Conheça mais sobre as gerações e sobre os jovens

15 mai
2012

Segue vídeo interessante sobre as gerações, seus conflitos e diferenças. Muito interessante para poder entender e transitar entre elas. Como já postamos aqui, independente das diferenças, rico é saber aproveitar essas diferenças de forma positiva e transitar entre as gerações.

O filme ‘We All Want to Be Young’ é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo. Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons.Roteiro e direção: Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

Posts relacionados a geração Y e carreira para jovens:

Y: conecte-se com qualidade a mais pessoas, cuide de seus relacionamentos.

Ser quer ser promovido a gerente, aja como um desde já

Geração Y: Você prefere ser ótimo em uma coisa ou bom em muitas?

Y: 50 dicas para iniciar como líder? Sai dessa e seja simples.

Y: prestar atenção nos feedbacks é um bom caminho

Jovem: busque referências acessíveis para acelerar

 

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Os Vingadores: você aprendeu liderança com o Capitão América?

14 mai
2012

Tenho sempre o hábito de observar os personagens e situações quando vou ao cinema para tirar algumas lições para a vida prática. Vi esta semana o filme Os Vingadores (Marvel Studios) e apesar da mega produção de ficção do filme, algumas passagens me chamaram a atenção pois remetem a situações cotidianas de liderança.

Em uma passagem do filme, o Capitão América se encontrava rodeado por inimigos e precisava da ajuda dos policiais para conseguir que seu plano de ataque fosse colocado em prática. Pediu ajuda aos policiais e os mesmos questionaram porque deveriam segui-lo. Como fazê-lo? Resolveu liderar pelo exemplo e conquistar a confiança dos policiais. Partiu para o ataque aos inimigos e mostrou aos policiais que poderia ser útil, logo conseguiu que os mesmos seguissem suas orientações.

Em outra passagem, Thor pergunta ao seu irmão (vilão) se ele se achava melhor do que o povo que queria liderar, que respondeu de forma afirmativa. A mensagem de resposta de Thor  foi de que enquanto ele se achasse superior aos que lidera não conseguiria êxito ao liderar. A humildade e o entendimento profundo da situação dos liderados é importante para que o gestor consiga prosperar.

Chamou minha atenção  também  quando o Homem de Ferro utiliza um grande problema (um míssil nuclear rumo a Manhatan ) como uma grande oportunidade de exterminar os inimigos. Muitas vezes não conseguimos deixar de ver os problemas como problemas. Parece mais fácil quando se tem superpoderes mas na nossa vida cotidiana muitas vezes ficamos presos em excesso também aos problemas. É importante ver de fora.

Gostei da mensagem do líder do grupo quando em uma situação de grande pressão colocou que “enquanto o mundo não terminar vamos trabalhar como se ele continuasse girando”, ou seja, independente da pressão vamos ter foco para podermos conseguir o que precisamos com serenidade. Muitas vezes o líder precisa mostrar ao grupo que ele é capaz mesmo com grandes desafios e pouco prazo. Precisa transmitir confiança ao grupo num nível acima de que individualmente as pessoas tem em si próprias.

E você? Viu alguma passagem interessante do filme que gostaria de comentar? Comente e compartilhe conosco.

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Só empresa grande pode abrir capital?

11 mai
2012

Apesar da sequência desde 2008 das crises das economias dos Estados Unidos e da Europa, os indicadores mostram a maturidade e força do mercado de capitais no Brasil. A bolsa brasileira (BM&F Bovespa) teve crescimento do volume negociado em mais de 50% desde esse período, contra queda de cerca de 50% do volume da bolsa norte americana  no mesmo período e de queda de cerca de 70% das bolsas européias. O mercado de capitais é uma das principais forma de acesso a capital para o crescimento e a sustentabilidade das empresas.

No Brasil, apesar dos resultados positivos da bolsa brasileira, vemos que ainda há espaço para evoluirmos no que diz respeito ao acesso de médias empresas ao mercado de capitais. As aberturas de capital ainda são muito voltadas a grandes operações de grandes empresas. Temos, por outro lado, bons exemplos e modelos  a serem seguidos na Ásia, nos EUA e na Europa, onde empresas de menor porte tem bons  instrumentos e caminhos para o acesso ao capital do mercado de capitais.

