Alcançando suas metas – Vídeo 2
2012
Como é seu nome mesmo?
2010
Olhar no olho para muitos é significado de credibilidade. Mas como olhar nos olhos quando se tem uma platéia com centenas de pessoas a frente?
Neste vídeo Márcio Mussarela Explica como o cérebro pode te ajudar nessa aparente impossível missão.
Facilite, Simplifique, Comunique. (se você falar difícil, mais difícil será sua comunicação)
2010
Um dos males comunicacionais que mais assolam os locais de labor cotidiano é a falácia da expressão culta e estéticamente elegante que contribui para o impedimento da cognição ao favorecer o não entendimento interpretativo humano.
Calma! Eu traduzo.
Tentar falar dificil ou “bonito” é uma das maiores falhas de comunicação no local de trabalho.
Qual das duas afirmações foi mais fácil de entender? A segunda , óbvio.
O problema é que nas empresas exemplos como esse pipocam aos montes por todos os lados, principalmente em quadros de aviso, comunicados internos ou memorandos.
Diquinha simples: Seja simples. Simplesmente simples. Apenas simples e nada mais.
Quanto mais voltas, piruetas e cambalhotas você der na hora de se expressar, mais acrobacias o cérebro do seu ouvinte (ou leitor) terá de fazer para entender. E o que você busca ao se comunicar profissionalmente é ser o mais claro e objetivo possivel e plenamente entendido pelo seu público.
Um exemplo muito recente é o aviso do TSE na televisão a respeito da documentação necessária para a eleição. Não bastasse toda a confusão feita para definir um assunto tão importante a poucos dias do pleito, na hora em que foram anunciar a tal decisão Pimba! Lá vão eles querer falar difícil, e o que saiu foi esta pérola:
O eleitor não será impedido de votar se levar apenas o documento oficial com foto para sua seção eleitoral no domingo dia 3.
Pra que tudo isso? A menos que esse aviso tenha algum outro objetivo do que o de informar a população, ele é um verdadeiro malabarismo gramatical. Eu tive de prestar atenção umas duas vezes pra ter certeza do que estava sendo dito.
Primeiro porque ele apresenta a dupla negativa “não será impedido” que é a mesma coisa que “será permitido” só que do avesso. (pra que facilitar né?)
Depois aparece “o documento oficial” ao invés de “um documento oficial”.
O artigo “O” no começo da expressão subentende um documento especifico (mas não especificado na pérola publicitária) o que acaba parecendo mais uma restrição do que uma possibilidade. (Qual é “o” documento oficial?)
E, por fim, a cereja do bolo “para sua seção eleitoral no domingo dia 3” Prolixidade disfarçada de exatidão elevada a enésima potência. Pra quê tudo isso? Que tal usar “no dia da eleição”, “para votar”, “no local de votação” e assim por diante?
Na hora de se comunicar seja simples.
Evite Ordem indireta: O livro será buscado pelo livreiro.
Prefira: O livreiro buscará o livro.
Evite dupla negativa: Não é proibido fumar neste local.
Prefira: É permitido fumar neste local
Evite prolixidade: argumentação amistosa em torno de idéias comuns
Prefira: bate papo entre amigos.
Use sempre uma versão afirmativa, é mais fácil para o cérebro entender.
O mais interessante e, cá entre nós, que muito fermentou minha teoria conspiratória a respeito do dito anúncio, seu conteúdo gramatical e a quê ele realmente se destina (escrevi dificil mesmo, confusão proposital) é que fui visitar o site do TSE para ver se conseguia descobrir algo mais sobre o assunto e ao chegar lá me deparo com isso:
O Eleitor poderá levar apenas documento com foto no dia da eleição.
Simples, afirmativo, direto, inteligível, honesto.
(Mas só pra quem tem acesso a internet)
Conecte-se.
Bjs, abs e piparotes!
