Pense antes de agir

É sabido que agilidade é uma das competências valorizadas no mundo profissional. No entanto, em muitas situações, agilidade tem sido confundida com imediatismo.

Há muitas ocasiões que exigem uma tomada de decisão rápida. Neste momento, distinguem-se dois tipos de pessoas: os imediatistas e os ágeis. Os primeiros, acreditando-se ágeis, são reativos, agem por impulso. Suas decisões e ações contemplam o curto prazo e, na maioria das vezes, carecem de uma visão mais analítica da situação. Não sabem que não sabem. Sua decisão pode trazer um ganho imediato, momentâneo, mas consequências futuras não são levadas em consideração. Em muitos casos, arrependem-se mais para frente da decisão que tomaram.

Os segundos, são táticos e ponderados. Têm mais recursos, experiência, consultam, questionam. Não demoram para agir, entretanto, antes analisam as melhores opções e decidem considerando o reflexo da sua decisão a longo prazo.

Rapidez é uma habilidade importante. Só que rapidez sem embasamento pode fazer você saltar no abismo.

Qual dois dois é você?

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É simples

Tenho um amigo, o Reinaldo, que, para mim, tem o maior grau de likeability que eu conheço. Impossível não gostar dele.
Este termo, likeability, ganhou destaque com o livro “O Fator Gente Boa”, de Tim Sanders. No livro, ele aborda os quatro elementos básicos que fazem as pessoas gostarem de você:
Cordialidade: a habilidade de expressar o gostar e a abertura em relação ao próximo.
Relevância: a disposição de se conectar com os interesses, desejos e necessidades do outro.
Empatia: a aptidão de identificar e compartilhar os sentimentos alheios.
Autenticidade: a capacidade de ser verdadeiro, espontâneo e sincero com você mesmo e com as outras pessoas.
Na prática, esses conceitos podem ser traduzidos por pequenos gestos cotidianos que fazem toda a diferença: reconhecer a presença do outro, sorrir, estabelecer contato visual, chamar a pessoa pelo nome, prestar atenção no outro, no que tem a oferecer, no que necessita, reconhecer a contribuição do outro, agradecer, elogiar.
Eu talvez já tenha escrito isto antes, mas não me esqueço de uma definição de etiqueta que a Karen Brunger, uma das minhas professoras, uma vez deu: etiqueta não é nada mais do que se comportar de forma a fazer que as pessoas ao seu redor se sintam bem. Simples assim.
Acredito que, no gerenciamento da imagem, o ganho é muito maior quando nosso foco está naquilo que podemos oferecer ao outro, do que no que podemos fazer para apenas “aparentarmos bem” para os outros.

Quer testar seu grau de “likeability”?
Faça o teste aqui (em inglês)

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