Empresa dos Sonhos dos Jovens 2012 – 11ª edição

27 abr
2012

Está no ar mais uma edição da Pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens!

Tenho um prazer imenso em anunciar essa pesquisa, principalmente por já estarmos realizando-a pelo 11º ano consecutivo! Eu acredito que é através de estudos como esse que podemos mudar sempre para melhor o nosso contexto, conhecendo mais sobre as expectativas dos jovens e levando esse feedback para o mercado.

Se você é jovem e está no início da sua carreira, não perca a chance de nos dizer o que você sonha! Construa conosco um futuro profissional melhor para você!

Porquê é importante?

  •  A Pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens é uma referência importante no mercado para monitorar e gerenciar  os investimentos em programas de atração, retenção e desenvolvimento de jovens talentos;
  • Sinaliza as tendências de comportamento dos jovens;
  • Pelo quarto ano consecutivo o estudo será realizado no Brasil, Argentina, Colômbia e México simultaneamente, trazendo uma visão do jovem da América Latina.

E o mais legal: além de não custar nada para participar, quem responder tem a chance de ganhar 5 iPads!

Visite o nosso hotsite e acesse ao questionário online: http://www.ciadetalentos.com.br/esj2012/esj_2012_5.html

Estamos te esperando!

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Ano novo, vida nova?

05 jan
2012

O ano novo começa e com ele muitas resoluções para os próximos 12 meses. Desejos, promessas e expectativas se combinam nesse momento que também exige muita reflexão!

E quando pensamos em carreira, a virada do ano também traz questionamentos, dúvidas e mais reflexões! Será que esse é o tempo de mudar algo? Algo novo para acontecer? Tempo de decidir, de escolher? Esse é o momento de pensar em tudo isso?

Eu diria que sim! Acredito ser importante aproveitarmos essa “temporada” de reflexões para pensarmos também na nossa carreira. Vale ressaltar que carreira está associada ao processo de escolha e orientação profissional de uma pessoa ao longo da sua vida profissional. É possível desenvolver diferentes carreiras durante a trajetória profissional. Então todo dia é dia de pensar na sua carreira!

Um bom começo para pensarmos sobre a nossa carreira é refletirmos sobre nós mesmos. Nessa linha, as principais reflexões devem englobar os três vértices da carreira: Objetivos de vida, competências e mercado de trabalho.

Uma dica: acesse o site do Click Carreira, indicado abaixo, faça o teste de Âncoras de Carreira e dê um pontapé inicial para o autoconhecimento!
http://www.clickcarreira.com.br/Artigo.aspx?id=1995

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Tempo de refletir…

20 dez
2011

Queridos leitores,

Neste final de ano vou descansar, repensar o ano de 2011 e traçar metas pessoais para 2012! É nessa época que geralmente conseguimos refletir sobre nossas conquistas, desafios que assumimos e aprendizados.

Considero esse balanço de final de ano muito importante para darmos continuidade à nossa carreira e nossos objetivos. Em posts anteriores, comentei sobre a importância de avaliarmos como estamos conduzindo nossos objetivos pessoais e profissionais e como eles se cruzam no dia-a-dia. A forma como definimos nossas prioridades, o quanto nos dedicamos ao nosso trabalho e o quanto isso nos faz bem, são valores que considero fundamentais para que sejamos profissionais realizados e bem sucedidos.

Por isso, convido vocês à, assim como eu, aproveitarem o fechamento do ano para reavaliarem 2011 e traçarem suas metas para o ano que virá. Que todos nós possamos ter aprendido com nossos erros, desenvolvido mais habilidades e aprendido novas tarefas. E mais do que isso, que possamos aplicar todos os nossos aprendizados em ações e novas idéias em 2012. Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes.

Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo.
Aproveite este ano que está chegando para realizar todos os seus sonhos!

Estarei aqui com vocês na segunda quinzena de janeiro!
Obrigada a todos que me acompanharam este ano!
FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO PARA TODOS!

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O preço da ambição: mobilidade de carreira

22 nov
2011

Certa vez recebi um e-mail de uma jovem leitora me perguntado qual a melhor decisão ela poderia tomar em meio ao dilema no qual se encontrava: investir mais na própria carreira, que estava indo de vento em popa em uma cidade distante, ou dedicar-se a família, aos amigos e ao seu companheiro que haviam ficado na sua cidade-natal. Esse é um questionamento interessante e que vemos com muita freqüência, principalmente entre os jovens.

