Você tem um cartão?

29 mar
2010

Apoio inquestionável de marcas – corporativas ou pessoais, o cartão de visita é uma das ferramentas essenciais na vida de qualquer profissional. Sem um cartão para entregar, empresas e profissionais não são levados a sério. Eu particularmente presto muita atenção nos cartões que recebo: o que ele me diz a respeito daquela pessoa e da sua empresa. Já escolhi entre duas empresas concorrentes levando o cartão de visita em conta.

Este pequeno pedaço de papel concentra em sua composição uma comunicação importante sobre o profissional e seu negócio. É um resumo visual da sua marca. Infelizmente, muitos profissionais acabam não dando a devida importância ao seu cartão. Economizam na escolha do designer gráfico – “porque não pedir para meu sobrinho?” ou na escolha do material e gráfica e, assim, o resultado final, muitas vezes, é extremamente amador. Não que seja necessário gastar fortunas com seu cartão, mas é muito importante encontrar um profissional que entenda o que você pretende e precisa comunicar e encontre as melhores soluções dentro do seu orçamento. Nas vezes em que eu precisei fazer meus cartões, funcionou para mim, além de dizer quem sou e o que faço, também explicar tudo o que sinto que não sou e aquilo que não gosto.

Na hora de decidir, o que é importante observar?

Tato: o papel, seu toque e espessura são importantes para transmitir solidez e qualidade. Cartões com papel muito fino (pouca gramatura) transmitem a sensação de um negócio mais amador, não tão sólido.

Cores e tipografia: é conservador, previsível, inovador, feminino, masculino?

Símbolos: tem uma logomarca ou imagem interessante?

Com os modelos propostos em mãos, observe se eles têm relação a sua marca ou não. De nada serve um cartão lindíssimo se ele nada tem a ver com quem você é.

Se quiser se inspirar, algumas idéias bastante interessantes estão aqui:

Creative Business Cards

70 Amazing Business Cards

Business Cards: Collection of Inspirational Designs

Inspirational Business Cards: 100+ Various Examples

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Vale a pena estender os limites

10 mar
2010

Nas minhas buscas pela internet, acabei encontrando um texto bastante instigante, chamado “The Benefits of Not Being The Smartest One in The Room” no blog do Brett Green. Ele fala sobre a importância de buscarmos pessoas mais interessantes, talentosas, inteligentes e competentes do que nós como forma de expandirmos nosso horizontes e nos desenvolvermos.

Acabamos mergulhando tanto naquilo que fazemos que, muitas vezes, ficamos com um olhar limitado para as coisas, com um discurso repetitivo. Como escrevi no post anterior, nossa profissão é apenas um título. O que fazemos é apenas parte de quem somos. Sermos “especialistas” pode, em muitos casos, nos limitar se não procurarmos nada além disso. Você pode ser convidado para falar sobre aquilo que sabe muito bem, mas nada além disso.

Saber muito sobre um assunto certamente colabora para uma boa marca pessoal. Mas não ter nada além disso para oferecer, a prejudica. A nossa marca pessoal não se limita ao nosso lado profissional. Sonhos, interesses e paixões também fazem parte dela. Quer se tornar alguém mais interessante? Procure novos interesses, busque assuntos novos para estudar e pessoas interessantes para conversar.

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O que você faz?

25 fev
2010

O que você responde quando te fazem esta pergunta? “Sou engenheiro, gerente de contas, dentista… Trabalho com vendas, consultoria, RH…”

Você e centenas de outras pessoas. E assim, com esta resposta, encerra a possibilidade de se posicionar de forma diferente de todas essas pessoas que fazem o mesmo que você.

Sua profissão ou seu cargo são apenas títulos. Não definem quem você é e não expressam seu diferencial. O que você provoca na vida de outros? Que benefícios seu trabalho traz para a empresa? Quais são seus trunfos? De que forma especial você faz o que faz?

Como você completaria esta frase? Com meu/minha __________ e __________ (1. complete com suas qualidades únicas), eu _____________ (2. que resultados proporciona).