E se mesmo depois desse post você ainda quiser falar difícil, ficam algumas sugestões bem interessantes abaixo. Divirta-se.
1- Prosopopéia flácida para acalentar bovinos
(Conversa mole pra boi dormir)
2 – Colóquio sonolento para gado bovino repousar
(História pra boi dormir)
3 – Romper a face
(Quebrar a cara)
4 – Creditar o primata
(Pagar o mico)
5 – Inflar o volume da bolsa escrotal
(Encher o saco)
6 – Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo de uma das unidades de
acampamento
(Chutar o pau da barraca)
7 – Deglutir o batráquio
(Engolir o sapo)
8 – Derrubar com intenções mortais
(Cair matando)
9 – Aplicar a contravenção do Dr. João,deficiente físico de um dos membros superiores.
(Dar uma de João sem braço)
10 – Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira.
(Nem a pau)
11 – Sequer considerar a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.
(Nem que a vaca tussa)
12 – Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado de seu recipiente.
(Chutar o balde)
13 – Retirar o filhote de equino da perturbação pluviométrica.
(Tirar o cavalinho da chuva)
14 – Bucéfalo de oferendas não perquiris formação odôntica!
(Cavalo dado não se olha os dentes!)
Você conhece uma nova pessoa. Aperto de mão.
Você fecha um negócio. Aperto de mão.
Você parabeniza um funcionário, amigo ou chefe. Aperto de mão.
Tão presente no mundo corporativo, o aperto de mão é um dos elementos cruciais para formar uma primeira impressão. E até agora eu nunca tinha ouvido falar sobre uma pesquisa acerca de apertos de mão. Até agora.
Cientistas da universidade de Manchester realizaram uma pesquisa em busca do aperto de mão perfeito e encontraram uma fórmula matemática que leva em consideração 12 variáveis. As que mais se destacam ou pesam na interpretação de um aperto de mão são:
- O vigor (ou força) do aperto de mão,
- a temperatura das mãos e
- contato visual.
Consequentemente os fatores que mais impactam negativamente em um aperto de mãos são:
- Falta de contato visual,
- mãos suadas ou úmidas,
- mãos molengas ou frouxas,
- força excessiva no aperto.
Geoffrey Beattie, Chefe dos pesquisadores, disse que acha incrível uma interação humana tão comum e utilizada no mundo nos negócios a milhares de anos nunca tenha tido um estudo aprofundado e dá dicas para um bom aperto de mão:
- Use a mão direita,
- obtenha uma pegada completa e com leve firmeza,
- mãos na temperatura ambiente (nem frias nem quentes) e secas,
- não mais que três balanços,
- mantenha o contato visual e um sorriso agradável,
- tenha um discurso (leia-se cumprimento verbal) de acordo com a situação
- o aperto de mão não deve durar mais de três segundos.
Parece que se você seguir essas dicas seu aperto de mão será seu aliado em fazer de você uma pessoa mais confiável e respeitosa. Que tal testar e nos contar como foi?
Conta pra gente?
- O que mais te incomoda em um aperto de mão?
Mãos suadas
Mãos moles
Aperto forte demais
Sem olhar nos olhos
Ou qualquer outra coisa te incomoda emum aperto de mão… Te espero nos comentários!!!!
Com a chegada do “mude de emprego” (mudedeemprego.com.br), com mais de 170.000 vagas, só não muda de emprego quem não quiser. E essa crescente oferta de vagas tem como consequência, entre outras coisas, o aumento em entrevistas de emprego.
Sim, a boa e velha entrevista de emprego resistiu as inovações tecnológicas e mantém-se no topo da lista das ferramentas de contratação de novos colaboradores. Mesmo com a especialização de empresas de headhunting, com o reconhecimento das áreas de RH nas empresas, com as indicações pipocando aos montes pelos twitters, linkedins e facebooks da vida e o desenvolvimento de diversas ferramentas de avaliação e análise de perfil, nada supera um Téte-a-Téte na hora de bater o martelo.