A causa disso está justamente na condição “ser jovem”, ou seja, um profissional ávido por aprendizagem e livre de obrigações e responsabilidades típicas do mundo mais adulto é o perfil ideal de empresas que precisam de pessoas qualificadas nas regiões mais remotas.

Essas oportunidades de transferências podem significar um intensivo avanço na carreira, principalmente para quem está no início. Por outro lado, viver em locais distantes requer uma forte habilidade de adaptação, além de gerar impactos na vida pessoal. No entanto, o mais interessante é percebemos como os jovens profissionais encaram a mobilidade em suas carreiras.

Na pesquisa Empresas dos Sonhos dos Jovens® em 2011, carreira internacional aparece como um dos cinco principais motivos de escolha da empresa desejada. Esse motivo tinha sido deixado de lado desde 2005, ano da última aparição no ranking. Isso significa que, ao escolher o empregador dos sonhos, o jovem brasileiro espera encontrar oportunidades de desenvolvimento profissional a nível mundial.

Porém, uma dúvida nos alarmou acerca do que os jovens estavam considerando como “carreira internacional”. Foi através de grupos focais, que fizemos posteriormente para aprofundar essa questão, que compreendemos que os jovens têm como expectativa uma experiência internacional de tempo determinado, com data para voltar para casa. Nessa perspectiva há o sonho de conhecer novas culturas e entrar em contato com a diversidade como chave importante para o reconhecimento e a valorização profissional. Porém, para fincar raízes, não consta no planejamento de vida dessa geração estar longe da família e dos amigos.

Vemos então os dois lados da moeda: empresas em busca de jovens ávidos por ascensão profissional que possam acompanhar o ritmo acelerado de crescimento do mercado e uma nova geração de profissionais que desejam um igualmente rápido crescimento, mas sem atropelar desejos da vida pessoal.
Assim sempre afirmo que ao fazer escolhas de carreira, é preciso saber para o que estamos nos sujeitando. O importante é que cada um de nós avalie as próprias escolhas com base nos valores pessoais e nas metas e expectativas profissionais.

Todo profissional precisa estar atento às oportunidades, mas também ciente dos sacrifícios que está disposto a fazer em nome da sua carreira. Aonde você se vê daqui a alguns anos? O que você pretende atingir? Esta nova oportunidade é interessante para o seu projeto de vida? Ela realmente trará benefícios profissionais?

Uma coisa é certa: toda escolha é também uma renúncia, o que provoca um sentimento de insegurança. Quando fazemos escolhas, precisamos, ao mesmo tempo, decidir o que vamos perder. Pense nisso!

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Olá!

07 nov
2011

Enquanto escrevo os textos para esse blog fico pensando o quanto o conteúdo que trago está atingido os leitores. Assim, pensei que, antes de ficar divagando sobre temas que possam ser interessantes para todos, quero abrir aqui um espaço onde todos possam me contar sobre o que gostariam que eu escrevesse. Lembro, porém, que os temas deverão estar linkados com o que estamos propondo com o blog: discorrer sobre o comportamento de diferentes gerações no âmbito do trabalho.

Escrevam, comuniquem, sugiram, indiquem… Enfim, estou muito curiosa para ler o que vocês agora irão escrever! Sua contribuição é muito valiosa!

Abraços!

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O que o mercado espera dos jovens profissionais?

21 set
2011

Com anos de experiência trabalhando em consultoria e, em especial com foco no jovem, o que sempre percebo é a falta de alinhamento entre o que os jovens e as empresas buscam e esperam um do outro.

Escuto sempre diversas perguntas, muitas vezes até formuladas de maneiras diferentes, mas que têm a intenção de obter a mesma resposta: Mas e afinal, o que o mercado espera dos jovens profissionais?