Esclarecendo os itens acima:

1. Há muitas qualidades que são aquelas esperadas na sua profissão. Não estou me referindo a elas. Você é igual a outros com a mesma ocupação neste sentido. Pense a respeito de suas qualidades que vão além do esperado, daquilo que escuta das pessoas sobre o seu modo de agir, sobre o que traz de contribuição.

2. Não me refiro à descrição dos serviços que oferece o de suas atividades, e sim aos benefícios que eles trazem a seus clientes – internos ou externos.

Talvez você rabisque bastante o papel antes de chegar na frase que acredita ser a melhor, mas o processo todo é um exercício valioso para você identificar e reconhecer suas qualidades.

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Conectado a sua marca

17 fev
2010

Blackberry, iPhone, outro smartphone, celular comum, Kindle, iPad, iMac, PC notebook, netbook, Flip, GPS, mini-projetor multimídia. Qual é o seu?

Nossos objetos são um dos elementos da nossa comunicação não-verbal. Da mesma forma que associamos segurança à marca Volvo, velocidade à Ferrari, as pessoas irão definir muito da sua personalidade por meio do seu celular, computador e outros gadgets que você usa, independente de você ser aficionado ou não por tecnologia, independente de como o equipamento funciona ou não.

Os equipamentos e objetos que você usa no trabalho devem ser reflexo de como você deseja ser percebido.  Como seus equipamentos refletem sua marca pessoal?

É importante pensar em quais atributos você deseja ter associados a sua marca. Estética, design, performance, tradição, solidez, rapidez, agilidade, resistência, mobilidade. O que te define? Agora pense em produtos e marcas e busque associar a eles adjetivos. Pense no que eles simbolizam. Você está sendo representado de forma coerente?

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Bem na foto 2

18 jan
2010

Chegou a hora da foto. Antes de começar, é importante explicar ao fotógrafo o que você quer transmitir por meio da fotografia. Indique se quer uma imagem mais formal ou descontraída, se prefere posar sentado ou em pé, se tem algum lado que acredita ser mais fotogênico. De qualquer forma, aceite suas sugestões. Ele tem um olhar diferente do seu – este é baseado na sua auto-imagem – e muitas vezes enxerga um lado positivo seu na hora de fotografar que você não conhece.

Como posar? Olhe para a câmera e incline levemente seu corpo para a frente, como se você tivesse a intenção estabelecer contato visual e escutar melhor a outra pessoa. Esta é uma forma de transmitir a impressão de estar interagindo com a pessoa que olha sua fotografia. Se sua intenção é parecer mais formal, mantenha a postura mais ereta.

Eu sempre gosto de conversar com quem está me fotografando durante a sessão – sinto que relaxo, crio uma conexão que facilita olhar para a câmera, o que ajuda muito no resultado final.

Sorrir não é obrigatório – melhor uma expressão natural a um sorriso forçado. No entanto, procure ter uma expressão que expresse simpatia e receptividade.

Braços e mãos devem estar relaxados – nunca totalmente esticados, já que esta não é uma posição normal do corpo. Se não souber o que fazer com as mãos, uma opção é apoiá-las sobre uma mesa ou cadeira, sem entrelaçar os dedos. Para as mulheres, o indicado é deixar as mãos abertas e os dedos alongados, enquanto que para os homens, o ideal é fechar as mãos levemente.

Se você estiver sentado, cuidado para os ombros não caírem e evite ser fotografado com os joelhos voltados para a câmera. Se estiver em pé, os pés devem estar levemente afastados o corpo levemente virado.

Seu estado emocional certamente influencia o resultado final. Mesmo que você acredite ser a pessoa menos fotogênica que existe, procure relaxar e não esqueça de respirar! Não faça nada que fuja da sua personalidade e não seja natural para você e que fuja dos seus objetivos. Lembro uma vez que o fotografo sugeriu que eu deitasse no chão sobre uma pilha de roupas. Eu disse não imediatamente: por mais divertida que a foto parecesse para ele, não representaria quem sou, as coisas que faço e como quero ser percebida.