No Brasil a BM&F Bovespa está desenvolvendo o projeto Bovespa Mais, que permite a empresas médias em desenvolvimento que se listem como empresas de capital aberto e busquem capital para financiar seu crescimento e desenvolvimento. Participei hoje do evento em que uma empresa de porte médio do setor de tecnologia ingressou no Bovespa Mais buscando estar apta a uma captação futura de recursos. Conversando com os gestores da empresa percebi um grande entusiasmo com o projeto. Um mercado de capitais forte favorece o ambiente de crescimento e desenvolvimento das empresas. Precisamos incentivar iniciativas como essa e ampliar instrumentos que facilitem o acesso ao mercado de capitais e que valorizem a força do empreendedorismo brasileiro.

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day1: todo empreendedor de sucesso tem um

26 abr
2012

Muito bom o evento day1 realizado pela @endeavorbrasil. Agradeço ao Leandro Herrera pelo convite e parabenizo pela organização. O objetivo era mostrar a história e caminhada de três empreendedores de sucesso, e mostrar o day1 de cada um em seus projetos. A parceria com a SOAP trouxe vida as apresentações dos empreendedores.

Falando deles e suas lições:

Sofia Esteves, da DMRH, deu uma aula de que para se “fazer por merecer” precisa colocar muito carinho em cada um dos clientes e cada um dos projetos. A percepção do carinho pelos outros faz diferença no resultado ao longo dos anos.

 Edivan Costa, da SEDI, mostrou que na “escola da vida”, muita perseverança e sangue frio para tomar decisões difíceis são importantes para o sucesso prosperar.

 Robinson Shiba, da China in Box, mostrou que é importante acreditar sempre na sua idéia e no seu taco, mas nada acontece se você não tirar do papel e correr o risco de fazer. Conhece aquele cara que tem mil ideias no bar no final de semana e na segunda não faz nada? Correr o risco de fazer é o que começa tudo.

O empreendedorismo de alto impacto continua a gerar riqueza e crescimento em nosso país. Iniciativas como essas do day1 são importantes pois levam ao nossos jovens histórias de gente simples mas que construiu através do empreendedorismo um caminho de crescimento e realização.

 

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Evento de empreendedorismo de alto impacto: day1

18 abr
2012

Tema recorrente neste blog, o empreendedorismo tem ganhado força em nosso país com o passar dos anos. Instituições como a Endeavor fazem um trabalho relevante no desenvolvimento desse empreendedorismo de alto impacto.

Quem gosta de conhecer histórias de empreendedores de alto impacto, a Endeavor está organizado o Day1, evento que vai contar a história de três empreendedores que pensaram grande e superaram inúmeros desafios para tornar seus sonhos realidade. Vale a pena conferir o evento.

Segue link: Endeavor Day1

Posts deste blog relacionados a empreendedorismo:

Empreendedorismo: tem como aprender ou é um dom?

Emprendedoquê?

 

 

 

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Jovem: fique atento a oportunidades na área técnica!

04 abr
2012

Muitas vezes quando estamos iniciando nossa vida acadêmica e profissional nos deparamos com a dúvida: devemos escolher uma carreira de gestão ou uma carreira mais técnica?

Existe um glamour em torno da carreira executiva de gestão, de administração mais geral, com a figura dos executivos bem sucedidos e remunerados, mas é bom pensar muito bem nessa escolha. Primeiramente, existem características em nossas habilidades e comportamentos que podem nos ajudar a entender melhor nosso perfil. Como gestor, é necessária muitas vezes a habilidade de liderar, formar, se relacionar, motivar, cobrar e corrigir pessoas. Trabalhar sempre sob pressão e com muitas pessoas dependendo de seus atos e decisões. Mas não se preocupe. Se sua escolha for pelo lado da gestão, liderança e gestão também se desenvolvem ao longo da carreira.

Mas você já pensou em ser técnico? O perfil do profissional técnico exige conhecimento aprofundado sobre determinado assunto para análise, bem como constante atualização. Com a perspectiva de crescimento para os próximos anos no nosso país, continuaremos com muitos investimentos em infra-estrutura/construção, como nas áreas de tecnologia, petróleo e mineração, o que vai exigir a contratação de inúmeros profissionais de perfil técnico. Já é latente hoje a dificuldade de contratação de bons técnicos, e o cenário nos mostra que essa valorização do profissional mais técnico tende a continuar com mais força ainda. As empresas têm cada vez mais valorizado e investido na formação e desenvolvimento de seus técnicos.

Assim, na hora de escolher o caminho a seguir não descarte a opção de uma carreira técnica, as vezes longe dos holofotes dos executivos mas por outro lado com excelentes oportunidades profissionais. E lembre-se também que nada é definitivo, são possíveis mudanças no decorrer do caminho. E existem posições mistas, que precisam tanto do conhecimento técnico quanto gerencial.

