Está sobrando informação superficial, faltando conteúdo

18 mar
2010

Um fenômeno comum nos jovens da geração Y e que se espalha pelas outras gerações é a superficialidade das informações. Me coloco no grupo que usa a internet diariamente como fonte de busca e de troca de informação, apesar de pessoalmente não dispensar as formas tradicionais de leitura e formação.

A internet nos abre várias portas e nos traz conhecimento vasto e rápido. Mas esse turbilhão incomensurável de informações que nos ajuda pode sim nos atrapalhar. Chama atenção o fato de que pessoas que anteriormente tinham o hábito de ler um jornal pela manhã agora passam o olho por dois ou três sites de notícias ao chegar no trabalho. Fica a pergunta: será que a leitura de chamadas rápidas ou notícias condensadas é suficiente?

É comum a substituição da leitura de um livro por uma busca rápida na internet e a leitura de uma ou duas páginas sobre o assunto de interesse. Será profundo o suficiente pra ser lembrado no futuro e formar base de conhecimento?

Convivo com muitos jovens em formação que se acham informados de tudo, plugados,  antenados. Mas de fato será que essa cultura de flashes diários que pensam que têm está sedimentada realmente? Sabem todas as chamadas do dia, mas será que conseguem discutir com profundidade os porquês e o que podemos tirar disso?

A facilidade de acesso pelas novas fontes na internet e pelas redes sociais aguça a curiosidade por temas diversos mas pode nos deixar preguiçosos de aprofundar nos assuntos. Torna a cultura rasa e nivelada.  Cultura e conhecimento são ativos que diferenciam as pessoas e as tornam heterogêneas na vida profissional e pessoal. Essas diferenças fazem nossa sociedade rica. Precisamos usar as novas fontes como ferramentas que ajudem a ampliar nossas culturas e sabedorias, e prestar atenção nesse fenômeno perigoso da superficialidade.

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35 Respostas para “ Está sobrando informação superficial, faltando conteúdo ”

    Marcela diz:

    Oi!
    Concordo completamente com você, isso ocorre com mais frequência nos jovens que estão entrando no mercado de trabalho, e ainda na faculdade, é muito complicado administrar o tempo e se manter sempre informado sobre o que acontece no mundo, eu sou um exemplo vivo disso, sei muito bem como é difícil parar e ler uma reportagem inteira, ou assistir a um noticiário ao meio dia, apesar de que nesse horário passa mais informações sobre jogos e etc.
    E essa não é uma característica boa,pois devemos saber o que acontece por ai, nos manter atualizado já que nos gabamos que somos a idade do sabe tudo, mas isso é só uma questão de gula, pois temos vontade de fazer tudo ao mesmo tempo, e dizemos que somos sempre capazes, nos atolamos de coisas e acabamos fazendo pela metade, mas no mínimo a superficialidade temos, sabemos alguma coisa e não é assim tão sem conteúdo.

    Guilherme Tossulino diz:

    Lendo seu texto fui tentato a sair clicando na janela do skype que piscou, no alerta do twitter ou no email que acabará de chegar, mas logo me lembrei da superficialidade da minha leitura e cheguei até o fim.

    Se isso acontece comigo, imagino quantos não passam por uma situação parecida. Exercitar a persistência e o foco é algo que precisamos cada vez procurar fazer.

    Vale mais saber muito sobre pouco do que nada sobre muito.

    Um abraço!

    Jônatas Lima diz:

    Acredito que isso ocorre pq as pessoas não estão mais buscando os motivos, a profundidade do assunto. Estão se contentando apenas no “saber” o que houve. Sabem que houve uma crise financeira global, mas poucos foram entender o que ocasionou isso, mesmo sendo um fato impactante na vida de todos. Isso é um grande problema forte na geração Y, mas tb vejo gente da geração X enveredando por esse mesmo caminho. O fato é: “meia informação não vela nada pra ninguém”.