Resolvemos então perguntar a quem mais nos pergunta: os próprios jovens! Na 10ª edição da Pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens® buscamos saber o que os jovens acham que as empresas esperam do recém-formado. Os resultados foram bem interessantes, nos quais Comprometimento e Capacidade de aprendizagem foram os mais citados, com respectivos 25% e 23%. Em seguida, características como Espírito empreendedor (13%) e Motivação (9%) também aparecem como aquelas desejadas pelas empresas, ainda na visão dos jovens. Ora, se a empresa me contratou ela espera que eu firme compromisso com o meu trabalho, tenha atitude de dono e esteja cheio de energia. Certo? Em parte, mas não totalmente!

A partir de um levantamento que fizemos em 2010, pudemos mapear as competências mais requisitadas pelo mercado em todos os programas de trainee que realizamos nesse ano. O resultado foi revelador! Entre todas as competências a mais citada foi a que chamamos de Estímulo à inovação, cujos comportamentos esperados são a capacidade de trazer soluções, gerar idéias novas para a situação proposta e não se limitar ao contexto apresentado. Em outras palavras, o famoso “pensar fora da caixa”. Além disso, as competências de Trabalho em equipe, com comportamentos de cooperação e colaboração, Foco no resultado, no qual a pessoa empreende esforços para obter resultados, e a Capacidade de análise, que envolve o uso de raciocínio lógico e da habilidade de sintetizar e organizar, também marcam presença na ambição das empresas em relação ao jovem talento procurado.

Observando essas demandas e muitas outras competências solicitadas pelo mercado, vemos que realmente ainda precisamos trabalhar em cima das expectativas que as empresas têm sobre os jovens profissionais, bem na forma que esses jovens se enxergam perante o mercado. Talvez essa seja a principal razão para o que comumente é chamado de “apagão de talentos”. Entretanto, mesmo esses dados sendo referentes ao jovem, nós não podemos deixar de pensar o quanto eles são válidos para qualquer profissional, independente da idade ou cargo. Será que sabemos oferecer exatamente o que o mercado procura?

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Coadjuvantes ou protagonistas?

02 set
2011

Falamos sempre de questões ligadas ao jovem e o que envolve o início da sua carreira profissional: angústias, motivações, dificuldades, escolhas… Por outro lado, poucos são os pontos trazidos pelo outro lado da moeda: e as empresas e seus RHs? O que o eles pensam sobre os jovens? O que eles realmente conhecem e buscam?

O tema “jovem” não é algo novo. A preocupação em atrair e reter jovens perdura já há algum tempo e é um dos grandes desafios em empresas de portes variados. Contudo, soluções para isso seria algo inovador, pois as empresas em geral não estão preparadas para receber esse novo profissional. A maioria das empresas não é cega para questões de mudanças. Muito pelo contrário! Elas acompanham as transformações com o intuito de capacitar-se e criar estratégias para acompanhá-las. O impasse ocorre, porém, quando ampliamos o nível de práticas para toda a organização, em todos os seus níveis. O jovem pode ser considerado o futuro (e é!), mas ainda quem preenche boa parte das cadeiras nas empresas são representantes de gerações anteriores. Isso significa que as organizações ainda sustentam estruturas tradicionais…

Recentemente fizemos uma pesquisa chamada Contalento, em parceria com a NextView e a HR Academy, com gestores de diferentes segmentos e empresas no país com a intenção de mapearmos o conhecimento das organizações em relação à geração Y. Como resultados, vimos que o desejo por rápido crescimento e desenvolvimento foi o principal desafio citado. Eles afirmam que os jovens entram nas organizações com altas expectativas de desafio constante e sentem uma grande necessidade por desenvolver-se no plano imediato. Acontece que o ritmo do “imediato” para o jovem Y é diferente para a realidade da maioria das empresas. Por outro lado, essa busca por desenvolvimento profissional, juntamente com o fato de sempre estar “antenado” com o que acontece ao seu redor, faz com que o que jovem seja considerado uma peça essencial no movimento de oxigenação nas empresas, ainda segundo os respondentes. Além disso, a maioria afirmou que o encontro inter-geracional contribui no momento em que os jovens trazem competências que agregam e completam.

Esses dados nos fazem refletir sobre as competências e responsabilidades de cada um no processo de desenvolvimento de jovens talentos nas organizações. Dificuldades? Sim, elas existem principalmente no que envolve a criação de políticas e práticas que agreguem valores tanto para a empresa quanto para o jovem. Lembrando que, assim como o RH e os gestores devem estar atentos e preparados para exercerem os seus papéis, os jovens também devem entender qual a sua função enquanto atores nesse palco: Coadjuvantes ou protagonistas?