E é ai que a coisa pode desandar. O Departamento de RH pede ao gestor da área X (que está em processo de contratação) se ele pode entrevistar alguns candidatos pré-selecionados pois ninguém melhor que ele para saber qual perfil de colaborador se encaixa com o resto equipe ou não. Ele responde “tudo bem pode mandar o pessoal aqui na semana que vem.” E esquece completamente da entrevista.
Na semana seguinte os candidatos estão na antesala do gestor, quando ele chega e pergunta `a sua assistente quem são aquelas pessoas e dai lembra-se que devia ter visto os curriculos e analisado a descrição da vaga em questão.
- Tudo bem Regina, me dá 5 minutos e manda o primeiro entrar.
O gestor entra faz uma busca em suas coisas, uma busca na internet, pega papel e caneta, procura pelos curriculos (que ele tem certeza que deixou em algum lugar) respira fundo e vamo que vamo!
Algumas semanas depois ele desabafa com um colega da empresa sobre o péssimo trabalho que o RH fez ao indicar o Roberval para a vaga que ele precisava e que agora teria de fazer o processo todo novamente por causa disso.
Essa é uma história fictícia, mas que acontece cotidianamente nas empresas por pura falta de preparação, organização ou simplesmente saber o que fazer.
Se você foi encarregado de conduzir uma entrevista de emprego siga estas simples dicas e suas chances de encontrar um ótimo candidato serão maiores.
1. Descreva a vaga –
Isso mesmo, não adianta só botar o nome do cargo e achar que ele já diz tudo. Detalhe o que se faz nessa posição, de que maneira se faz, com quem se vai trabalhar diretamente, qual resultado se espera alcançar, quais áreas são diretamente ligadas a posição etc.
Essa descrição ajudará tanto o RH (ou o headhunter) a direcionar seus esforços na direção que você quer e precisa.
2.Visualize o candidato Ideal
– vá além das habilidades profissionais que você acha que ele deve ter. Pense em como ele é com a equipe, como ele age em relação a você. Isso o ajudará a identificar um possivel escolhido quando tiver um na sua frente. Afinal como você saberá que encontrou se nem sabe o que está procurando?
Tome muito cuidado com exageros ou idealizações extremas como essa aqui – Só isso?
3. Leia todo o curriculo
e também a carta (ou email) de apresentação de cada candidato, do começo ao fim, de trás pra frente, procure por questões que você queira esclarecer durante a entrevista como uma dispensa precoce em alguma empresa ou uma ou outra função não muito clara pra você.
4. Faça uma lista de perguntas específica para a vaga.
Para isso que serviram as dicas 1 e 2. Pense: O que você precisa saber sobre o candidato para preencher esta vaga?
5. Faça perguntas abertas –
perguntas abertas são aquelas que exigem uma elaboração da resposta por parte do candidato e não apenas um simples sim ou não.
Por exemplo: Você pergunta para o candidato
- Você trabalha bem em equipe? (qual você acha que será a resposta de todo e qualquer candidato? Sim!!!!!)
Agora se você faz a mesma pergunta mas de forma aberta…
- Como o trabalho em equipe contribui na execução do seu trabalho?
- Como você é trabalhando em equipe e qual seria um exemplo disso?
- Como você agiria numa situação X?
Esta útlima pergunta nos leva a próxima dica que é…
6.Faça de conta
Apresente cenários hipotéticos e pergunte as soluções para situações que ocorrem no dia a dia da vaga pretendida.
- O que você faria se…
- Como você solucionaria o seguinte problema? Um fornecedor…
Dessa forma você tem a oportunidade de checar o candidato na tomada de decisão e solução de problemas.
7. Esclareça os pontos obscuros do curriculo dele como descrição de função ou mobilidade extrema
8. Entrevista é uma via de mão dupla
Ao mesmo tempo em que você entrevista seu candidato ele também está de certa forma entrevistando a pretensa empresa em que trabalhará (ou não).