    Aline Almeida diz:

    Marcelo,
    Assino a Você S/a e nem sempre consigo ler de imediato, mas venho buscar maiores informações sobre a BS e o seu jeito único de construir. Gostaria de saber qual a previsão e se existe interesse de Vocês em expandir para o Rio de Janeiro, que hoje é a região que mais cresce neste segmento no País.
    Como faço para obter maiores informações?

    Marcos Moraes diz:

    Bem, o que eu acho é que a gama de informações está cada vez maior. É informação por todos os lados. Veja o meu caso. Eu assino duas revistas (voce s/a e arts computer), assino TV por assinatura com o pacote completo, tenho meus trabalhos no MBA de negócios que estou cursando, três livros para ler para fazer um trabalho do curso e internet 24h por dia, e além do meu pc tradicional, possuo um notebook com 3G. E aí? Como dar conta de tanta informação. Está complicado administrar minha vida pessoal atualmente. E além disso tenho um blog para atualizar (www.madworld.com.br). Faz séculos que eu não sei o que é ter um namorado (sou gay)…a informação está me deixando perdido. E a música, minha paixão? Como acompanhar tudo o que meus artistas preferidos estão lançando? Minha coleção de CDs e DVDs, juntos, já chegou a 900. Enfim, a era da informação está aí com toda sua diversidade, mas pelo visto, daqui a pouco terei que agendar o que eu farei online a cada dia.

    cristianemoraes diz:

    Oi Marcelo,
    Reflexão interessante porque somos levados para superficialidade com o turbilhão de coisas para fazer e pensamentos, mas realmente um trabalho de maior dedicação e empenho exige conhecimentos mais profundos.
    Será que para isso precisamos nos desconectar desse mundo? Eu falo isso e para mim às vezes funciona. Os jovens precisam dessa iniciativa para conseguir avançar em algo.
    Parabéns pelo texto.

    Fabio Zelenski diz:

    Bom texto, Marcelo. Acontece que é tanta informação disponível na internet que os jovens acabam perdendo o foco do que estão fazendo. Não conseguem se concentrar. Diferentemente de quando lemos um jornal ou revista impressos.

    marcelomiranda diz:

    Marcela, obrigado pelo comentário, realmente acontece com todos nós. As vezes preferimos saber pouco de tudo a saber tudo de pouco. É uma escolha difícil, temos de ser flexíveis e entender que alguns assuntos precisamos aprofundar e outros não, e as vezes sermos menos gulosos de querermos saber de tudo.
    Abraços

    marcelomiranda diz:

    Guilherme,
    obrigado pelo comentário, realmente são muitas as distrações e mais ainda as informações que não nos agregam nada, mas que por estarem disponíveis, acabamos lendo.
    Um abraço

    marcelomiranda diz:

    Caro Jônatas, obrigado pelo comentário, é sem dúvida um problema não só da geração Y, mas das outras também. Cito o exemplo dos royalties do pré-sal, muita gente está emitindo opinões fortíssimas sem a menor condição de opinar pois não entenderam do que se trata.
    Um abraço.

    marcelomiranda diz:

    Caro Marcos, não é fácil realmente administrar toda essa disponibilidade de informações. Mas se não nos policiarmos, não teremos qualidade. Se você não puder tirar duas horinhas pra ler um livro e realmente se dedicar a ele, não compensa começar e por exemplo ficar respondendo email pelo celular, não vai haver absorção do livro nem prazer na leitura. Obrigado pelo comentário.
    Abraço.

    marcelomiranda diz:

    Cris,
    exatamente isso. Tem horas que precisamos desligar o celular ou colocar no silencioso para nos dedicarmos a um livro, um artigo. Senão as leituras ficam sem absorção, sem prazer também. Tem hora que precisamos funcionar no modo “unplugged”.
    Obrigado e um abraço.

    marcelomiranda diz:

    Fábio, obrigado pelo comentário, muitas vezes o que vejo também é que na leitura impressa as pessoas se distraem com celular, twitter, etc… O comentário abaixo da Cristiane é muito pertinente, as vezes temos de desligar as conexões para aproveitarmos a leitura.
    Abraço

    Rodolfo Araújo diz:

    Olá Marcelo,

    Um dos efeitos mais perniciosos da falta de leitura dos jovens está no fato de escreverem absurdamente mal. Não só massacram a gramática e a ortografia mas têm, também, enorme dificuldade em concatenar suas idéias para produzir um texto razoável.