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Ética

22 ago
2011

Ser ou não, eis a questão!

Será que todos sabem mesmo o que é ser ético nos dias atuais?

Hoje vou começar falando sobre um tema que, por mais debatido que seja nunca está desgastado: ética. A definição da ética é única, surgindo na Grécia antiga e perpetuando-se ao longo dos anos na filosofia. O significado da palavra continua sendo o mesmo, sempre, mas a prática parece ter mudado com tempo. Hoje em dia vejo certa dificuldade quando nos perguntamos, afinal, o que é ser ético? Até que ponto pensamos estar agindo de maneira ética? E quando não estamos?

Ser ético é respeitar leis, normas e regras? No entanto, se não nos identificamos com essas, devemos segui-las?

É fazer o que julgamos ser correto, não indo contra os nossos próprios princípios? Mas o que realmente é correto? Será que os seus princípios são iguais aos de todos?

Ou seria apenas ter a consciência limpa?

Enfim, a complexidade do meu questionamento inicial não está associada simplesmente a discussão do conceito em si, mas sim ao contexto de cada situação. O agir de forma ética é muitas vezes balizado pela conseqüência dos atos. Isso quer dizer que, não é uma tarefa muito difícil reconhecermos fundamentos morais básicos e invioláveis, como matar, roubar, etc, pois a conseqüência de tais ações é instantânea e próxima. Mas e quando não é? Será que baixar música na internet é anti-ético? E entrar no cinema com carteira de meia-entrada falsificada? Ou então comprar um DVD pirata? Que mal esses atos provocam em alguém?

A ética nos negócios não segue um caminho diferente. A alta competitividade profissional torna o ideal ético um conceito maleável. E é nesse labirinto que muitos jovens profissionais acabam entrando sem saber qual a melhor saída. No início da carreira a insegurança causada pela pouca vivência profissional faz com que o jovem entre no dilema de qual a melhor decisão tomar ao se deparar numa situação anti-ética. Sair da empresa? Reportar ao superior? Tentar mudar a cultura da organização? Seguir o fluxo, pois o mais importante em jogo é a própria carreira? Pode parecer que não, mas situações como essas são extremamente comuns. E não são exclusivas de profissionais jovens…

Recentemente fizemos mais uma edição da pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens®, através da qual mapeamos comportamentos e perfis do jovem brasileiro, e quando perguntamos quais valores eles consideram mais importantes, a resposta foi unânime: ética e honestidade. Por outro lado, apenas 1% considera que a ética é um valor esperado pelas empresas dos jovens profissionais. Além disso, 56% afirmaram que sairiam da empresa se um líder revelasse falta de ética. Por outro lado, apenas 9% acreditam que a ética é um valor que não pode faltar no líder. Vale ressaltar que 99% têm o desejo de assumir posições de liderança. Esses dados nos fazem questionar: Será que ética é algo que devemos somente esperar do outro? Ou é um valor que devemos sempre trazer conosco?

Uma dica? Sempre se coloque no lugar do outro. A empatia é uma competência valorizada em qualquer lugar. Pensar de forma ética é respeitar o valor do coletivismo, é pensar no todo e principalmente não fragmentar o seu julgamento a partir de cada situação, mas sim sustentar os seus ideais e princípios, seja no âmbito pessoal ou profissional da sua vida.

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Valores pessoais alinhados com a empresa

15 jul
2011

Há quem diga que trabalho é a caricatura de uma pessoa, uma espécie de assinatura, através do qual cada um deixa a sua marca. Van Gogh quando começou a pintar com as suas pinceladas impressionistas mostrou seus traços tão originais que até o mais leigo em história da arte consegue reconhecer os seus notórios quadros. Rodin, quando modelou o primeiro punhado de gesso em esculturas tão delicadas que imitavam com perfeição a realidade, esculpiu obras que seriam reconhecidas por diversas gerações nos quatro cantos do mundo. Pois bem, porque então alguns autores fizeram dos seus trabalhos produtos de suas identidades e tantos outros não?

