Como é seu nome mesmo?
2010
Você olha no olho da sua platéia?
2010
Olhar no olho para muitos é significado de credibilidade. Mas como olhar nos olhos quando se tem uma platéia com centenas de pessoas a frente?
Neste vídeo Márcio Mussarela Explica como o cérebro pode te ajudar nessa aparente impossível missão.
A comunicação sustentável existe para três objetivos básicos:
a adesão – quando você quer que as pessoas comprem uma idéia, seja ela um produto serviço ou causa
a transformação – quando você quer que as pessoas deixem um antigo hábito, processo ou jeito de pensar e passem a fazer de um novo jeito
e a tomada de atitude – quando você quer que as pessoas troquem passividade por ação em relação a algum assunto ou processo.
Através da comunicação você faz com que as pessoas sintam-se seguras o suficiente para trocar seu estado de conforto e comodidade e partir numa jornada a uma nova possibilidade ou ponto de vista. Fácil falar, conseguir são outros quinhentos… Ou somos muito apegados ao que já conhecemos ou desconfiamos do que não sabemos, o que torna a tarefa de nos inspirar a tomar uma atitude um pouco mais complexa do que gostaríamos.
Uma das maneiras de você conseguir isso é um acrônimo:
AIDA – Atenção, Interesse, Desejo e Ação.
Este príncipio criado em 1925 (!!!) por E.K. Strong foi concebido inicialmente como uma teoria de venda que pode ser totalmente aplicado a comunicação como ferramenta de mudança. Ela estabelece os quatro passos necessários para instigar uma ação em outra pessoa sem se sentir coagido ou pressionado, no caso original, fazer alguém comprar algo.
Traduzindo para a comunicação:
Sua mensagem precisa ser atrativa o suficiente para despertar a Atenção do público, (quero ouvir isso?)
o Interesse só será criado se o que você diz impactar de alguma maneira na vida de quem ouve, (quero ouvir isso!)
a partir dai é preciso fazê-los imaginar o benefício que a adoção dessa nova idéia trará na vida do seu público, o que transformará o interesse em Desejo (quero ter isso)
e só então é que você poderá fazer uma chamada a Ação com maiores chances de êxito. (vou atrás disso)
a Adoção desses passos não é garantia de sucesso mas com certeza oferece uma vantagem competitiva ao criar uma atmosfera suave de mudança em que as resistências e temores da platéia vão se esvaindo e naturalmente o público é direcionado a ação desejada. Continuar no estado em que se encontram passa a ser desvantajoso. você troca o medo da mudança pelo receio da estagnação aliado a possibilidade de um benefício futuro.
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Como disse anteriormente, falar é fácil, fazer são outros quinhentos e por isso fiz o vídeo abaixo. “Eu gosto a campanha que deu errado mesmo dando certo”
Um viral maravilhoso, de penetração inquestionável e resultado duvidoso.
Eu estava errado. Minha redenção:
Só após silenciar meus ímpetos machistas pretenso-comunicativos pude perceber que o eu gosto apenas expressa e valida uma característica de gênero que comento em meus workshops sobre comunicação entre homens e mulheres.
megahiperultradicasobrecomunicaçãodasmulheres nº 1 – Muitas vezes as mulheres se comunicam apenas para a manutenção do “fluir” emocional, ou seja não tem um objetivo final, missão ou alvo. é o relacionamento pelo relacionamento e ponto. a viagem não tem um destino, não tem um chegar é apenas um ir. aonde? não interessa, desde que você vá comigo.
O dia em que nós homens entendermos isso nossa vida (e a delas) será muito melhor.
Precisamos aprender a apenas compartilhar, as vezes, sem qualquer outro objetivo.
bjs abs e piparotes!
Minha voz é horrível! E agora?
2010
Buda dá aula de comunicação.
2010
Esse texto foi retirado do início do quarto ensinamento do nobre caminho óctuplo da filosofia budista – A fala correta.
Simples. Direto. Eficaz. Quase uma oração. Certamente um ensinamento. Talvez possa ser seu.
“Como tenho plena consciência de todo o sofrimento que pode ser causado por palavras descuidadas e pela incapacidadede ouvir o que está sendo dito, fiz o voto de cultivar a fala amorosa e a capacidade de ouvir com atenção, para poder ser um veiculo de alegria que traga alivio para a dor das pessoas.
Sabendo que as palavras podem gerar tanto felicidade quanto dor, estou determinado a dizer sempre a verdade, e a usar palavras que valorizem a outra pessoa e que inspirem alegria e esperança.
Não espalharei nenhuma notícia que não tenha certeza de ser verdadeira, e não criticarei nem condenarei aquilo que não conheço bem.
Evitarei pronunciar palavras que causem divisão ou discórdia, ou que contribuam para a separação da família ou da comunidade.
Tenho a firme intenção de fazer o melhor que puder para reconciliar e resolver os conflitos, mesmo aqueles que sejam considerados pequenos”
E o mais fácil é que basta apenas praticar… Que tal hoje?
Por quê não?
Bjs abs e piparotes!









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