De que maneira você vai vender o peixe de sua empresa? (sim é sua função fazer isso também)
9. Deixe bem claro quais serão os próximos passos após encerrada a entrevista.
Agradeça a participação da pessoa no processo e diga ou escreva o que ela deve esperar. Em quantos dias a resposta virá, se ela precisa dar retorno ou não, se existem outras etapas no processo, enfim tudo aquilo que deixará a pessoa mais sossegada e sem te azucrinar enviando emails para saber se o emprego é dela ou não.
A maior reclamação de candidatos (eles tem até fórum na internet para discutir processos de seleção mal feitos) é sobre a falta de informações após as entrevistas. Não entre para essa lista negra, ela pode custar caro para você e sua empresa
E por fim,
Faça o que eu digo e ninguém sairá ferido (tudo bem essa última você pode ignorar)
Bjs, abs e piparotes!
Muito bem, você (provavelmente) já sabe que “Comunicação Sustentável” significa estar atento para os desdobramentos e impactos de sua comunicação no ambiente pois leu sobre esse conceito aqui.
A questão agora é: Quando você usa a Comunicação Sustentável?
- Ué? Mas não é pra usar sempre?
Não. Quer dizer, sim. Mas não precisa ser sempre, de vez em quando apenas ou sempre se você quiser. Você até pode (e vai) usar sempre. É apenas uma questão de tempo, familiarização e prática. Mas por enquanto vamos focar no “momentum de comunicação”.
- Momentum? Não seria momento? Coisa mais fresca…
Momentum mesmo, porque parece mais chique e assim você absorve a informação com mais facilidade (diferenciação, estranhamento e repetição para absorção – megadicaescondidanotexto nº 145)
Bem vamos deixar a discussão do momentum de lado por um momento e focarmos em descobrir o que é esse momentum:
Você está a ponto de discutir com seu chefe.
Você vai apresentar um novo conceito ou idéia.
Você vai vender. Você vai comprar. Você vai negociar.
Vai fazer uma apresentação em público. Vai fazer uma reunião antes.
Você precisa divergir ou contrariar a idéia de alguém.
Você precisa mudar o jeito de se fazer alguma coisa.
Você precisa do engajamento de sua equipe para um projeto.
Você é um líder. Você é um liderado. Você é um liderando.
Tudo isso são “momentuns de comunicação”. E é quando você deve utilizar as técnicas de Comunicação Sustentável.
- Você tem um objetivo claro (ou deveria ter),
- um público específico e tangível
- e o resultado depende do outro para ser alcançado.
Estes três itens são autoexplicáveis mas como o óbvio não exclui a palavra (hiperditadoconceitual nº 688) vamos lá pois meu objetivo com esse texto é claro (caracterizar a comunicação sustentável), conheço o perfil do público que lê o meu blog (você) e dependo da compreensão deste conceito para que o público (você de novo) possa ter sucesso em suas interações no ambiente de trabalho, se dar bem, virar CEO e me contratar depois para palestrar.
Objetivo claro:
Seja qual for o seu objetivo em uma interação com outra pessoa, lembre-se sempre dele. Se possivel escreva qual é seu objetivo momentos antes dessa interação. Parece ridiculo, exagerado ou desnecessário. Mas grande parte dos insucessos na comunicação se deve ao fato de as pessoas se distanciarem do objetivo principal de uma interação.
Foco no resultado. Se seu objetivo é obter um desconto enorme de seu fornecedor, e dai que você não gosta do jeito “com ar de superior” que ele olha pra você? E dai que você acha que pechinchar é feio? Você não está lá para definir jeitos de um olhar para o outro. Você não está lá para se sentir superior, inferior ou igual. Você está lá para ganhar um desconto. Em outro momento você pode até definir limites, hierarquias e tamanhos. Mas naquele momento seu objetivo não é esse.