    Tenho alguns amigos mais jovens que sentem dor de cabeça com textos maiores do que um Page Down. O problema maior é que esse fenômeno vai se multiplicando e veremos, assim, pessoas cada vez mais superficiais.

    Um abraço, Rodolfo.

    andre gilberto boelter ribeiro diz:

    Acredito que o conhecimento digital deve ser visto com certas restrições. A sua aquisição deve estar articulada a outros mecanismos de construção do conhecimento para que possa ter um conteúdo consistente e verossímil.
    O conhecimento da internet é semelhante ao sistema que a rege, vasto e rápido, no entanto, devemos reconhecer que o que implica na superficialidade no conhecimento, ou na produção de textos da internet é o denominado vicio dos Ctrls V e C.
    Sinceramente eu acredito que a riqueza da informação não está no meio que a conduz, mas na avaliação de sua qualidade. Vejamos um exemplo: de nada adianta pegar um jornal e ler reportagens rápidas e de péssima qualidade, como os links de celebridades ou os desfalques desportivos e esquecer a parte geral, política, economia e cultural.
    Respondendo a pergunta de que será que a leitura de chamadas rápidas ou notícias condensadas é suficiente? Não, mas o problema não está na internet, mas sim no leitor que a seleciona. Dificilmente conseguiremos no Brasil, impressos da Revista Times, mas se procurarmos na internet encontraremos artigos até de 1950 na íntegra. Utilizei deste recurso para fazer trabalhos de literatura norte americana, os quais vieram enriquecer o conteúdo.
    É fato lembrar que se pegarmos qualquer site da internet para embasar nossa teoria, isso será fadado ao fracasso. No entanto, podemos encontrar teses magníficas, e, e-books que nos darão conhecimento solidificado. Qual a diferença de ler um Machado de Assis em papel ou em dados virtuais.
    Acredito que a criticidade, não se dá simplesmente pelo meio que se lê, mas pela forma com que se conduz o processo de leitura.
    O equilíbrio do processo do conhecimento deve estar na forma com que tratamos as informações e não na forma como as adquirimos. Ler é importante, mas trabalhar as informações com atitude é que completa o sentido do ato de ler.

    Alexandre diz:

    Marcelo,
    Concordo com o comentário de todos, mas o da colega Cris me chamou a atenção,tendo em vista que não podemos esquecer de nos “desligarmos” também um pouco de nossa agenda de trabalho quando chegamos em casa enquanto procuramos informação, conhecimento. Comigo é muito comum enquanto leio uma informação que me remeta as atividades de trabalho, abrir a agenda, anotar e simplesmente me envolver com algumas atividades de trabalho que “poderiam ser adiantadas” durante o final de semana, deixando assim a leitura, a buscar pelo conhecimento superficial e me prendendo a agenda.

    anderson diz:

    Concordo com o texto Marcelo! Acredito sim, que a leitura superficial de notícias não é suficiente para que tenhamos um embasamento mais profundo, ou com suas palavras, conteúdo. As notícias rápidas nos permitem saber o que aconteceu com facilidade, mas muito pouco sobre o porquê, como e para que. Também ficamos com poucas condições para enfrentar alguma situação ligada a área da notícia lida.

    Agora, fico com uma dúvida: será que o que mais prejudica um conteúdo de “qualidade” não é a falta de discussão sobre o assunto, o popular “trabalho em sala de aula” ou “trabalho em equipe” em vez de apenas ler um livro específico sobre o assunto, por exemplo?
    Grande abraço!

