este efeito é sempre questionar seu julgamento e sempre dar chances de ser contrariado. (é preciso um esforço herculeo para isso). Eu por exemplo se sinto raiva de alguém logo de cara, ao invés de evitar essa pessoa e ficar com meus pensamentos reconfortantes, tento me aproximar mais e mais, conviver intensamente e desafiar minhas certezas. Dessa forma já descobri muitas pessoas fascinantes na vida e já acalmei muitas raivas improcedentes.

Já a raiva aguda está mais para uma forte emoção. Um arroubo, um ímpeto.

Neste momento o que está nos controlando é o sistema límbico (nosso cérebro primitivo) e nesse caso é praticamente impossível controlá-lo.

A amigdala manda mensagens de perigo para o resto do cérebro que imediatamente dispara adrenalina no sangue, seu corpo se prepara para o combate, sua visão entra em modo túnel (sabe quando dizem fiquei “cego” de raiva?), sangue corre para suas pernas, batimento cardiaco acelera, as mãos suam e entra em cartaz o instinto de lutar ou fugir. Ufa! Quanta coisa né? Mas tudo acontece queiramos ou não.

Uns escolhem lutar e soltam seus cachorros no primeiro que estiver na frente, outros preferem fugir e acabam ganhando uma bela gastrite de estimação com nome e tudo. (isso quando não descontam em casa, com filhos, familia, amigos, zelador e etc)

Sem contar que essa emoção é uma das maiores causas de sabotagem em projetos, retrabalho, ineficiência, falta de espírito em equipe, cancelamento de contratos, quebra de fornecimentos etc etc etc.

Mas será que a raiva é só ruim?

Não necessariamente. Você pode escolher o instinto de conexão™

Ela pode ser positiva se canalizada para algo produtivo.

É ai que entra nosso cortex pré frontal (nome chique para a voz da consciência) que é a área do cérebro que, entre outras coisas, negocia com a amigdala (sistema limbico) e acalma o medo. Nele estão nossos valores, crenças, objetivos maiores e também nossa capacidade de contemporizar as coisas e dar-lhes hierarquia, prioridade ou valor.

Megahiperultradica nº 65: Estabeleça um dialogo interno entre as partes da mente.

Um estudo recente da Universidade de oxford decobriu que apenas por verbalizar sua emoção você já diminui a atividade da amigdala e consequentemente suaviza a sensação incômoda.

Na hora da raiva diga para si mesmo “eu estou com raiva” e pronto, deixe-a ir.

Existe um acrônimo que criei para essa finalidade. É extremamente simples e pode ser feito em alguns (preciosos) segundos antes de detonar a BOMBA! Mas essa fica para o próximo post!

E você? já estourou em alguma situação que não podia? já falou algo movido pela emoção e se arrependeu depois?

Conte pra gente! (ou se arrependa depois… ai que raiva!) Comente.

Bjs, abs e piparotes!

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