 E você? Conhece boas oportunidades na área técnica? Qual sua opinião?

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Sem lugar para crescer na sua empresa? Crie seu espaço então!

30 mar
2012

Já escrevi aqui no blog anteriormente sobre como a postura pode influenciar uma promoção, no texto “Se quer ser promovido a gerente, aja como um desde já.”. A segurança que pode ser transmitida pela sua postura aos tomadores de decisão pode influenciar muito na seleção dos candidatos a promoção. Mas nem sempre a postura é suficiente. Trocando emails com um leitor recentemente, o mesmo colocou a dúvida. “Me preparei nos últimos anos e faço de tudo para crescer na minha empresa, mas meu chefe também é competente e não vejo espaço em substituí-lo como gerente tão cedo. Não existe espaço. Como fazer?”

No momento em que vivemos em que as empresas passam por constantes transformações, cabe muitas vezes a nós o exercício de olhar a empresa “de fora da caixa” e procurar oportunidades. Muitas vezes na sua área há oportunidades para implementações de novas tecnologias ou de melhoria nos processos mas pela correria do dia a dia ninguém se aventurou ainda em fazê-lo, que tal puxar a fila? Ou no relacionamento entre duas áreas você perceba que algum processo pode ser melhorado e que pode trazer muito resultado, da mesma forma, porque não puxar a fila? Como esses dois exemplos existem muitos outros em que podemos encontrar espaços para crescimento na empresa, mesmo que eles aparentemente não existam aos olhos da gestão atual. Com a observação criteriosa e a implementação de melhorias, o que se vê é que muitas vezes lacunas são preenchidas, espaços são criados, e assim a possibilidade de crescimento e a chance de uma promoção se multiplicam. Fatores como a visão, a iniciativa e os resultados são valorizados nesse tipo de atitudes.

Assim, se você não vê onde crescer na sua empresa atual, que tal criar esse espaço? Conhece alguma situação do tipo? Compartilhe e comente aqui.

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Remuneração variável: como ser justo?

14 mar
2012

Escrevo em resposta a um leitor que me enviou um email chateado como a forma que a remuneração variável acontece na empresa dele, onde através do resultado da empresa se calculam um número x de salários a pagar para todos sem diferenciação. O mesmo se diz chateado pois os verdadeiros talentos que fizeram diferença ganham o mesmo que aqueles que só “deixaram rolar o ano”, conforme suas palavras.

Existem muitos modelos de remuneração variável, alguns mais democráticos como o que o leitor citou, que o foco é o resultado da empresa, e outros com grande diferenciação onde alguns não ganham nada e outros chegam a ganhar 10x mais que  a média dos que ganharam. No meio tempo entre eles existem muitas variações e modelos intermediários, alguns com parte da remuneração dependendo do resultado da empresa e parte do resultado individual por exemplo.

A escolha do melhor modelo depende para mim de alguns fatores como o sistema de gestão da empresa e sua cultura organizacional. Sobre o sistema de gestão, é um tiro no pé criar um modelo de remuneração variável com muitas metas individuais se o sistema de gestão não está pronto para controlar esses resultados de forma automática e sem subjetividade. Para um modelo com diferenciação é necessário um certo grau de evolução do sistema de gestão para termos certeza que os resultados são confiáveis e independentes, para não gerar controvérsias. Com relação a cultura, algumas empresas tem no DNA a valorização do talento individual, com foco no coletivo, mas com reconhecimento dos talentos individuais que fizeram diferença. Algumas empresas em sua cultura reconhecem mais o coletivo. São questões sutis de reconhecimento que precedem as recompensas,  mas o programa de remuneração variável deve estar alinhado com a cultura da empresa senão gera discórdia.

Minha opinião é que o sistema de remuneração variável deve diferenciar sim entre os colaboradores aqueles que realmente fizeram diferença, mas isso depende de evolução do sistema de gestão e de cultura organizacional. Acredito que vale muito mais a pena para o gestor manter os 20% que trazem 80% do resultado muito felizes e motivados do que nivelar por baixo e manter todo mundo meio motivado.

E você, qual sua opinião? Você gosta do sistema atual de sua empresa? Como funciona? Dê seu exemplo aqui.

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Empreendedorismo: tem como aprender ou é um dom?