De um lado, alguns dizem que só os mais talentosos se sobressaem. Do outro, há defensores do poder do acaso, no qual estar no lugar certo e na hora certa é o fator crucial do sucesso. Mas eu me pergunto, e a influência do ambiente? Muitas vezes esquecido, o ambiente – digo aqui o meio sócio-econômico cultural – tem talvez o maior peso do tripé talento-sorte-contexto. Nenhum desses fatores consegue isoladamente sustentar um resultado excepcional; é a combinação dos três que fará a diferença. Pouco vale um talento não desenvolvido, e o fator sorte é bem-vindo em qualquer situação.

É importante a gente lembrar que grandes nomes de diversas áreas de atuação tiveram a oportunidade de trabalhar as suas aptidões, mesmo que o mínimo possível. Assim como Van Gogh ou Rodin que puderam freqüentar escolas específicas onde aprimoraram os seus talentos e circularam por meios sociais de grandes influências, tantos outros que alcançam o sucesso profissional percorrem trajetórias por caminhos incentivadores. Um grande chef gastronômico talvez não o fosse se, quando jovem não tivesse contato com mestres que tudo lhe ensinaram e o impulsionaram nessa carreira. Ou talvez ainda um grande líder de uma inovadora empresa poderia ter seguido outra carreira se não tivesse a oportunidade de descobrir esse talento e desenvolvido ao longo do tempo. Podemos dizer que aqueles que conseguem identificar o que sabem fazer de melhor e procuram potencializar essa habilidade com pessoas certas, nos lugares certos e na hora certa, quiçá precisem de sorte apenas para fechar com chave-de-ouro.

Portanto, se você deseja deixar impacto com o seu trabalho e mostrar o valor da sua contribuição, procure identificar os seus talentos e não desperdice oportunidades de desenvolvê-los. Mas o mais importante, busque ambientes que te incentive, te motive e onde você sinta a sinergia dos seus valores alinhados com os desses lugares.

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Salário compatível ao que entrego

08 jul
2011

Em algum momento você já parou para pensar se o seu salário está compatível com o que você faz? Ou se ele está dentro da média do mercado? É bem provável que sim, pois em qualquer momento da nossa carreira estamos atentos ao retorno que esperamos por aquilo que damos. Afinal, antes de tudo, o trabalho é uma relação de troca. No entanto, analisar a compatibilidade salarial com o cargo ou função é uma tarefa bem complexa e que exige um olhar diferenciado. Boa parte das empresas atualmente já faz estudos e pesquisas sobre a média salarial dos seus colaboradores com o intuito de tornar-se competitiva no mercado. Além disso, para a construção de um plano de cargos e salários, são também levadas em consideração questões de natureza interna como os diferentes níveis hierárquicos no organograma organizacional, tempo de experiência ou de casa, nível de instrução do colaborador, plano de carreira… Enfim, existem tantas coisas envolvidas no cálculo do seu salário que concluímos que aquele número não chegou até você por acaso.

Eu sugiro agora fazermos a pergunta inversa: O que você entrega está de acordo com o seu salário? Quando nos sentimos incomodados com a nossa remuneração precisamos estar preparados para ponderar tudo que envolve a mesma. Isso não inclui somente a análise do mercado ou dos padrões internos da empresa, mas principalmente é preciso avaliar a sua contribuição no dia-a-dia e nos resultados do seu trabalho. O seu desempenho está sendo bem avaliado? Você tem participado de projetos relevantes para sua área ou para a empresa? O que você tem trazido de inovador para o seu trabalho? O que tem feito de positivo que superou expectativas?

Para responder a essas perguntas – e fazer tantas outras – é preciso que você se perceba no ambiente em que está inserido, entender qual é a sua função nesse contexto e qual impacto tem o seu trabalho no todo. E para compreender a sua participação nessa engrenagem nada melhor do que conhecer a si próprio! É preciso ser transparente consigo mesmo e saber alinhar os seus valores pessoais e os seus objetivos de vida ao trabalho e aos valores de onde você estiver. Você acha que o trabalho que realiza é compatível com as suas metas profissionais? Você sente que está no caminho certo para chegar onde pretende? E, principalmente se você acredita que o seu salário deve ser reavaliado: qual valor tem o seu trabalho?

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