Trabalho pode (e deve) ser divertido

“Trabalhe com algo que gosta e não terá de trabalhar nenhum dia na vida”

Não sei que disse essa frase e nem sei se a citei corretamente. O que sei é que ela exprime uma grande verdade.
Não importa se você é escritor, publicitário, matemático, controler, sorveteiro, arquiteto ou senior manager de social media, o que importa é que, se gosta do que faz, será muito feliz.
Por isso é que eu não reclamo de ser Gerente de Marketing e ter que participar de diversas atividades relativas à função, como, por exemplo, amanhã, que partirei logo cedo em viagem para Itacaré, Bahia, para um evento em um resort incrível, com tudo pago.
São os ossos do ofício…hehehe

Grande abraço e siga o relatório da viagem no meu twitter.

Work hard, Play Hard

O comportamento é um espelho em que cada um vê a sua própria imagem
Johann Goethe

Nada mais difícil do que deixarmos de rotular as pessoas ou atitudes. Para evitarmos uma análise detalhada que custaria um maior racionício, optamos por aplicar as indivíduos e ações pequenas etiquetas.

Muito já foi falado sobre os rótulos sociais, mas, hoje, percebo que profissionalmente, os mais usados são os antagônicos “competente” / “incompetente”, “sério” / “brincalhão”. Temos outros, também, como “confiável”, “procrastinador” (esse é até difícil falar, mas serve de rótulo), etc.

O problema é que pessoas não são definidas por uma, nem duas, nem mil palavras. A complexidade do comportamento de qualquer indivíduo não pode ser simplesmente tachado. Ainda que vivamos em uma sociedade onde o marketing pessoal seja um aspecto importante, vale a pena o esforço para ver além do que aquela pessoa parece mostrar.

Aqui onde trabalho há dois meses apenas, tenho encontrado profissionais que poderiam ser considerados irresponsáveis em uma primeira análise superficial, porque são perfis brincalhões, despojados e sempre bem-humorados, porém, os resultados entregues por esses indivíduos falam por si e justificam a posição de sucesso que alcançaram.

Aqui na empresa, onde os profissionais são jovens e a formalidade é quase nula, aprendi (em contraste com experiências anteriores), que não é o “parecer” que é importante, mas sim o “ser”.

Sem pieguice, pois em qualquer trabalho ou atividade na vida, você é o que você FAZ e REALIZA, não o que mostra ou diz ser.

Por isso, creio ser muito importante ficar atento ao que rotulo nos demais, principalmente, porque posso estar apenas vendo o que quero e o que tenho filtros para ver. Essa superficialidade em minha visão pode ser uma evidência do que tenho internamente.

Como disse Goethe, “O comportamento é um espelho em que cada um vê a sua própria imagem”

Luciano Milici

Twitter: @LucianoMilici

O Fim? Não, UM NOVO COMEÇO!!

Esta foi a derradeira semana da consultoria.
Sentirei falta dos conselhos do Cerbasi e do Christian, dos contatos com a Renata Avediani (Você S/A). Quero muito agradecer a essas figuras incríveis com as quais convivi, ainda que, às vezes, virtualmente.
Também preciso dizer que torço muito por todos eles e pelo Fernando, o outro privilegiado que teve seu tempo e finanças estudados e corrigidos. À Juliana De Mari, editora, meus sinceros agradecimentos também.
Muita coisa ainda precisa ser feita, de acordo com as indicações dos mestres. E eu farei imediatamente.
Preciso dizer a todos que nenhum milagre foi feito e que tudo isso é possível para qualquer um. Basta organização.

Para o fim de semana, deixo a frase da primeira cena do filme “O Gladiador”:

O que fazemos hoje, ecoa pela eternidade.

Excelentes ecos para todos vocês ;)

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