    Julio Risso diz:

    Eis a grande quest’ao: Da para confiar em informa’cao picada?
    Otimo poder acessar diversos links, chamadas, tiras
    Imprescind’ivel inteirar-se de tudo o que vem ocorrendo no mundo
    Flexibilidade exige essas adapta’coes
    Competencia ‘e ter sabedoria de unir a habilidade para captar tudo que o mundo oferece hoje com a atitude de apurar toda informa’cao e organizar de modo claro, criativo, analitico de modo que todos comprem a ideia.
    Consistencia nos discursos ‘e fundamental. Menos divaga’coes, mais coerencia e senso cr’itico, aliados a experiencias pessoais e profissionais s’ao essenciais nas midias eletronicas.
    Parab’ens e obrigado por conseguir manter isso nos teus artigos

    Marcelo Ambrózio Ramos diz:

    Isso é um hábito meu. Eu fiquei fascinado pela internet e passo horas na frente dela. Começo com a superficialidade e ela me dirige ao aprofundamento. Fico encantado com pessoas das redes sociais das quais participo em informarem coisas que eu há muito procuro, que eu há muito desejo. Investigo o ponto de vista deles, tento comunicar-me com elas e faço questão de rever os pontos em outras épocas com outros humores. Deixo a empolgação de lado e valho-me dela prudentemente em outras horas que a profundidade e a reflexão se fazem necessárias e até mesmo urgentes. Hoje leio livros de Hravard, opiniões de CEOs da GE, assisto a filmes documentários sobre as indústrias da guerra, farmacêuticas e de alimentos. Melhorei meu inglês, melhor que isso, melhorei a compreensão da Língua Inglesa e, melhorei meu português. Amo mais as coisas, amor que prospera da superficialidade, do querer mais e então do aprofundamento. Adoro navegar, pois mergulho sem medo de me afogar em textos, de papel ou eletrônicos que me fazem ser melhor e poder atender melhor as pessoas que de mim dependem e principalmente, dependem da minha capacidade de enxergar a vida em aspectos que elas precisarão no futuro para melhor atender às suas necessidades e a de seus queridos.
    Abs.

    suzana diz:

    Bingo, tá aí uma valiosa informação, já tinha recebido a mesma, de um outro Mestre… há tempos notei que não conseguiria estar ligada o tempo todo e tbm. não poderia saber de tudo, descobrí que não era feio dizer que não tinha lido “as páginas amarelas” e muito menos não saber o último bordão daquele programa de humor, mas que o importante era saber aquilo que me seria seguramente útil, ou imprescindível no próximo passo que daria… então, utilizar “filtros” tem sido meu lema. Ótimo tema.

    Rodolfo diz:

    Ja tinha ouvido isso por diversas vezes, e realmente percebi que isso tem se tornado algo tão comum no meio dessa geração Y.Jovens até que se limitam a formarem opiniões com 140 caracteres.Essa nova “formação” é tão prejudicial neste momento, como é prejudicial para o futuro.Essa Falta de Aprofundamento de informações ira gerar um visão superficial,que serão base para tomada de decisões.Precisamos (digo isto pois faço parte dessa nova safra) estar em equilibrio e saber como usar a tecnologia para ampliar nosso conhecimento.

    Parabéns pelo Tema!

    Marcelo Miranda diz:

    Caro André, você está certo em suas colocações, talvez não tenha percebido a minha intenção de mostrar tão somente que a internet acelerou o processo de superficialidade pela abundância de informações simultâneas. Mas os meios realmente não são o fator decisivo, apenas influenciam.
    Abraços e obrigado pelo comentário.

    Marcelo Miranda diz:

    Alexandre, obrigado pelo comentário, realmente se nos dispusemos a cuidar do botão liga/desliga ele pode funcionar, mas precisa de atenção, senão nos pegaremos de volta ao mesmo hábito. Abraço.

    Marcelo Miranda diz:

    Anderson, excelente indagação sobre a melhor forma de aprendermos e retermos as informações. Acredito particularmente que cada pessoa funciona de um jeito nesse sentido, cada um absorve melhor de uma maneira e deve procurar se conhecer nesse sentido. Obrigado pelo comentário. Abraço.