Tenha um objetivo. Escreva-o num papel e guarde-o no bolso(a) pouco antes da interação. (se precisar leia-o durante o encontro). Depois me conte como foi.
Você tem um público específico e tangível.
Isso significa que é possivel conhecer quem você vai interagir. Saber o que motiva, o que desmotiva, o que inspira, o que bloqueia, magoa, alegra, invade, expande, eticetera e tals.
Quanto mais você souber sobre quem você vai interagir, maiores as possibilidades de abordagem e maiores suas chances de sucesso.
Se você sabe quais botões apertar e quais evitar fica muito mais fácil operar a máquina. Você diminui substancialmente a tentativa e erro.
O resultado depende do outro para ser alcançado
Conhecer mais sobre o outro também o ajudará a entender qual o objetivo do outro na interação. E desta forma você poderá aplicar a tão falada situação “ganha x ganha”.
Não está em suas mãos. Depende do outro. Aceite isso ou morra tentando.
E sendo assim depende do jeito que o outro vê o mundo. Depende do que o outro quer na vida. Depende do quanto o outro está disposto a abrir mão para lhe entregar o resultado ou objetivo que você quer. Depende do quanto o outro precisa se sentir superior para lhe conceder um enorme desconto.
Pergunte-se sempre:
- O que eu posso fazer para que ele tenha sucesso?
E faça.
Entender esses três itens – objetivo, público e desfecho – é relativamente fácil. Difícil, ou quase impossível, é colocá-los em prática no calor dos acontecimentos. Por isso é importante praticar sempre que você tiver oportunidade e, de preferência, em situações que não sejam extremas ou radicais demais.
Quer saber? Eu tenho certeza que você tem algo que pode ser resolvido agora e que você pode se beneficiar ao utilizar esses três pilares.
Tá esperando o quê? Escreva seu objetivo, defina seu público e conquiste o resultado.
Depois conta pra gente aqui no blog!!!!
Bjs, abs e piparotes!!!
Este deveria ter sido o primeiro post do blog, mas acabei me deixando envolver por outros ventos e, como em toda boa comunicação, adaptei-me aos assuntos que apareciam no meio do caminho. (megadicaescondidanotexto nº 233)
Um dos problemas disso é que as vezes pode ser que você perca o fio da meada e acabe por deixar de lado o assunto que gostaria de botar em pauta. Comunicar também é saber esperar o momento propício para inserir um assunto e acho que agora é uma boa hora pra gente começar a se aprofundar um pouco mais na comunicação.
Muitos provavelmente já vieram até esse blog em busca de respostas fáceis ou soluções milagrosas de comunicação, querendo encontrar como se faz uma apresentação em público, pesquisando dicas infaliveis para se dar bem na entrevista de emprego e… não encontraram suas respostas. (não que elas não virão, mas ainda é cedo)
“Se você tem dúvida da aplicação/definição de alguma coisa, vá em busca do conceito” Disse o Professor Luis Carlos Cabrera em um de nossos encontros em que conversávamos com uma seleta platéia em busca de respostas sobre suas carreiras.
Pois bem, antes de partirmos para os 5 passos milagrosos da comunicação, as 3 etapas de uma apresentação de sucesso e os 158 degraus da comunicação interpessoal vamos falar de algo essencial. Vamos focar no conceito. Vamos falar de “Comunicaçåo Sustentável” ™
Esse é um conceito que desenvolvi para falar de toda e qualquer comunicação, seja em uma sala de reuniões tentando vender um projeto, seja em um palco fazendo uma apresentação, seja na frente de seu chefe na sala de jantar da casa dele enquanto vocês tomam um licor após o delicioso jantar que a mulher dele preparou.(ufa)
Você usa a comunicação sustentável para conseguir das pessoas:
1. Tomada de decisão e solução de problemas
2. Equilibrio emocional (sincronia)
3. Colaboração / cooperação / conexão
4. Promoção de mudanças
Nos próximos posts falarei mais detalhadamente sobre cada um deles mas por enquanto vamos ao conceito essencial:
Você sabe o que é ser sustentável?
