Você fala ou não fala?
2009
Seu colega de trabalho tem o hábito de fazer brincadeiras que você acha inadequadas, você fala ou não fala com ele? Seu colega de trabalho fez uma apresentação que você acha que ele poderia ter caprichado mais na comunicação, você fala ou não fala com ele?
Você se sente confortável ao receber um feed back negativo? Você tem como hábito sessões de feed back com sua equipe?
Assunto presente em importantes discussões aqui em Stanford, observando o perfil de empresários bem sucedidos e executivos de sucesso, podemos apreciar em muitos deles a preocupação com o feed back constante.
Com muitas técnicas e táticas, ponto comum em tudo o que observei é que, pra ser efetivo, o feed back tem de ser genuÃno, transmitido de forma transparente e construtiva. Para evitar que a correria deixe acumular assuntos e comentários que podem ficar engasgados nas equipes, as sessões de feed back devem ser pré-programadas com antecedência.
Aqui no Vale do SilÃcio, é comum notar empreendedores no processo de abertura de empresas em conjunto com outros sócios começarem desde o inÃcio das sociedades a praticarem feed back entre eles e com as equipes, de forma que paulatinamente colocam a limpo tudo o que estão pensando e o que acharam do comportamento e ações dos colegas que poderia ser melhorado. Como diria um grande consultor e amigo, são as famosas sessões esvazia-saco.
Muito embora alguns prefiram falar de tudo em uma sessão de feedback, algumas empresas tem abordagem diferente, e têm sessões de feed back voltadas apenas para comportamentos e attitudes, buscando melhorar as técnicas e gestão e as habilidades interpessoais das pessoas, sem deixar que os resultados ou polÃticas das empresas atrapalhem as sessões. Em conversa com um CEO de uma billionária empresa nascida aqui em Stanford há poucos anos, o mesmo prefere sempre adotar essas sessões onde o objetivo é colocar como melhorar o comportamento, a comunicação e as habilidades de cada um, deixando de fora as relações hierárquicas e os assuntos especÃficos da empresa. Segundo ele, é um investimento no longo prazo das pessoas.

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