Fotografia é algo que precisa um pouco de prática, mas se você optar por se divertir durante a sessão – e relaxar, certamente vai ficar satisfeito com o resultado.

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Bem na foto

07 jan
2010

Com o crescente uso das redes sociais, como Facebook, LinkedIn, Naymz, Twitter e outras, todos hoje têm sua fotografia estampada em algum lugar. Se você pretende usar essas redes profissionalmente ou mesmo não sendo este seu objetivo, é importante pensar em que características suas você quer que sua fotografia transmita. Afinal, sabemos que muitas empresas pesquisam o perfil de candidatos a uma vaga nestas redes e não é nada indicado que sua foto seja aquela tirada na pista de dança ou na praia. Mesmo que você não costume dar entrevistas ou tenha seu perfil descrito no site da empresa onde trabalha, você deve escolher com cuidado a foto que ira colocar no seu perfil, e até mesmo considerar a idéia de ter uma foto sua feita profissionalmente.

Quem é você? Sério, arrojado, acessível, criativo? Uma simples foto é suporte para sua marca pessoal. A roupa que você está usando, sua postura, a locação, a expressão do seu rosto, todos estes elementos devem estar alinhados a imagem que você pretende transmitir e reforçar.

Roupas e Acessórios

Escolha roupas que representem seu estilo. Use roupas atuais, mas fuja de modismos para que sua foto não se torne logo datada.

Use cores que valorizem sua coloração pessoal. Evite usar branco ou preto ou cores muito vibrantes.

Golas e colarinhos ajudam a criar uma moldura para o rosto. Os decotes em V ou redondo também são boas escolhas. Evite golas molengas que vão parecer desarrumadas na fotografia.

Cubra os braços – mangas longas ou ¾ são recomendadas.

Evite roupas estampadas, tecidos que criem a sensação de maior volume corporal, tecidos com brilho e texturas.

Certifique-se que a roupa está bem passada.

Use poucos acessórios para que a fotografia não pareça poluída. O ideal é escolher um colar ou par de brincos que expresse sua personalidade. No entanto, brincos muito grandes acabam tendo mais destaque que seu rosto. Cuidado também com metais brilhantes.

Tenha sempre uma segunda opção de roupa para a foto.

Cuidado pessoal

Aplique um pouco de maquiagem. Recomendo que a maquiagem seja feita por um profissional. Ela deve em tons neutros. A iluminação do estúdio de fotografa é forte, portanto a maquiagem é um pouco mais acentuada para que você não pareça pálida. Não se esqueça de fazer a sobrancelha.

Os homens podem aplicar um pouco de corretivo caso tenham olheiras muito acentuadas e também um pouco de pó facial para tirar o brilho do rosto. Eu garanto que você não vai parecer maquiado na foto.

Cuidado para não usar um corretivo muito claro para seu tom de pele e ficar parecendo um urso panda ao contrário.

Não esprema aquela espinha que apareceu no minuto antes da fotografia ser tirada. Aplique um creme secativo e cubra-a com um corretivo.

Seu corte e coloração de cabelo devem estar em dia. No entanto, não é recomendado experimentar mudanças radicais neste momento. É indicado ter o cabelo arrumado por um profissional.

A barba deve estar feita. Se você tem a barba espessa, faça a barba um pouco antes da foto com um barbeador elétrico para não correr o risco de cortes inesperados. Cuide também de pêlos no nariz e orelhas.

Durma bem na noite antes da foto, hidrate a pele e beba bastante água.

No próximo artigo vamos falar sobre como cuidar da sua linguagem corporal na hora da foto.

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Adaptações

08 dez
2009

Com a chegada do calor do verão, algumas empresas que geralmente adotam o código formal para o guarda-roupa dos funcionários decidiram permitir o uso do guarda-roupa casual para quem vai ficar na empresa durante a semana, sem visitas a clientes. Neste caso, qual é o limite da informalidade recomendado para que a identidade corporativa se mantenha consistente e a imagem dos funcionários seja coerente com esta identidade?