Podemos definir sustentabilidade como o conjunto de práticas que buscam diminuir os impactos gerados pelas atividades humanas que podem prejudicar o meio ambiente
É preocupar-se com os desdobramentos daquilo que você faz e o impacto que suas atitudes podem causar futuramente. Desta forma você molda suas ações presentes para que elas rendam bons frutos ou pelo menos causem o mínimo impacto negativo no ambiente em que você vive. É também entender que você não está sozinho no mundo e levar em consideração todas as outras pessoas que podem ser impactadas por você hoje e sempre.
Resumindo: O que você faz hoje pra você, reflete no amanhã de alguém mais. Perceba, pense e preserve.
Trazendo o conceito de sustentabilidade para a comunicação é exatamente a mesma coisa. É você ter consciência de que sua comunicação não se encerra no momento em que ela ocorre, mas sim que ela deixa resíduos duradouros e que serão utilizados por outros ao longo de sua caminhada.
É utilizar a comunicação em pleno potencial sem esgotar ou prejudicar os recursos futuros.
Exemplo disso é o vendedor que constrói uma relação de fidelidade com seu cliente ao invés de tentar tirar tudo o que pode em uma única venda pensando apenas na meta do mês.
O quanto sua comunicação impacta no seu ambiente de trabalho? Você está construindo ou destruindo no longo prazo? Quais e quantos resíduos você deixa? O que fica na cabeça das pessoas com quem você interage?
Essas e muitas outras questões aparecerão em nosso caminho durante a jornada da comunicação sustentável. Vamos com calma. Por hoje basta você saber o seguinte:
Sua comunicação impacta no seu ambiente de trabalho transformando-o e moldando-o de acordo com as necessidades, objetivos e interpretações de cada um.
Resta saber se o que você faz é pensando apenas no ganho imediato ou na longevidade de suas ações.
Fico por aqui, mas ainda tem muito pano pra manga. Daqui alguns dias a gente volta a costurar de novo.
bjs, abs e piparotes!
Existe um príncipio do comportamento humano que diz que se pedimos um favor a outra pessoa as probabilidades dessa pessoa nos ajudar são muito maiores se dermos a ela um motivo, uma razão para que isso aconteça.
Até ai tudo bem não fosse uma Psicóloga de Harvard, Ellen Langer, que fez uma experiência no minimo curiosa.
Ela pediu a um grupo de pessoas se podia “furar” a fila da copiadora da seguinte forma: “desculpe-me, eu tenho 5 páginas, será que eu poderia usar a xerox porque estou apressada?”
Neste caso 94% das pessoas deixaram que ela furassse a fila. Aparentemente o sistema “pedido + motivo” dava certo.
Não satisfeita ela fez a mesma coisa só que agora usando a frase sem o motivo: “desculpe-me, eu tenho 5 páginas, será que eu poderia usar a xerox?”
Dessa vez a resposta foi diferente. Apenas 60% das pessoas aceitaram o pedido.
Ainda insatisfeita ela quis testar as máximas e lançou a seguinte frase: “desculpe-me, eu tenho 5 páginas, será que eu poderia usar a xerox porque eu preciso fazer algumas cópias?”
E pimba! Lá estavam os 93% de aceitação de volta.
A conclusão é que mais do que uma razão efetiva de qualquer necessidade, a simples utilização da palavra “porque” como complementação a um pedido já faz com que as pessoas fiquem mais predispostas a aceitar seja lá o que for e seja lá qual for o “porque” que você tenha.
Mas você não precisa acreditar em mim. Experimente você mesmo!
Por quê? Porque sim.
(É resposta sim)
Bjs abs e piparotes






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