29 fev
2012

Vejo em nosso país ainda a mítica de que empreendedorismo é dom, talento nato. Escuto muito isso quando vejo profissionais comentando sobre empreendedores de sucesso. Na minha humilde opinião, o sucesso de um empreendedor vem de duas esferas, a de características comportamentais de perfil, e a de características técnicas. Com relação as características comportamentais, são habilidades importantes para o empreendedor características como auto-motivação, resiliência, foco, capacidade de assumir riscos, persistência, visão inovadora, habilidade de influenciar e convencer pessoas, e paixão pelo que faz. Algumas pessoas trazem essas características em sua personalidade natural, e é daí que surgem os comentários que empreendedorismo é uma habilidade nata. Mas acredito que essas características são possíveis de serem desenvolvidas ou aprimoradas também.

Por outro lado, existe uma grande base técnica que deve ser desenvolvida pelo empreendedor (ou por seus principais sócios/parceiros). Como exemplo, a habilidade de gerenciar previsões e resultados, habilidade de criar os rounds de financiamento, habilidade de montar equipe com o perfil necessário em cada etapa do crescimento da empresa, etc.

Assim, acredito que aqueles que acreditam em uma idéia de negócio para empreender não precisam ficar se perguntando se “nasceram empreendedores ou não”, a questão é muito mais de definir características e habilidades que precisam ser desenvolvidas para o negócio dar certo.

E para o desenvolvimento dessas características temos ainda uma estrutura insuficiente em nosso país, seja no governo, seja nas entidades privadas, seja nas escolas de negócio. Existem muitos bons projetos em andamento no Brasil, como o Sebrae e a Endeavor, mas ainda é muito pouco quando comparamos com por exemplo a estrutura para os empreendedores do Vale do Silício, nos EUA.

Precisamos evoluir no apoio aos empreendedores que movem a sociedade criando valor e emprego. O empreendedorismo é uma forma de criação de valor econômico e social em um país e deve ser estimulada e desenvolvida pelas entidades públicas e privadas.

 Qual sua opinião sobre o assunto?

Quer continuar a ler mais sobre empreendedorismo? Relembre o texto Empreendoquê? postado aqui no em jul/11.

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Formação Profissional é importante? Depende de você!

02 fev
2012

Assunto recorrente nas palestras e discussões que tenho feito com jovens profissionais em início de carreira é a importância da formação profissional. Alguns acreditam que aprender na prática é a melhor escola. Outros pensam que conhecer as pessoas certas é o maior impulsionador, que é melhor que estudar. Uns questionam que os cursos de formação nos tomam muito tempo para pouco aprendizado prático, e tomam tempo do trabalho onde você poderia estar crescendo. O meu ponto de vista vem de observação e estudo do assunto ao longo da carreira, e é simples.
Formação é importante, de forma equilibrada com prática, e mais importante ainda é o que você vai fazer de prático para mudar suas atitudes e comportamentos com o que aprendeu.
Nessas discussões muitas vezes questionam comigo até meu exemplo, me perguntam se valeu a pena a dedicação que tive com formação durante minha carreira. Claro que valeu, mas nada valeria se não tivesse tirado de cada curso que fiz uma nova habilidade, uma nova ferramenta a partir de um conhecimento, uma reflexão para uma mudança de atitude.
Para isso, é importante ter um plano de carreira, entender onde quer chegar, e buscar aquilo que pode ajudar a impulsionar nesse caminho. Alguns cursos poderão além de conhecimento, trazer a você relacionamentos, exemplos diferentes, e principalmente abrir sua cabeça para outras possibilidades e cenários.
Tive durante a carreira a oportunidade e o privilégio de estudar no exterior em três das cinco melhores escolas de negócio do mundo (Stanford, Harvard e Columbia) segundo o ranking do Financial Times, e em todos eles o fator “o que eu queria tirar daquele curso” sempre foi importante. Por exemplo, busquei em Stanford aprimorar minhas habilidades como empreendedor, durante o curso além das matérias busquei interagir com muitos empreendedores do Vale do Silício e aprender para a minha realidade suas competências e comportamentos. E hoje, na prática, procuro sempre colocar isso no meu dia a dia.
Por outro lado, em outros cursos que fiz no começo de carreira não tinha muita essa visão prática do que faria, errei ao não tirar do curso algo que me acrescentasse, entrei sem saber o que queria. Perdi tempo precioso.
Assim, formação profissional é um grande caminho para o crescimento, que fique claro que não é o único e que não pode ser isolado, precisa de muito equilíbrio com a prática, precisa estar bem alinhado com o seu planejamento de carreira. E precisa antes de tudo, que você tire do curso alguma coisa que vá realmente modificar o que ou o como você já faz hoje, que o faça na prática realmente melhor que era ontem. Depende muito mais de você do que do curso.
E você, qual sua opinião? Acha que a formação é importante? Prefere aprender na prática somente? Busca crescer pelos relacionamentos somente?

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