    Marcelo Miranda diz:

    Caro Julio, obrigado pelo comentário. Realmente a pluralidade dos meios nos exige consistência para que não haja divagação e dispersão. E concordo que ser flexível é importante para conseguir tirar do caos informações úteis. Abraço.

    Marcelo Miranda diz:

    Caro Marcelo,
    pessoalmente também naveguei por mares nunca dantes navegados com a ajuda da internet, só que muitas vezes me perco pois desvio meu foco e já estou lendo informações que não me serão úteis para nada, mas estão ali. Esse é o ponto, por um lado uma fonte inesgotável de conhecimentos e portas abertas, mas por outro lado fonte inesgotável de distração e informações soltas. Precisamos tirar disso o melhor para cada um. Abraço.

    Marcelo Miranda diz:

    Suzana, obrigado pelo comentário, esses filtros são muito úteis, você conseguiu captar bem o sentido do texto que escrevi, realmente temos uma abundância de informações a nossa frente, que precisamos tirar o melhor sem nos “entupir”. Abraços.

    Marcelo Miranda diz:

    Caro Rodolfo, obrigado pelo comentário, não podemos achar que os 140 caracteres serão suficientes para nos informarem ou formarem. Precisamos saber usar bem essas chamadas para escolher o que aprofundar e conhecer a fundo. Por outro lado que temos essa confusão de informações temos o benefício de termos muita coisa boa disponível se realmente quisermos focar e conhecer mais.
    Abraços.

    Rodolfo diz:

    Realmente o conteúdo disponivel hoje é algo de grande abragencia de informações. Mas baseio-me em meu trabalho (trabalho em uma agencia de Publicidade em SP),onde as midias sociais tem um poder de manipulação e influência um tanto assustador.Tenho pessoas aqui,que defedem uma tese que leram em 140 caracteres,não que isso seja ruim,mas será que conseguimos “formar” ou ter um parecer de um determinado assunto baseado em tão pouca informação? Claro que poderiamos usar isso para conhecermos mais ainda sobre determinado assunto,O que acontece em poucos casos.Algo que me chamou a atenção recentemente (ontem pra ser mais exato) foi a compra da CuboCC pelo grupo Interpublic, Isso foi um dos assuntos mais comentados ontem,Mas boa parte desses comentarios, ao menos se quer sabia o que era exatamente a CuboCC e muito menos o Grupo Interpublic, ou como foi feita essa compra etc,Apenas leram 140 caracteres e “tiveram” sua opnião sobre o assunto.

    Abraços.

    jcassol diz:

    Tem muita informação útil e muito mais completa que em revistas e jornais, isso é fato! Há tabloides americanos e brasileiros excelentes para leitura diária, basta cada um buscar as informações que são atrativas para si e se dedicar, usar a internet ao seu favor. Uma Rede Social pode nos fornecer o meio, mas vai de cada um clicar e desfrutar o que tem do outro lado, como este post. Nem com essa riquissíma fonte de conhecimento na minha frente deixo de assinar minha VC SA, Exame PME.. etc.

    O que eu fazia há 12 anos? « Mulher em pauta diz:

    [...] nas atividades para ter um resultado melhor. Um pouco do que o Marcelo Miranda falou em outro post (Esta sobrando informação superficial e fatando conteúdo).  Foi uma quebra de paradigmas porque na faculdade ouvia que devia ser generalista, e no trabalho [...]

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    Comunicar da semente para a casca, e não vice versa. « Blog do Marcelo diz:

    [...] Está sobrando informação superficial, faltando conteúdo [...]

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    Andre diz:

    Coloque metas claras, mensuráveis, desafiadoras e atingíveis, e cobre os resultados de maneira objetiva, e a profundidade aparecerá. Ou a pessoa abandonará o posto por não possuir qualificação.

    Y: prestar atenção nos feedbacks é um bom caminho « Blog do Marcelo diz:

    [...] Está sobrando informação superficial e sobrando conteúdo [...]

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