Se o código padrão é o formal, os funcionários, ao adotarem um código mais informal, devem ter no seu visual elementos que remetam a elementos de formalidade. No traje formal, as roupas são discretas e sóbrias, feitas de tecidos firmes. Enfeites e detalhes aparecem de forma sutil. As cores são neutras e geralmente mais escuras. Cores claras ou mais “coloridas” aparecem em áreas menores, na parte superior do corpo. As estampas são pequenas e discretas. Assim, mesmo adotando roupas mais descontraídas, se você tiver dois ou três destes elementos no visual, irá ter uma imagem coerente com a imagem normalmente adotada.

Alguns elementos são fundamentais: os homens devem sempre usar camisas de colarinho, de manga longa, que pode ser dobrada. As mulheres devem optar por blusas ou camisas, mas nada que tenha o aspecto de camiseta. Procure blusas que tenham golas ou mangas interessantes ou faça a sobreposição de peças, como camisa e colete, por exemplo. Outra opção, é finalizar o look com lenços ou colares, quando a blusa tiver o decote careca. O ideal é que a parte inferior seja média ou escura. As calças femininas aparecem em tecidos mais arrumados (ex.: microfibra) em cortes clássicos ou mais modernos ou calças em tecidos mais naturais (jeans e sarja grossa) em corte de alfaiataria e as saias são saias retas ou evasês. Para os homens, calças em corte de alfaiataria, feitas de lã fria ou sarja grossa. Se usar jeans, este deve ser escuro.

Cuidado para que os acessórios não sejam muito informais. Solados de cortiça ou corda, bolsas muito coloridas e com muitas ferragens e bolsos aparentes, brincos grandes ou em materiais como madeira ou acrílico, todos são esportivos demais para o seu ambiente.

Nas situações em que tiver dúvida, opte sempre por ser um pouco mais mais formal do que informal.

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Compras e Contas

22 nov
2009

Como saber se a compra de um novo item para o guarda-roupa é um bom investimento?

O bom investimento inclui algumas características-chave: flexibilidade, qualidade e utilidade.

Na hora de analisar se vale ou não a pena comprar aquele novo item, divida o valor da peça pelo número de usos que consegue dar a ela. É aí que entra o fator flexibilidade.

Um item comprado que você consegue usar apenas de um jeito só, não é uma boa compra. A idéia é levar pra casa alguma coisa que possa ser usada com pelo menos duas ou três outras peças que você já possui e em várias ocasiões.

Depois dividida este valor pelo número de vezes que usará a peça em um ano.

E, por último, divida por quantos anos você imagina que esta peça será usada. Assim, você terá o valor real da peça. Aqui entra o fator qualidade. Pagar pouco por uma peça pode parecer atrativo, mas se ela se desfizer em duas ou três lavagens, logo terá que ser substituída e mais dinheiro sairá do seu bolso.

O seu guarda-roupa deve conter um numero de peças proporcionais ao quanto você necessita daquele tipo de roupa. É aqui que entra a utilidade. Se seu trabalho pede que você ande de terno de segunda a quinta, invista mais em camisas e gravatas do que em calças jeans. É incrível como muitas pessoas pagam muito por roupas que usam uma ou duas vezes (e não estou falando de roupas de festa) e relutam em investir nas roupas que os ajudam a projetar sua melhor imagem.

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Será que vai demorar?

28 out
2009

Uma das minhas lembranças do ginásio foi quando alguns alunos descobriram os pen-friends. Este era um serviço organizado por uma empresa que conectava pessoas com interesses comuns ao redor do mundo que começavam a se corresponder – por carta, vale dizer. Lembro bem da espera pelo correio trazer a carta que revelaria a identidade de quem seria meu pen-friend. Esperar pelo correio era uma coisa normal – a velocidade de comunicação entre as pessoas era outra. Muitos anos depois, muitas tecnologias depois, hoje nos encontramos em uma época de mensagens instantâneas. No universo profissional, os e-mails tornaram-se a forma de comunicação padrão. É uma forma de comunicação assíncrona, como as cartas, mas há nela uma expectativa de respostas rápidas.

Esperar não nos agrada (como muito bem escreveu Rosely Sayão em seu blog) – nos dias de hoje tudo acontece muito rapidamente, temos pressa. Nesta nossa pressa, nesta nossa impaciência, julgamos – e somos julgados – pela nossa velocidade – de comunicação, de resposta, de tomada de decisão, de retorno.

Cada um tem um padrão de velocidade de resposta mais ou menos estabelecido para cada pessoa com quem normalmente se corresponde – e esta pessoa já tem uma idéia de quanto tempo irá levar para receber um retorno seu, baseado na velocidade em que você respondeu nas vezes anteriores.

De forma planejada – ou não – gerenciamos nossa imagem quanto à acessibilidade e receptividade. Você pode parecer mais ou menos acessível, ágil e responsivo dependendo da rapidez de resposta aos emails recebidos.

Aqui aplica-se uma regra de “O que eu não vejo, eu suponho…” Assim, quando você não repete o padrão que estabeleceu, fica à mercê da justificativa que outro dá (para si mesmo) sobre a sua não-resposta. Desta forma, boas reputações ajudam e as más, bem… Seu cargo ou tipo de trabalho que realiza pode afetar o julgamento: você está sentado a frente de um computador o dia todo ou está fora o dia todo? Porém, com a adoção dos smartphones por mais e mais pessoas, responder logo torna-se uma quase obrigação.

Uma forma de lidar com as expectativas é usar respostas automáticas de ausência ou rapidamente escrever naquele exato momento não pode responder ou não tem a informação solicitada. Mas é fundamental comunicar um prazo de retorno, senão fica aquela sensação do “passa lá em casa”. E assim, se não respondemos no prazo que o outro considera razoável, certamente ele irá procurar outra pessoa que se mostre mais acessível, ágil e responsiva.

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Contrastes

25 ago
2009

O contraste de cor (claro x escuro) que existe entre seu tom de pele e cabelo é importante na escolha da combinação entre os tons de terno, camisa e gravata e entre os tons da roupa.

As pessoas são classificadas em 3 tipos de acordo com este contraste: baixo, médio e alto. Imagine uma fotografia sua em preto e branco ou altere a cor de uma foto sua no computador para escala de cinza. Os tons de cabelo e pele ficam próximos ou são diferentes?

Pessoas que têm um contraste de cor muito pequeno entre a pele e o cabelo, com o cabelo loiro, grisalho ou branco e a pele clara, como o ator Rodrigo Hilbert, são do tipo baixo contraste. Se este é seu caso, para você são melhores as combinações claro+claro, como uma camisa azul clara e uma calça bege, e claro+médio-claro, como um terno cinza médio usado com uma camisa branca e uma gravata azul celeste.

Há as pessoas do tipo baixo contraste com cabelos e pele escuros, como o ator Lázaro Ramos. Aqui também há pouco contraste entre seu cabelo e pele. No entanto, quem tem a pele negra pode usar contrastes mais altos que as pessoas claras de baixo contraste.  Se este é seu contraste pessoal, outras opções além das citadas acima, são as combinações do escuro+escuro e escuro+médio-escuro. Um exemplo é um terno marinho, com uma camisa azul clara e uma gravata marinho ou uma gravata alaranjada.

Para pessoas com médio contraste, como o apresentador Luciano Huck, nas combinações de claras + escuras, recomenda-se incluir um terceiro item de tom médio para criar uma ponte entre estas duas cores. Um exemplo é um terno grafite, com uma camisa lilás bem clara e uma gravata em um tom mais escuro de violeta.

Para pessoas de alto contraste, como o jornalista William Bonner, o ideal é usar alto contraste entre as cores nas roupas. Uma boa combinação é o clássico terno preto, camisa branca e gravata vermelha.

Quando o contraste usado não é semelhante ao da sua coloração pessoal, sua fisionomia fica abatida – se o contraste entre a cor da roupa é menor que o seu – ou as cores chamam mais atenção que você – se o contraste é muito maior que o seu.

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